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Petrobras volta ao IBGC, repercussões de JHSF, Bradesco, Minerva e de mais resultados e outros destaques

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta sexta-feira (5)

Por  Equipe InfoMoney -

SÃO PAULO – O noticiário corporativo desta sexta-feira (05) tem como destaque os balanços de Bradesco, Minerva, JHSF, Eneva e Engie.

Já a Petrobras retornou ao quadro associativo do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), do qual havia saído em 2015, após aprimoramentos, medidas de governança e conformidades adotadas pela companhia, informou a empresa em comunicado na quinta-feira.

Vivo (VIVT3), Claro e TIM (TIMS3) arremataram lotes de faixa de 3 GHz da tecnologia 5G, a mais cobiçada no certame realizado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Já a 3R Petroleum (RRRP3) movimentou R$ 2,41 bilhões em sua oferta subsequente.

A Lojas Renner (LREN3), por sua vez, aprovou bonificação de ações, sendo uma nova ação para cada dez detidas.

Confira os destaques:

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras retornou ao quadro associativo do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), do qual havia saído em 2015, após aprimoramentos, medidas de governança e conformidades adotadas pela companhia, informou a empresa em comunicado na quinta-feira.

Para a petroleira, a associação ao instituto é uma forma de colaborar para o desenvolvimento da governança corporativa e participar ativamente das iniciativas do IBGC.

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A companhia, que já foi alvo de escândalos de corrupção relevados pela operação Lava Jato, destacou que desde 2014 foram implementadas medidas preventivas e corretivas, incluindo novos procedimentos, atividades e melhorias de controles internos.

Dentre as ações houve a criação da Diretoria de Governança e Conformidade, com o objetivo de assegurar a conformidade processual e mitigar riscos nas atividades da companhia, como os de fraude e corrupção; criação de novos Comitês Estatutários de assessoramento ao Conselho de Administração; Código de Conduta Ética, entre outros, ressaltou a empresa no comunicado.

Embraer (EMBR3)

A Embraer (EMBR3) reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 179,7 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), ante prejuízo de R$ 797,5 milhões em igual período de 2020, uma queda de 77,47%.

A receita líquida somou R$ 5,010 bilhões no trimestre, alta de 22,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando lucrou R$ 4,0905 bilhões.

Bradesco (BBDC3;BBDC4)

O Bradesco (BBDC3; BBDC4) teve lucro líquido recorrente de R$ 6,767 bilhões no terceiro trimestre deste ano, um desempenho 34,5% maior na comparação com o mesmo período do ano passado e 7,1% acima do reportado no segundo trimestre deste ano.

O desempenho veio um pouco acima das projeção dos analistas consultados pela Refinitiv, que era de um lucro de R$ 6,469 bilhões no terceiro trimestre.

Já o lucro contábil foi de R$ 6,648 bilhões, o que representa um crescimento de 58,5% na base anual e alta de 11,3% frente o 2º trimestre.

O Itaú BBA avaliou como positivo os resultados, pouco acima das projeções do banco, destacando que o crescimento da carteira de crédito foi forte, com spreads ligeiramente melhores e apenas uma deterioração moderada da qualidade. O banco mantém avaliação marketperform para ações do Bradesco, e preço-alvo de R$ 25.

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O Credit Suisse comentou que os resultados foram ligeiramente positivos, considerando os resultados 6% acima do consenso, mantendo recomendação  outperform para ações do banco e preço-alvo de R$ 30,91.

O Morgan Stanley comentou que o banco reportou resultados fortes, com destaque para o “impressionante controle de custos”. Assim, o Morgan Stanley mantém avaliação outperform para ações do Bradesco, e preço-alvo de US$ 6,36 para o ADR da companhia negociado na Bolsa de Nova York.

Minerva (BEEF3)

A Minerva (BEEF3) registrou um lucro líquido de R$ 72,4 milhões no terceiro trimestre de 2021, número 24% maior do que os R$ 58,3 milhões registrados no mesmo período de 2020.

O avanço acompanha, em grande parte, a receita líquida da companhia alimentícia, que cresceu 43,4% na mesma base, saindo de R$ 5,1 bilhões para R$ 7,3 bilhões.

A Minerva ainda aprovou o pagamento de R$ 200 milhões em dividendos, sendo R$ 0,3488435008 por ação ordinária. Para receber a remuneração, o acionista deve ter adquirido a ação até o dia 10 de novembro de 2021.

O Itaú BBA avalia os resultados como ligeiramente positivos, com destaque mais uma vez para o forte desempenho de receita da empresa Athena, enquanto as margens foram comprimidas em meio a ventos contrários no custo do gado no Brasil. O banco mantém avaliação outperform para ações, com preço-alvo de R$ 17.

JHSF (JHSF3)

A JHSF (JHSF3) divulgou seu balanço no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21), registrando lucro líquido de R$ 213,8 milhões, alta de 23,1% na comparação com o terceiro trimestre de 2020, quando lucrou R$ 173,7 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou em R$ 265,6 milhões, o que representa 17,2% a mais do que os R$ 226,6 milhões apurados no 3TRI20.

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O Itaú BBA destacou que os números foram razoáveis, conforme esperado.  O banco diz que a empresa excedeu as estimativas de receita em todas as divisões. O segmento de shoppings, varejo e digital foi o principal destaque, superando os níveis do 3T19 em 61%, enquanto a divisão de construção civil perdeu fôlego com os fortes componentes do trimestre anterior. O banco mantém avaliação outperform para as ações e preço-alvo de R$ 10,10.

BR Properties (BRPR3)

A BR Properties (BRPR3) registrou lucro líquido de R$ 38,3 milhões no 3T21, alta de 135% na comparação anual. O Ebitda ajustado somou R$ 58,3 milhões, queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2020.

O Bradesco BBI comentou que vê os resultados como indicativos de um período de transição. A leitura do banco está respaldada pela já anunciada venda de ativos, o que deve aliviar a pressão sobre o resultado financeiro da empresa já no quarto trimestre.

Segundo o banco, o CDI mais alto afetou o fluxo de caixa proveniente das operações (FFO, na sigla em inglês), mas a alavancagem se inclinou para cair significativamente após as vendas recentes de ativos. O banco mantém avaliação outperform para ações e preço-alvo de R$ 12,50.

O Itaú BBA comentou que os números da BR Properties no 3T21 ficaram em linha com suas expectativas, devido ao crescimento decente da receita foi mais do que compensado por despesas financeiras mais pesadas, levando a uma contração do FFO. O banco mantém avaliação marketperform para ações, com preço-alvo de R$ 10,20.

Engie Brasil (EGIE3)

A Engie Brasil (EGIE3) registrou lucro líquido de R$ 639 milhões, alta de 30,4% na comparação anual.

O Ebitda ajustado somou R$ 1,698 bilhões, crescimento de 18,5% ante mesmo período de 2020.

O Credit Suisse comentou que os resultados vieram fracos como o esperado, decorrente de vendas de energia abaixo do esperado (provavelmente um resultado da estratégia de alocação) e grandes impactos do GSF, apesar da melhor contribuição da TAG. O banco mantém avaliação outperform para ações com preço-alvo de R$ 39,79.

O Itaú BBA comentou que o Ebitda ajustado caiu quase 12% em uma base anual, como já antecipado dada a redução substancial nos volumes vendidos, refletindo as perspectivas hidrelétricas desafiadoras. Dessa forma, o banco espera uma melhora nos próximos resultados, considerando o início do período chuvoso e o fato da Engie apresentar um nível confortável de energia não contratada. O banco mantém avaliação outperform para ações, com preço-alvo de R$ 43,80.

Eneva (ENEV3)

A Eneva (ENEV3) reportou um lucro líquido de R$ 362,6 milhões no balanço do terceiro trimestre, um desempenho 553% ou 6,5 vezes acima do registrado um ano antes.

O resultado foi impactado por melhor desempenho operacional e financeiro.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) também reflete a boa performance: terminou em R$ 547,4 milhões, 97,5% a mais do que os R$ 277,2 milhões do 3º trimestre do ano passado.

BK Brasil (BKBR3)

A BK Brasil (BKBR3) registrou prejuízo líquido de R$ 37,9 milhões no 3T21, melhora de R$ 68 milhões em relação ao mesmo período de 2020.

O Ebitda somou R$ 76,6 milhões ante Ebitda negativo de R$ 16,9 milhões de um ano antes.

O Bradesco BBI destacou que os números ficaram acima das expectativas, com lucratividade começando a melhorar. Segundo o banco, a forte recuperação da margem bruta mostra que as várias iniciativas (CRM, gestão de receitas, negociações com fornecedores) estão dando frutos. O banco mantém avaliação neutra para ações do Burger King, e preço-alvo de R$ 12,00.

Já o Itaú BBA apontou que os números ficaram em linha com as expectativas em todos os níveis, uma vez ajustados para resultados pontuais positivos. O banco mantém avaliação outperform para ações do Burger King, e preço-alvo de R$ 12,50.

Em relatório, o Morgan Stanley escreveu que o BK Brasil conseguiu entregar vendas próximas aos níveis de 2019 com margem bruta acima dos níveis pré-Covid, demonstrando resiliência com uma estratégia comercial sustentável.

O banco diz que as vendas no balcão ainda estão atrasadas, mas os dados de outubro são animadores e as aberturas voltam a fazer parte da discussão.  Dessa forma, o banco mantém avaliação outperform para as ações, com preço-alvo de R$ 12,50.

O Credit Suisse diz que a empresa está posicionada para coroar o retorno. Isso, segundo o banco, devido a sólida expansão da margem bruta junto com uma melhor alavancagem operacional, apoiada, por sua vez, pela recuperação gradual das vendas e maiores eficiências do digital. O banco mantém avaliação outperform para ações do Burger King (BKBR3), com preço-alvo de R$ 13,00.

Tenda (TEND3)

A Tenda (TEND3) registrou um lucro líquido de R$ 6 milhões no terceiro trimestre de 2021, o que representou uma retração de 81% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 33,8 milhões.

Dessa forma, a companhia viu seu lucro cair apesar de sua receita líquida ter avançado 10,2% na mesma base, chegando a R$ 721,2 milhões, uma vez que os custos e gastos também cresceram, limitando o desempenho.

O Bradesco BBI avalia que as margens foram mais atingidas do que aquelas de outras empresas do setor, à medida que levou um tempo relativamente longo para que a empresa rearranjasse sua política central, em meio a pressões de custo.

O banco diz que, em comparação, a Direcional pressionou por ganhos de preço desde o início, e deve apresentar margens cerca de 12 pontos percentuais mais altas que aquelas da Tenda, que vem tomando medidas para alterar esse cenário e apresentando sinais de que o desempenho abaixo da média do mercado no trimestre não deve ser encarado como um novo nível base para sua lucratividade no futuro.

Tegma (TGMA3)

A Tegma (TGMA3) reportou lucro líquido no terceiro trimestre deste ano de R$ 34,2 milhões, cifra 14,2% maior do que os R$ 29,9 milhões reportados um ano antes.

O resultado reflete um crédito tributário extraordinário reconhecido no período e a “resiliência operacional da companhia”.

O Itaú BBA comentou que os resultados vieram fracos conforme o esperado.

Segundo o banco, a Tegma continuou sofrendo com a falta de peças na cadeia automotiva como um todo, causando diversas interrupções nas linhas de produção das montadoras, eventos que se intensificaram nos meses de julho e agosto. Isso levou a uma queda nos veículos transportados no trimestre, levando a participação de mercado da Tegma a um mínimo histórico consecutivo de 22,4%. O banco mantém avaliação outperform para ações, com preço-alvo de R$ 33,00.

Brasil Agro (AGRO3

A BrasilAgro reportou lucro líquido de R$ 107,8 milhões no primeiro trimestre da safra 2021/22. O resultado representa um crescimento de 43% em relação ao mesmo período da safra  2020/21.

A receita líquida somou R$ 378,1 milhões no período, alta de 65% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O lucro antes do juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 205% na comparação com igual etapa do ano anterior, totalizando R$ 190,6 milhões.

Já a margem Ebitda alcançou 50,4%, alta de 22 p.p. na mesma base de comparação.

O Caixa e Equivalente de Caixa somou R$ 1,2 bilhão.

Alper (APER3)

A Alper reportou lucro líquido ajustado de R$ 2,05 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), retração de 43,6% em relação ao mesmo período de 2020.

Segundo a empresa, o resultado foi impactado por despesas não recorrentes e o aumento na amortização, relacionado ao crescente número de aquisições realizadas.

A receita líquida somou R$ 35,9 milhões no 3T21, alta de 30,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Itaú (ITUB4)

O Itaú Unibanco (ITUB4) informou que aumentou sua participação no capital votante do Itaú Corpbanca de 39,22% para 53,79%, por meio do exercício dos seus direitos de subscrição, bem como de direitos de subscrição adquiridos de outro acionista.

O Itaú Unibanco esclarece que este aumento de capital do Itaú Corpbanca ainda não foi finalizado e que pretende subscrever a totalidade das ações remanescentes a que terá direito na próxima etapa de subscrição deste aumento de capital.

Vivo (VIVT3), Claro e TIM (TIMS3)

As grandes teles do país, Vivo (VIVT3), Claro e TIM (TIMS3), encamparam uma disputa para arrematar os lotes de faixa de 3 GHz da tecnologia 5G, a mais cobiçada no certame realizado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) nesta quinta-feira (4).

A Claro levou o lote B1, de 80 MHz, por R$ 338 milhões. A Telefônica, dona da marca Vivo, ganhou o lote B2 por R$ 420 milhões. E a TIM conseguiu o lote B3 por R$ 351 milhões.

A faixa 3 GHz é a mais utilizada no mundo para o 5G por levar rápida conexão de internet ao consumidor final.

Brisanet (BRIT3)

A Brisanet Serviços de Telecomunicações (BRIT3) tornou-se, nesta quinta-feira (4), mais uma operadora de telefonia móvel no país, após arrematar blocos da licitação de oferta da tecnologia 5G. O leilão do 5G é realizado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

A empresa, considerada a maior operadora de internet do Nordeste, arrematou um primeiro lote de 80 MHz da faixa de 3GHz para levar o 5G à região Nordeste do país. Com a oferta de R$ 1,2 bilhão, a proposta da Brisanet obteve um ágio de 13.741%.

A companhia também arrematou outro lote, de 80 MHz da mesma faixa, para disponibilizar 5G na região Centro-Oeste, com oferta de R$ 105 milhões. Já o lote de 5G, da região Norte e do estado de São Paulo, foi obtido pela Sercomtel, do Paraná.

3R Petroleum (RRRP3)

A 3R Petroleum (RRRP3) movimentou R$ 2,41 bilhões em sua oferta subsequente de ações. As ações foram emitidas com preço unitário de R$ 33,00.

Em razão do aumento do capital social no âmbito da Oferta, o novo capital social da Companhia passou a ser de R$ 4,146 bilhões, dividido em 202.593.078 ações ordinárias.

Lojas Renner (LREN3)

A Lojas Renner (LREN3) anunciou aumento do capital social no valor de R$ 1,23 bilhão. A cifra contou com a incorporação de parte do saldo da conta de Reserva de Capitais e da conta de Reserva de Lucros.

Além disso, a companhia informou sobre a bonificação de ações em 10%, com distribuição gratuita aos acionistas. Com isso, a Renner fará a emissão de 89,85 milhões de novas ações ordinárias, sendo uma nova ação para cada dez possuídas, com um custo de R$ 13,35.

Os acionistas que terão direito a esse benefício devem adquirir as ações das Lojas Renner até o dia 08 novembro.

Iguatemi (IGTA3)

A Iguatemi informou que as ações da Iguatemi Empresa de Shoppings Centers (IGTA3) serão negociadas até 19 de novembro. Com isso, as units da empresa passarão a ser negociadas na B3 a partir do dia 22.

As mudanças devem-se à reorganização societária da Iguatemi, na qual será incorporada pela Jereissati Participações.

Segundo comunicado, o prazo final para os acionistas solicitarem a conversão das ações continua sendo 16 de novembro.

No dia 19, cairá o crédito das units aos acionistas que solicitaram a conversão. Já no dia 24, será feito o pagamento das units para os acionistas da Iguatemi Empresa de Shoppings Centers.

Orizon (ORVR3)

A Orizon (ORVR3) comprou a UPI Aterros pelo valor de R$ 840 milhões. Do montante total, R$ 75 milhões são dos termos da proposta vinculante original e os R$ 765 milhões restantes foram mediantes a utilização de créditos extraconcursais do Grupo Estre.

Mils (MILS3

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra de 100% do capital social da SK Rental do Brasil pela Mils (MILS3).

A empresa de engenharia destaca que a consumação da transação será efetuada em até 15 dias.

Alliar ([ativo=ALLR3])

Depois da sua proposta de compra de até 20% do bloco de controle da Alliar ter sido negada, o empresário Nelson Tanure, que detém 28,5% da empresa, partiu para a judicialização. As informações são do jornal Valor.

Na última terça-feira, Tanure entrou com uma ação contra os dois maiores acionistas da companhia, os médicos Sérgio Tufik e Roberto Kalil, que são presidente e membro do conselho de administração da empresa, respectivamente. O empresário alega conflito de interesse de ambos com transações de partes relacionadas.

Suzano (SUZB3)

A Suzano (SUZB3) divulgou nesta sexta-feira (05) estimativas a respeito do Projeto Cerrado, que consiste na construção de uma nova planta de produção de celulose no município de Ribas do Rio Pardo, no estado do Mato Grosso do Sul.

Em adição ao investimento de capital industrial de R$ 14,7 bilhões, a companhia estima o valor adicional de R$ 4,6 bilhões que contempla um dispêndio total de R$ 19,3 bilhões relativo à plena execução do Projeto Cerrado, com desembolso distribuído entre os anos de 2021 e 2024.

Telefônica (VIVT3), TIM (TIMS3) e Claro

Para o Credit Suisse, o resultado do primeiro dia de leilão do 5G foi bom para as grandes empresas de telecomunicações (Vivo, Claro e TIM).

Isso porque, segundo o banco, não houve interesse dos novatos pelo quarto bloco nacional de 3,5GHz eliminando o risco de entrada de um novo player com cobertura nacional 5G, as três empresas de telecomunicações conseguiram adquirir 100 MHz na banda de 3,5 GHz, considerada a largura de banda ideal para serviços 5G de alta qualidade.

Além disso, as três empresas de telecomunicações conseguiram ganhar alguns blocos de 2,3 GHz para aumentar sua capacidade de 4G a baixo custo.

De acordo com o Credit Suisse, o impacto de caixa efetivo esperado está totalmente em linha com as estimativas.

Infracommerce (IFCM3)

A Infracommerce CXaa (IFCM3) aprovou, por unanimidade, os termos da incorporação de ações da Synapcom Comércio Eletrônico pela companhia.

O Contrato dispõe sobre a aquisição pela Infracommerce de 1.869.187 ações de emissão da Synapcom, simultaneamente à incorporação, pela Infracommerce, de 934.592 ações de emissão da Synapcom, com a consequente conversão da Synapcom em subsidiária integral da Infracommerce, e correspondente emissão de 25.268.472 novas ações ordinárias pela Infracommerce a serem subscritas pelos atuais acionistas da Synapcom.

Yduqs ([ativo=YUDQ3]) e Cogna (COGN3

O Credit Suisse manteve recomendação outperform para ações Yduqs, mas revisou o preço alvo de R$ 38,00 para R$ 35 com base em um modelo de fluxo de caixa descontado.

Segundo o banco, a revisão corrige uma redução no consumo para o curto prazo, uma vez que a recuperação no campus (OC) desacelerou devido à segunda onda de Covid-19, o crescimento da importância dos modelos híbridos, em oposição aos puros no campus, ajustes nas margens dos negócios premium e aumento do ágio e amortização de TI, reduzindo o índice de tributação efetivo.

O banco, por sua vez, cortou o preço-alvo para a Cogna de R$ 3,40 para R$ 2,30, mantendo recomendação underperform (desempenho abaixo da média), também considerando um aumento no custo de capital da companhia. Devido à alta alavancagem (6 x dívida líquida / EBITDA 21), as taxas de juros impactam consideravelmente o fluxo de caixa para o patrimônio líquido e o resultado.

De acordo com o banco, a revisão incorpora a redução da margem do 2S21, dado o retorno dos custos presenciais, a contínua deterioração dos tickets, aumento da agressividade das despesas de marketing no 4T21, visando melhorar a captação de 2022 e perda de escala em Vasta, uma vez que os custos fixos foram projetados para maiores vendas em 2021.

 

(com Reuters)

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