Balanço de construtora

Prejuízo da Rossi (RSID3) aumenta no terceiro trimestre, para R$ 102,1 milhões

A receita líquida da empresa despencou 87,5%, de R$ 14,2 milhões para R$ 1,8 milhão

Por  Mitchel Diniz -

SÃO PAULO – A Rossi (RSID3) terminou o terceiro trimestre de 2021 com prejuízo de R$ 102,1 milhões, 31,6% maior que o prejuízo de R$ 77,6 milhões registrado no terceiro trimestre de 2020.

A receita líquida da empresa despencou 87,5%, de R$ 14,2 milhões para R$ 1,8 milhão.

O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, depreciações e amortizações) foi negativo em R$ 77,5 milhões, com variação negativa de 61% na mesma base de comparação.

As vendas brutas contratadas da empresa recuaram 62,9%, na comparação anual, para R$ 16,4 milhões.

“A redução nas vendas deste trimestre está diretamente relacionada à depreciação natural dos estoques, à medida que a companhia conclui os empreendimentos lançados até 2017 e mantém uma postura conservadora em relação aos novos lançamentos”, diz o texto que acompanha os resultados.

A venda sobre oferta (VSO) caiu de 25,1% no terceiro trimestre de 2020 para 13,1% no terceiro trimestre de 2021.

Por outro lado, o volume de rescisões diminui, caindo 22,9%, para R$ 31,8 milhões.

“Também mantivemos a eficiência de revenda das unidades rescindidas ao longo de 2021, que atingiu 87%, e vimos uma performance de repasse estável neste trimestre se comparada a dos trimestres passados”, diz mensagem do CEO da empresa, João Paulo Franco Rossi Cuppoloni.

A empresa informou também que, mesmo com o cenário mais desafiador, optou por cumprir com todas as obrigações contratuais e finalizar as últimas obras que haviam sido iniciadas no último ciclo de lançamentos.

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