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Como funciona o cérebro e as chances de aprender uma nova língua

Seu cérebro precisa entender que a nova língua faz parte da sua vida, portanto impulsione seu aprendizado por meio de filmes, séries, games, bate papo com colegas via redes sociais e aplicativos onde seja necessário interagir por meio da escrita e da fala

Dominar uma segunda língua é uma exigência cada vez mais comum no mundo atual e, sobretudo, quando se fala de mercado de trabalho e busca de oportunidades. A maior parte dos candidatos atesta que, já fizeram algum curso, o que na maioria dos casos é a mais pura verdade, contudo deixam claro sua ineficiência para o uso cotidiano da língua, muitas vezes se limitando ao conteúdo gramatical aprendido em escolas padrões e com sérias dificuldades.

O estudo da língua estrangeira está intimamente ligado às emoções, e esse processo precisa ser compreendido e considerado na hora de escolher uma escola ou um professor. Para o psicopedagogo Lee Oswald Siqueira, especialista em processos cognitivos na adolescência, a velocidade com que cada um adquire o domínio da língua está relacionado a fatores diversos, e talvez o mais importante deles seja, a disposição psicológica para aprender.

Perguntado por que algumas pessoas tem tanta facilidade, ao passo que outras profundas dificuldades com idiomas, o especialista responde que algumas pessoas têm mais facilidade para aprender uma segunda ou terceira língua, porque costuma ser curioso e enxergar o aprendizado como um desafio e não como um teste doloroso. Ressalta também o papel das habilidades cognitivas de cada aprendente, ou seja, a memória afetiva relacionada à língua, o cérebro funciona como uma memória RAM que possui informações e experiências importantes armazenadas.

Para Siqueira, alguns fatores precisam ser levados em conta, como a idade, por exemplo, quanto mais jovens, maior a facilidade em aprender outros idiomas, por isso aconselha-se aos pais inserir o quanto antes os filhos em uma boa escola, e isso pressupõe uma atenção especial ao método de ensino e suas bases científicas. Outro fator é a quantidade de estímulos recebidos, por isso indica-se a prática do novo idioma todos os dias, em sala de aula com atividades direcionadas, em estudos individuais quando acordado e até durante o sono.

A reportagem acompanhou uma escola que vem despontando no cenário nacional, por apresentar um método que respeita o tempo e o potencial de seus alunos, utilizando o método natural de aprender, além de aplicar uma metodologia que possibilita a aprendizagem acelerada. Utilizando bases científicas modernas a rede de Escolas Enjoy Inglês Profissionalizante, assume a dianteira quando relaciona o aprendizado dos seus alunos a conceitos como ativação de hemisférios cerebrais, PNL – programação neuroliguística, inteligências Múltiplas e sugestopedia.

Para o especialista o aprendizado acontece quando as informações são significativas, quando analisado o fato de esquecer coisas que se acaba de aprender, ou acredita-se ter aprendido, significa que é preciso entender o funcionamento desse complexo sistema que é nosso cérebro.  E uma das áreas de estudo é exatamente sobre como o cérebro “aprende” um idioma.  “Qualquer pessoa que não possua uma patologia de linguagem, tem a capacidade de memorizar, aprender e falar outros idiomas”.

Analisando a escola em questão, Oswald avalia que o ponto forte é a multiplicidade de fatores que levam os alunos a tomarem contato com a língua inglesa, nesse caso. “A Enjoy assumiu a condição de aproximar os alunos do que lhes é mais sensível, suas necessidades em relação ao aprendizado do idioma e sua necessidade de inserção no mercado de trabalho. Uma  escola tem que encarar junto com seus alunos seus fantasmas e vence-los juntos, professores precisam estar envolvidos no processo e ser conhecedor  das bases cientificas que ajudam a alcançar os objetivos propostos”.

Com base nos conceitos da neurociência o especialista dá alguns conselhos para quem deseja acelerar o processo de aquisição de uma língua estrangeira.

  • Buscar uma escola que insira o aprendizado em um contexto, ou seja, o ambiente deve colocar o aluno em situações onde a necessidade de compreensão e expressão da língua seja a todo o momento. O ambiente precisa ser um tabuleiro onde as oportunidades linguísticas são as regras e o aluno e seus companheiros sejam as peças do jogo.
  • O cérebro precisa entender que a nova língua faz parte da vida cotidiana, portanto, o ideal é impulsionar o aprendizado por meio de filmes, séries, games, bate papo com colegas via redes sociais e aplicativos onde seja necessário interagir por meio da escrita e da fala.
  • Fazer uso da técnica da sugestopedia, onde os ambientes, as artes e a música estejam em um contexto que sugestionem o aprendizado. Ouvir música no idioma que deseja se especializar. Apresentar cenas atuando como personagens de uma série, é uma ótima forma de usar a emoção a favor do aluno e estar em um ambiente que considere a cultura do país que fala a língua que está aprendendo.
  • Outra dica é empregar o idioma com a maior frequência possível na rotina diária. Quanto mais usar o idioma com os amigos e professores, em aulas de conversação, mais rápido o vocabulário será incorporado em seu repertório.

Portanto, o cérebro é beneficiado e beneficiador nos processos de aprendizagem de um novo idioma. Ao relacionar as linguagens acontece um aumento da circulação das células nervosas e consequentemente se fica mais saudável. Quem domina mais de um idioma tem um fortalecimento do raciocínio e muito mais chances de inserção no mundo do trabalho e na convivência social.

A dica é: escolha a escola certa e estudo da maneira certa, o cérebro está preparado e esperando uma oportunidade de aprender. Faça sua parte!

Website: http://www.franquiaenjoy.com.br

 

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