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Repercussões de BRF, JBS, Via, Oi e mais 30 resultados no radar; aprovação de proventos e mais destaques

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta quinta-feira (11)

Por  Equipe InfoMoney -

O noticiário corporativo desta quinta-feira (11) tem como destaque os balanços de JBS (JBSS3), BRF (BRFS3), Via (VIIA3), Porto Seguro (PSSA3), Sulamérica (SULA11). Veja mais resultados clicando aqui. Antes da abertura, a Azul (AZUL4) revelou seu balanço do trimestre.

Após o fechamento, divulgam seus números, entre outras companhias, Magazine Luiza (MGLU3), Americanas (AMER3), Bradespar (BRAP4), Sabesp (SBSP3), Sanepar (SAPR4), Grupo Mateus (GMAT3), GPS (GGPS3), Ambipar (AMBP3), Alliar (AALR3), B3 (B3SA3), brMalls (BRML3) CCR (CCRO3), Cury (CURY3), Cyrela (CYRE3), Energisa (ENGI11), EztTec (EZTC3) Focus Energia (POWE3), Hapvida (HAPV3), IMC (MEAL3), IRB Brasil (IRBR3) Lavvi (LAVV3), Light (LIGT3), Mahle-Metal Leve (LEVE3), Multilaser (MLAS3), Natura (NTCO3), Neogrid (NGRD3) Ouro Fino (OFSA3) Plano & Plano (PLPL3), Qualicorp (QUAL3), Raizen (RAIZ4) Randon (RAPT4), Rumo (RAIL3), Track&Field (TFCO4), Tecnisa (TCSA3) e Wiz (WIZS3).

Já a Melnick (MELK3) e TUPY (TUPY3) aprovaram a distribuição de proventos.

A Petrobras (PETR4; PETR3) irá aumentar em cerca de R$ 50 milhões os investimentos em projetos de restauração florestal de espécies nativas do Brasil.

Confira os destaques:

JBS (JBSS3)

A JBS (JBSS3) registrou uma alta de 142% no lucro líquido no terceiro trimestre de 2021 na base de comparação anual, passando de R$ 3,312 bilhões para R$ 7,585 bilhões.

Novamente o desempenho foi impulsionado pelas operações na América do Norte, que compensaram algumas adversidades no Brasil, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (10).

No terceiro trimestre de 2021, a JBS registrou uma receita líquida consolidada de R$ 92,6 bilhões, o que representa um aumento de 32,2% em relação ao mesmo período de 2020. A companhia destacou ter registrado um crescimento em reais em todas as unidades de negócio: Seara (+38,2%), JBS Brasil (+35,3%), JBS USA Bovinos (+34,2%), JBS USA Suínos (+42,2%), e PPC (+21%).

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A JBS (JBSS3) cancelou 137,26 milhões de ações que estavam sendo mantidas em sua tesouraria.

JBS lança plano de recompra de ações

A JBS também anunciou novo programa de recompra de ações. A intenção da JBS é adquirir cerca de 129,07 milhões de ações por meio das operações de compra e venda na B3.

Além do plano de recompra, a JBS anunciou dois novos presidentes globais de operação: André Nogueira, que presidirá as operações da América do Norte, e Wesley Batista Filho, que comandará as operações na América Latina, Oceania e o negócio de plant-based.

O Itaú BBA comentou que a JBS reportou Ebitda 13% acima de suas estimativas e 10% acima do consenso de mercado. O banco diz que todas as divisões do frigorífico registraram resultados melhores do que o esperado, mas a JBS US Beef conduziu a maior parte da surpresa positiva.

O banco mantém avaliação outperform para ações da JBS, e preço-alvo de R$ 47,00, frente à cotação de quarta-feira (10) de R$ 37,86.

Via (VIIA3)

A Via (VIIA3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 101 milhões no terceiro trimestre de 2021, número 1% maior do que os R$ 100 milhões registrados no mesmo período de 2020. Ao se levar em consideração a visão contábil, porém, o prejuízo da varejista foi de R$ 638 milhões, por conta de provisões para processos trabalhistas, que somaram R$ 810 milhões.

Voltando à área operacional, a companhia viu sua receita líquida regredir 5,9% na base anual, ficando em R$ 7,3 bilhões. Segundo a Via, isso se deu por conta de um desempenho das lojas físicas, com o fechamento de 100 pontos físicos no último ano e com o avanço do e-commerce.

A empresa destaca no documento publicado na noite desta quarta-feira (10), porém, a melhora do seu volume de vendas no segmento online – o segmento 3P, de vendedores externos, viu a receita bruta avançar para R$ 2 bilhões, crescimento de 133% no ano, e o 1P, de vendas da própria companhia, chegou a um faturamento de R$ 3,9 bilhões, avanço de 10%.

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A XP destacou que a Via reportou resultados mistos, com aceleração do crescimento do marketplace (3P) mas Ebitda ajustado abaixo do esperado. O GMV total cresceu 5,8% na base anual (versus projeção da XP de alta de 1,7%), com o crescimento do online. O estoque próprio (1P) subiu 9,6% na base anual e o marketplace (3P) subiu 138%, versus projeção da XP de altas respectivas de 6,1% e 125%.

Isso, apontam os analistas, mais do que compensou  a performance mais fraca das lojas físicas (vendas mesmas lojas em queda de 14% na base anual). No entanto, essa compensação não ocorreu na receita, que caiu 6% na base anual, devido à maior representatividade das lojas físicas e 1P (cerca de 60%).

A margem bruta foi um destaque, com crescimento de 0,5 ponto percentual na base anual, mesmo diante da maior participação do digital (alta de 13 pontos percentuais na base anual) o que não se refletiu na margem Ebitda ajustada (queda de 2,6 pontos na base anual) devido a maiores investimentos em marketing digital e despesas de processos trabalhistas.

Ainda, a companhia registrou uma queima de caixa operacional de R$ 830 milhões no trimestre, principalmente explicado pelo reforço de estoques frente aos eventos de fim de ano.

“Destacamos que a companhia segue avançando em suas iniciativas estratégicas, com o lançamento do crediário para o marketplace previsto no quarto trimestre e algumas lojas ativadas como pontos de drop-off de sellers”, aponta a XP, que mantém recomendação neutra e preço-alvo de R$ 10 por ação da Via.

O Morgan Stanley afirmou que o valor geral de vendas (GMV) da Via Varejo cresceu 4% na comparação anual, mas ficou 4% abaixo da estimativa do banco e 3% abaixo daquela do consenso do mercado. No segundo trimestre o crescimento do indicador havia sido de 50%. Uma alta de R$ 1,2 bilhão nas provisões trabalhistas por conta de pagamentos 32% maiores em média por ação e aumento de 82% em 2021 até o momento levou a receita líquida a território negativo.

Excluindo o impacto das provisões, a margem Ebitda de 9,1% da Via fica acima da estimativa de 7,6% do Morgan Stanley, de 7,2%, principalmente por conta de expansão da margem bruta. A receita líquida recuou 6% na comparação anual, 7% abaixo da estimativa do Morgan Stanley.

O banco diz que questões antigas da Via estão ofuscando o progresso da transformação digital. O Morgan Stanley mantém avaliação equal-weight (perspectiva de valorização dentro da média do mercado) e preço-alvo de R$ 9, frente à cotação de terça de R$ 7,05 de quarta.

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Oi (OIBR3;OIBR4)

A Oi (OIBR3;OIBR4) registrou um prejuízo líquido atribuído aos acionistas controladores de R$ 4,813 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 82,4% nas perdas, na comparação com o mesmo período do ano passado, de R$ 2,638 bilhões. No 2º trimestre, a tele teve lucro de R$ 1,139 bilhão.

Segundo a empresa, no terceiro trimestre, a companhia registrou um resultado financeiro líquido consolidado negativo de R$ 4,830 bilhões e um Imposto de Renda e Contribuição Social negativos no valor de R$ 292 milhões, “resultando em um prejuízo líquido consolidado de R$ 4,811 bilhões, no período”.

Em análise preliminar, o Credit Suisse destacou o número como negativo, com queda na receita, apesar da alta do número de casas passadas com fibra óptica em 1,4 milhão. A dívida líquida também teve expressiva alta de R$ 26 bilhões no segundo trimestre para R$ 30 bilhões neste período, devido ao real mais fraco.

Azul (AZUL4)

A Azul (AZUL4) reportou prejuízo líquido de R$ 2,196 bilhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), aumento de 82,4% em relação ao mesmo período de 2020.

Segundo a empresa, o desempenho foi afetado pelo aumento das despesas financeiras e variações monetárias e cambiais.

Nos primeiros nove meses de 2021, a operadora aérea acumula prejuízo de R$ 3,820 bilhões, diminuição de 64,4% na comparação com igual etapa do ano passado.

O resultado financeiro líquido foi uma despesa de R$ 2,269 bilhões no 3T21, crescimento de 137% em relação as perdas financeiras do 3T20.

A receita líquida somou R$ 2,717 bilhões no 3T21, alta de 237,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

BRF (BRFS3)

A BRF (BRFS3) reportou prejuízo de R$ 271 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), contra um lucro líquido de 219 milhões no mesmo trimestre do ano passado.

O resultado mostrou uma alta de 36,5% do prejuízo reportado no segundo trimestre de 2021, que havia sido de R$ 199 milhões.

O Bradesco BBI espera uma reação ligeiramente positiva para as ações da BRF (BRFS3) aos resultados do 3T21, repercutindo o Ebitda ajustado 5% acima do consenso, apesar da alavancagem (dívida líquida / Ebitda) ter ultrapassado um pouco a meta da empresa de 3x.

O banco destaca que o perfil de risco / retorno da ação é atraente, já que uma potencial fusão e aquisição com a Marfrig pode resultar em um prêmio para os acionistas minoritários e redução de custos de insumos em 2022 ainda não está precificada no papel.

Dessa forma, o Bradesco BBI mantém avaliação outperform para ações da BRF, e preço-alvo de R$ 32.

Copel (CPLE6)

A Copel reportou lucro líquido de R$ 2,852 bilhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), crescimento de 319% em relação ao mesmo período de 2020, os resultados vieram em linha com a expectativa da XP.

De acordo com a empresa, o resultado é explicado, principalmente, pelo efeito positivo de R$ 1,036 bilhão do reconhecimento da compensação referente à repactuação do risco hidrológico (GSF).

A receita líquida somou R$ 6,977 bilhões no 3T21, alta de 61,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O lucro antes do juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado cresceu 3,8% na comparação com igual etapa de 2020, totalizando R$ 1,3 bilhão.

Porto Seguro (PSSA3)

A Porto Seguro (PSSA3) divulgou seu balanço do terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), com lucro líquido recorrente de R$ 206,5 milhões, o que representa menos 47,5% na comparação com os R$ 393,1 milhões de um ano atrás.

Sulamérica (SULA11)

A SulAmérica (SULA11), companhia de seguros e de planos de saúde, lucrou de forma líquida R$ 280,3 milhões no terceiro trimestre de 2021, número 2% menor do que os R$ 398,7 milhões do mesmo período de 2020.

O Credit Suisse comentou que apesar da queda do Ebitda, a Sulamérica (SULA11) registrou um lucro líquido surpreendentemente alto por causa dos créditos tributários e melhores resultados financeiros, devido ao aumento das taxas de juros no Brasil. O banco mantém avaliação underperform para as ações e preço-alvo de R$ 33,95.

Simpar (SIMH3)

A Simpar (SIMH3) e suas controladas registraram um lucro líquido de R$ 399,4 milhões, cifra recorde e representando incremento de 358% na comparação anual – equivalente a uma alta de 4,5 vezes.

O Bradesco BBI comentou que a Simpar reportou número fortes no terceiro trimestre de 2021 e que mais está por vir. O banco faz referência a robusta posição de caixa de R$ 4,9 bilhões da holding que permite ao grupo executar uma estratégia de crescimento inorgânico acelerado e / ou acelerar seu crescimento orgânico em algumas operações, como VAMOS (VAMO3), Movida (MOVI3) e JSL (JSLG3). O banco mantém avaliação outperform para ações da Simpar, e preço-alvo de R$ 21.

Guararapes (GUAR3)

A Guararapes (GUAR3), grupo que controla as Lojas Riachuelo, entre outros empreendimentos, apresentou lucro líquido de R$ 207,317 milhões no terceiro trimestre de 2021, contra prejuízo de R$ 51,430 milhões apurado um ano atrás.

O Bradesco BBI comentou que a Guararapes (GUAR3) reportou um conjunto decente de dados, apesar dos lucros estarem um pouco abaixo das estimativas do banco. O Ebitda ficou 6% abaixo das expectativas do BBI devido aos maiores gastos relacionados à transformação digital da empresa, por isso não preocupa tanto. O banco mantém recomendação neutra para ações da Guararapes, e preço-alvo de R$ 15.

Aliansce Sonae (ALSO3)

A controladora de shoppings centers Aliansce Sonae lucrou de forma líquida R$ 67,4 milhões no terceiro trimestre de 2021, número 157,3% maior do que os R$ 28,4 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

Taesa (TAEE11)

A Taesa (TAEE11) registrou um lucro líquido consolidado IFRS de R$ 536,8 milhões no terceiro trimestre, um desempenho 18,3% abaixo do reportado no mesmo intervalo de 2020.

Equatorial (EQTL3)

A Equatorial (EQTL3) reportou queda de 17,3% do lucro líquido no terceiro trimestre de 2021, que somou R$ 502 milhões.

O Ebitda ajustado, contudo, cresceu 23,8%, para R$ 1,454 bilhão, ante R$ 1,174 bilhão de ano atrás. A margem Ebitda ajustado recuou 8,5 pontos percentuais, ficando em 19,4%.

A receita operacional líquida teve um avanço robusto de 78%, para R$ 4,208 bilhões, no trimestre encerrado em 30 de setembro de 2021.

NotreDame Intermédica (GNDI3)

A NotreDame Intermédica (GNDI3) teve no terceiro trimestre de 2021 um prejuízo líquido de R$ 90,7 milhões, revertendo o lucro de R$ 196,8 milhões do mesmo período de 2020.

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade (CXSE3) divulgou lucro líquido de R$ 492,136 milhões no terceiro trimestre de 2021, uma queda de 3,1% na comparação com o 3º trimestre de 2020, mas alta de 15,4% em relação ao 2º trimestre deste ano.

GPS (GGPS3)

A GPS (GGPS3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 101 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21). O resultado representa um crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2020.

A receita líquida somou R$ 1,659 bilhão no 3T21, alta de 46% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo a empresa, o desempenho foi impulsionado pela aceleração no ritmo de implantação de novos contratos.

Tupy (TUPY3)

A Tupy (TUPY3), do ramo de metalurgia, registrou um lucro líquido de R$ 125 milhões no terceiro trimestre de 2021, praticamente estável frente aos R$ 128 milhões registrados em igual período de 2020.

Além disso, a companhia irá distribuir R$ 20,49 milhões em Juros sobre o Capital Próprio. De acordo com o informe da metalúrgica catarinense, cada ação receberá um valor de R$ 0,12, já descontado o imposto de renda retido na fonte.

Os créditos estarão disponíveis no dia 25 de novembro.

Locaweb (LWSA3)

A Locaweb (LWSA3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 25,6 milhões no terceiro trimestre, um aumento de 96,5% na comparação com o mesmo período de 2020.

Hermes Pardini (PARD3)

A empresa de medicina diagnóstica Hermes Pardini (PARD3) registrou lucro líquido de R$ 52,77 milhões no terceiro trimestre de 2021. A cifra é 12,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

Totvs (TOTS3)

A Totvs (TOTS3) divulgou seu balanço do terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 111,239 milhões, alta de 14,9% em relação aos R$ 96,790 milhões de um ano atrás.

Even (EVEN3)

A Even (EVEN3) apresentou crescimento de 26,5% no lucro líquido do terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), para R$ 51,595 milhões, contra R$ 40,774 milhões de um ano atrás.

Valid (VLID3)

Depois de cinco trimestres com a linha final do balanço no vermelho, a Valid (VLID3) voltou a apresentar lucro no terceiro trimestre de 2021. O lucro líquido normalizado da empresa, antes de receitas e despesas especiais, foi de R$ 35,7 milhões. O lucro contábil, contando com itens não recorrentes, foi de R$ 52,8 milhões, maior resultado trimestral da empresa.

O Itaú BBA destaca que a Valid informou resultados sólidos, com dados de crescimento de faturamento bruto superando as expectativas em 3%, e de Ebitda, em 15%. Os destaques foram os segmentos de governo, soluções e digital. Foi o melhor resultado da Valid quanto a Ebitda para um trimestre, com margens de 16,9% por conta de controle operacional.

A emissão de cartões atingiu 90% dos níveis pré-Covid, elevando as receitas da divisão em 60% na comparação anual. A receita líquida ficou em R$ 36 milhões, 32% maior do que a expectativa do Itaú. O BBA mantém avaliação market perform (perspectiva de valorização dentro da média do mercado) para a Valid, e está avaliando seu preço-alvo.

Positivo (POSI3)

A Positivo Tecnologia (POSI3) divulgou aumento de 6,8% no lucro líquido do terceiro trimestre de 2021, que somou R$ 53,742 milhões. Há um ano, a empresa apresentou lucro de R$ 50,309 milhões.

3R (RRRP3)

A 3R (RRRP3) apresentou prejuízo no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21) de R$ 14,101 milhões.

O resultado financeiro negativo foi um dos principais fatores, especialmente pelo hedge do Brent, em um cenário em que a referência está mais alta que o preço médio do derivativo contratado. O câmbio também impactou negativamente.

Dommo (DMMO3)

A Dommo Energia (DMMO3), companhia que atua no setor de energia, com foco no de petróleo, registrou prejuízo líquido de R$ 74,7 milhões no terceiro trimestre, revertendo lucro de R$ 185,6 milhões do mesmo período do ano passado.

Enauta (ENAT3)

A Enauta (ENAT3) reportou lucro líquido 351,7% maior no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), para R$ 134 milhões. É quatro vezes e meia maior do que o lucro aferido no 3TRI20, de R$ 29,7 milhões.

Vivara (VIVA3)

O lucro líquido da Vivara (VIVA3) entre agosto e setembro deste ano mais que dobrou. A cifra ficou em R$ 86,3 milhões, um crescimento de 138,6% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Banrisul (BRSR6)

O Banrisul (BRSR6) teve lucro líquido ajustado de R$ 171,5 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 39,2% ante o segundo trimestre de 2021, mas 45,6% superior na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.

Log-In Logística (LOGN3)

A Log-In Logística (LOGN3) registrou um lucro de R$ 60,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 562% frente os R$ 9,1 milhões no mesmo período do ano anterior.

Banco Pine (PINE4)

O Banco Pine (PINE4) reportou lucro líquido de R$ 2,8 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), revertendo prejuízo líquido de R$ 11,2 milhões em igual período de 2020.

Smartfit (SMFT3)

A Smartfit (SMFT3) reportou prejuízo líquido de R$ 141,5 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), redução de 14% em relação ao mesmo período de 2020.

De acordo com a empresa, a redução do prejuízo foi ocasionada pela elevação de R$ 28,3 milhões no Ebitda no período.

Rossi (RSID3)

A Rossi (RSID3) terminou o terceiro trimestre de 2021 com prejuízo de R$ 102,1 milhões, 31,6% maior que o prejuízo de R$ 77,6 milhões registrado no terceiro trimestre de 2020.

A receita líquida da empresa despencou 87,5%, de R$ 14,2 milhões para R$ 1,8 milhão.

Allied (ALLD3)

A Allied (ALLD3) reportou lucro líquido de R$ 62,4 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), o que representa redução de 19% em relação ao mesmo período de 2020.

Eletromidia (ELMD3)

A Eletromidia (ELMD3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 12,127 milhões, ante prejuízo de R$ 3,56 milhões em igual período de 2020.

Wilson Sons (PORT3)

O lucro líquido da Wilson Sons (PORT3) fechou o terceiro trimestre de 2021 em R$ 34,6 milhões, queda de 36,5% na comparação anual.

Moura Dubeux (MDNE3)

A Moura Dubeux (MDNE3) reportou lucro líquido de R$ 27 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21). O resultado representa um crescimento de 77,6% em relação ao mesmo período de 2020.

Helbor (HBOR3)

A Helbor (HBOR3) registrou um lucro líquido de R$ 22 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), 45,1% superior ao 3T20, alcançando um (Retorno sobre o patrimônio líquido médio) ROAE consolidado nos últimos 12 meses de 9,6%.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras (PETR3; PETR4) ampliará em cerca de R$ 50 milhões os investimentos em projetos de restauração florestal de espécies nativas do Brasil.

Segundo a estatal, o investimento faz parte da iniciativa Floresta Viva. O programa foi anunciado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento e Social (BNDES), durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – COP-26, em Glasgow, no Reino Unido.

A iniciativa Floresta Viva receberá investimentos de aproximadamente R$ 100 milhões em até cinco anos, com recursos da Petrobras e do BNDES.

Além disso, a Petrobras concluiu a venda de sua participação acionária da Breitener Energética para a holding Breitener, que é subsidiária da Ceiba Energy, que por sua vez é investida pela Denham Capital, empresa de investimento global em infraestrutura, energia e recursos sustentáveis.

Conforme aponta o informe da empresa, a Petrobras receberá a quantia total de R$ 301 milhões.

Melnick (MELK3)

A Melnick (MELK3) aprovou a distribuição de dividendos no valor de R$ 42 milhões, sendo R$ 0,20 por cada ação ordinária.

O pagamento dos dividendos está agendado para ser efetuado no dia 24 de novembro. Para receber a bonificação, o acionista deve ter posse da ação até a próxima terça-feira (16).

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