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Setor alimentício encerra 2018 positivamente e tem perspectiva favorável para este ano

No setor de varejo de alimentos, houve uma redução de 6,4% no número de mercadorias vendidas em hipermercados no ano de 2018, ao passo que os chamados "atacarejos" tiveram um crescimento de 12,8%.

No setor de varejo de alimentos, houve uma redução de 6,4% no número de mercadorias vendidas em hipermercados no ano de 2018, ao passo que os chamados "atacarejos" tiveram um crescimento de 12,8%.

Esses dados foram divulgados pela Nielsen, empresa que mensura o número de itens vendidos em uma série de categorias, como limpeza, higiene e alimentos em lojas dos mais variados tamanhos e segmentos.

O setor de supermercados esperava uma alta de 2,53% durante o ano de 2018, mas não foi possível atingir esse patamar devido à greve dos caminhoneiros, apresentando sérios impactos no mercado.

Desempenho do setor de supermercados em 2018

A receita do setor cresceu no ano passado. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o aumento real no faturamento foi de 2,07%, o que é um bom indicativo, mas ao fazer a comparação com os números da Nielsen, é possível ver que as vendas variaram de acordo com cada tipo de loja.

Os "atacarejos" estão ganhando a preferência dos consumidores, principalmente pela crise econômica que havia se instaurado. Prova disso é que o desempenho de tais estabelecimentos cresceu mesmo com a situação econômica da época.

Imagina-se a existência de uma retomada econômica, mas, ainda assim, a Nielsen acredita que os "atacarejos" continuarão crescendo, já que os hábitos que os consumidores desenvolveram durante a crise devem se manter.

As lojas que possuem foco na conveniência também devem crescer. As chamadas redes de vizinhança tiveram uma queda de 2% nas vendas, afirma a Nielsen, mas o aumento das rendas familiares deve fazer com que elas tornem a crescer.

Mesmo com esse cenário no mercado, os especialistas acreditam que até mesmo os hipermercados, que foram os que mais sofreram com a onda dos atacarejos, têm espaço para se reerguer e voltar a conquistar a clientela. Eles também acreditam que o crescimento dos atacarejos deve atingir um ponto de estabilização no futuro.

Mesmo com o crescimento de 2,07% nas vendas no setor de supermercados, o índice ficou abaixo dos 2,53% que eram esperados, índice que já tinha sido reduzido uma vez, já que no mês de janeiro esperava-se que o crescimento fosse de 3%.

Outro ponto que a Abras considera que impactou o comportamento de compra dos clientes, além da situação financeira, foi a incerteza que havia no período eleitoral.

Porém, depois de tais estimativas sobre o ano passado, espera-se que o atual tenha um cenário mais positivo. As expectativas de crescimento, de acordo com a Abras, são de 3% em relação ao ano anterior, o que pode ser potencializado pelas medidas econômicas que foram adotadas pela entidade.

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