Por Dino - Divulgador de notícias Em negocios / noticias-corporativas  22 dez, 2016 16h13 - Atualizada em 16h14

Segundo Bain & Company, setor de luxo deve movimentar R$ 3 tri

De acordo a Bain & Company e Fondazione Altagamma, a previsão é de que o mercado de luxo movimente mais de R$ 3 trilhões até o fim de 2016.

Por Dino - Divulgador de notícias Em negocios / noticias-corporativas  22 dez, 2016 16h14

De acordo com um estudo realizado pela Bain & Company e pela Fondazione Altagamma a previsão é de que o mercado de luxo movimente mais de R$ 3 trilhões de reais até o fim do ano de 2016. Apesar da crise que o Brasil enfrenta o mercado de luxo continua a crescer e a multiplicar dinheiro.

O mercado que engloba joias, carros, roupas, sapatos e relógios também inclui viagens de alto padrão. Todos esses bens e serviços são parte do crescimento apontado por um estudo chamado Worldwide Luxury Market Monitor que registrou um aumento de 4% nos últimos seis meses no mercado de luxo.

Diante de um cenário bem-sucedido, o setor tem atraído olhares de investidores e empresários que enxergam no setor de luxo boas oportunidades para investir apesar da crise. O mercado que é alvo de diversos estudos é uma tendência em crescimento capaz de fazer empresas já conceituadas adaptarem seus negócios para aproveitar as oportunidades do mercado de luxo.

Para fazer parte do setor, é preciso compreender que os hábitos de consumo das classes mais altas não passam por tantas mudanças durante a crise, e que os consumidores desse setor esperam mais do que bons produtos no ato da compra. Quem consome produtos e serviços de luxo exige atendimento de qualidade e uma experiência de compra especial.

Segundo E-bit e-commerce fatura mais de R$ 18 bilhões em 2015

Buscando essa experiência de compra especial, muitos clientes do mercado de luxo optam pelas compras online. Um estudo feito pela E-bit no primeiro semestre do ano de 2015 apontou que o faturamento do e-commerce foi de R$ 18,6 bilhões de reais, 16% maior do que no mesmo período de 2014, o que revela uma tendência de crescimento do e-commerce no Brasil e que de fato os consumidores estão preferindo as compras online.

As vendas online representam cerca de 3% do varejo total no Brasil, de acordo com cofundador da E-bit. Para os próximos cinco anos, estima-se que essa participação alcance 10%. Já as vendas mundiais do varejo pela internet somaram quase US$ 840 bilhões de dólares em 2014 e em 2015 chegou a aproximadamente US$ 1 trilhão de dólares. Esse aumento se deve em partes pelo grande número de compras online realizadas através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Somente este ano, de acordo com um levantamento da Cuponomia (site que reúne cupons de desconto para compras em e-commerce), o número de consumidores brasileiros que usaram o smartphone para algum tipo de compra online, cresceu em torno de 170%, enquanto os que fazem uso de desktop, cresceu cerca de 50%.

Entre os setores mais procurados por consumidores de compras online está o setor de moda, que movimenta mais de US$ 90 bilhões de dólares, é um mercado promissor a nível mundial para o Brasil. A combinação e-commerce e moda tem funcionado bastante e feito com que grandes marcas ampliem suas vendas físicas para o universo online e novos empreendedores invistam no setor. Esse é o caso da boutique online We Love Webshops que reúne as melhores lojas de vários segmentos agregando comodidade e conveniência para vários estilos de consumidores. Existe também, uma área diversificada dedicado a dicas de moda, desde unhas decoradas até beleza masculina.

O mercado de luxo e os e-commerces são oportunidades de negócios que passam longe da crise, ideal para investidores e empreendedores que buscam oportunidades lucrativas e estáveis.

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