Enauta (ENAT3) e Boa Safra (BOAS3) pagarão dividendos, Embraer (EMBR3) assina contrato de swap e Copel divulgará resultados

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quarta-feira (10)

Felipe Moreira

(Shutterstock)

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O radar corporativo desta quarta-feira (10) traz a Enauta (ENAT3) e a Boa Safra Sementes (BOAS3), que definiram a data do pagamento de dividendos aos acionistas.

A Embraer (EMBR3) assinou contratos de equity swap de até 19,556 milhões de ações de sua própria emissão.

A CVC Brasil (CVCB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 128 milhões no primeiro trimestre de 2023, número 23,3% menor do que o prejuízo de R$ 166,8 milhões do mesmo período do ano passado.

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A Minerva (BEEF3) registrou um lucro líquido de R$ 114 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), praticamente estável (queda de 0,5%) na comparação com o último trimestre de 2022.

A Telefônica Brasil (VIVT3) reportou lucro líquido de R$ 835 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), montante 11,3% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2022.

A EcoRodovias (ECOR3) registrou lucro líquido de R$ 113 milhões no primeiro trimestre de 2023. A cifra é quase dez vezes maior do que a registrada um ano antes, de R$ 11,8 milhões.

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A Méliuz (CASH3) registrou um prejuízo líquido de R$ 11,9 milhões no primeiro trimestre de 2023. O número é 81% maior do que o déficit registrado no mesmo período do ano passado.

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A temporada de balanços segue a todo vapor, com a divulgação de resultados de Copel (CPLE6), Guararapes-Riachuelo (GUAR3), Enauta (ENAT3), Lavvi Empreendimentos (LAVV3), Qualicorp (QUAL3) e mais empresas, após o fechamento dos mercados.

Confira mais destaques:

Enauta (ENAT3)

A Enauta (ENAT3) informou que, conforme deliberação da Assembleia Geral Ordinária realizada em 28 de abril de 2023, serão distribuídos dividendos no valor total de R$ 39.514.509,60 e ratifica o valor unitário de R$ 0,15 por ação ordinária para R$ 0,14997428753, em razão de movimentação de ações mantidas em tesouraria, fazendo jus a tais dividendos a totalidade das 263.475.228 ações de emissão da Companhia, já excluídas as ações mantidas em tesouraria.

Os dividendos serão pagos tendo como base a posição acionária de 28 de abril de 2023 e a partir de 02 de maio de 2023, inclusive, todas as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos. O pagamento dos dividendos será efetuado no dia 15 de maio de 2023.

Boa Safra (BOAS3)

A Boa Safra informou que, realizará o pagamento, em 18 de maio de 2023, da totalidade dos dividendos declarados, no valor de R$ 1.596.538,98, conforme aprovado em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, realizada em 27 de abril de 2023. O valor a ser pago é de R$ 0,013629285 por ação, no dia 18 de maio.

Terão direito ao recebimento dos dividendos, os acionistas detentores de ações de emissão da companhia em 27 de abril de 2023, sendo que as ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 28 de abril de 2023.

Mills (MILS3)

A Mills (MILS3) aprovou a alteração do valor de dividendo por ação a ser creditado aos acionistas no dia 12 de maio de 2023 em função da redução do saldo de ações em tesouraria para atender o Programa de incentivo com ações restritas. Não houve qualquer alteração no valor total dos dividendos complementares a serem distribuídos.

O novo valor por ação a ser creditado será de R$ 0,005003495.

Embraer (EMBR3)

A Embraer (EMBR3) assinou contratos de equity swap de até 19,556 milhões de ações com Santander (SANB11), conforme documento encaminhado ao mercado.

De acordo com a fabricante brasileira de aeronaves, o movimento diz respeito a troca de resultados de fluxos financeiros futuros com liquidação financeira.

O equity Swap permitirá à companhia receber a variação de preço relacionado às ações de sua emissão negociadas em bolsa acrescido de quaisquer proventos distribuídos às ações objeto do Equity Swap (ponta ativa) e pagar CDI acrescido de uma taxa (ponta passiva).

Segundo comunicado, o contrato tem como necessidade neutralizar as oscilações nas cotações das ações de emissão da companhia, tendo em vista a necessidade de pagamentos futuros pela companhia no âmbito de seus planos de incentivo de longo prazo.

Além disso, a Embraer e a Saab inauguraram na última terça-feira (9) a linha de produção do caça Gripen E no Brasil na unidade da Embraer em Gavião Peixoto, em São Paulo. “Este é um importante marco do programa de transferência de tecnologia e no compromisso das empresas em trabalharem juntas em novas oportunidades de negócios”, afirma a empresa.

Braskem ([ativo=BRKM5)

A Novonor confirmou na noite de ontem que recebeu do fundo de private equity americano Apollo e da Adnoc, estatal de petróleo de Abu Dabi, uma oferta não vinculante para a aquisição indireta da participação detida na Braskem ([ativo=BRKM5]). A proposta não vinculante estabelece R$ 47 por ação com os ajustes usuais a este tipo de transação.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Braskem informa que as ações da Novonor estão alienadas fiduciariamente aos bancos credores e que a oferta é também destinada a essas instituições financeiras.

“A Novonor reitera que a oferta encontra-se sob sua avaliação e ressalta que não há qualquer decisão, mesmo que preliminar, tomada a seu respeito”, afirma o acionista em resposta à Braskem, que recebeu questionamentos da CVM sobre a falta de informações sobre o processo.

CVC Brasil (CVCB3)

A CVC Brasil (CVCB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 128 milhões no primeiro trimestre de 2023, número 23,3% menor do que o prejuízo de R$ 166,8 milhões do mesmo período do ano passado.

A receita líquida da companhia de turismo, por sua vez, ficou praticamente estável na base anual, saindo de R$ 292,8 milhões para R$ 295,5 milhões – alta de apenas 0,9%.

Minerva (BEEF3)

A Minerva (BEEF3) registrou um lucro líquido de R$ 114 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), praticamente estável (queda de 0,5%) na comparação com o último trimestre de 2022

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) do 1T23 alcançou o patamar de R$ 531,9 milhões, uma queda ano a ano de 17,7%. Analistas projetavam Ebitda de R$ 525 milhões, segundo dados de analistas compilados pela Refinitiv.

Méliuz (CASH3)

A Méliuz (CASH3) registrou um prejuízo líquido de R$ 11,9 milhões no primeiro trimestre de 2023. O número é 81% maior do que o déficit registrado no mesmo período do ano passado, quando a companhia, focada em cashback, perdeu R$ 6,5 milhões.

A alta do prejuízo vem a despeito de um avanço de 10% da receita líquida, que saltou de R$ 90 para R$ 98,7 milhões. E o avanço do faturamento acontece mesmo com o volume bruto de mercadorias (GMV, na sigla em inglês) no Shopping Brasil, principal braço da companhia, tendo recuado 17% no ano, para R$ 1,11 bilhão.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A Telefônica Brasil (VIVT3) reportou lucro líquido de R$ 835 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), montante 11,3% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2022, em função da forte evolução do EBIT (+17,0% a/a), que foi parcialmente compensado pelo maior nível de depreciação e amortização e das maiores despesas financeiras.

O Ebitda totalizou R$ 4,942 milhões no 1T23, um crescimento de 9,6% em relação ao 1T22.

Ecorodovias (ECOR3)

A EcoRodovias (ECOR3) registrou lucro líquido de R$ 113 milhões no primeiro trimestre de 2023. A cifra é quase dez vezes maior do que a registrada um ano antes, de R$ 11,8 milhões.

O Ebitda foi de R$ 785,1 milhões no período, uma alta de 73,8% em relação ao primeiro trimestre de 2022.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) registrou lucro líquido consolidado de R$ 59,6 milhões no primeiro trimestre de 2023. Assim, a companhia reverteu o prejuízo líquido de R$ 16,5 milhões obtido nos três primeiros meses do ano passado.

O Ebitda normalizado da companhia foi de R$ 149,2 milhões, crescimento de 99,1% na mesma base de comparação.

Armac (ARML3)

A Armac (ARML3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 26,2 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), montante 6,2% inferior ao reportado no mesmo intervalo de 2022.

No 1T23, a receita líquida atingiu R$ 291,5 milhões, expansão de 49,2% quando comparada com o 1T22. A receita líquida de locação atingiu R$ 256,0 milhões, crescendo 37,7% versus o 1T22.

Cury (CURY3)

A construtora voltada para imóveis populares Cury (CURY3) teve lucro líquido das atividades de R$ 94,1 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), um avanço de 48,4% na base de comparação com o 1T22.

O percentual atribuível à Cury (parte Cury) do lucro líquido foi de R$ 91,8 milhões, sendo 48,3% maior em relação ao 1T22. A margem líquida consolidada foi de 15,8%, enquanto a margem líquida reportada no 4T22 foi de 16,8% e de 14,2% no 1T22.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 122,4 milhões no 1T23, um avanço anual de 51,9%. Já a receita líquida subiu 33% ano a ano, indo para R$ 595 milhões no 1T23.

Eternit (ETER3)

A Eternit (ETER3), em recuperação judicial, registrou lucro líquido de R$ 22 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma queda de 48% na base de comparação anual (1T22), ainda que com um avanço de 56,8% frente o 4T22. Já o lucro recorrente foi de R$ 23,137 milhões, queda anual de 27,3%.

A receita líquida, por sua vez, foi de R$ 296,38 milhões, um avanço anual de 14,1%.

Camil (CAML3)

A Camil (CAML3) registrou lucro líquido de R$ 15,9 milhões no quarto trimestre do ano fiscal de 2022 (4T22), o que representa uma redução de 88,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2021.

O resultado foi impactado negativamente pelo aumento das despesas financeiras em função da elevação de juros sobre financiamentos com aumento da taxa de juros no período.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 157 milhões no 4T22, um crescimento de 7,7% em relação ao 1T22.

BrasilAgro (AGRO3)

A BrasilAgro (AGRO3) registrou prejuízo líquido de R$ 3,3 milhões no terceiro trimestre do ano safra 2022/2023 (3T23), revertendo lucro de R$ 81,7 milhões da mesma etapa do ano passado.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 44,2 milhões no 3T23, um crescimento de 107% em relação ao 3T22.

CSU Digital (ex-CSU Cardsystem)

A CSU Digital, ex-CSU Cardsystem, reportou aumento de 30,7% no lucro líquido no primeiro trimestre de 2023 em relação a igual período do ano passado, saindo de R$ 15,5 milhões para R$ 20,2 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 43,5 milhões, alta anual de 11%. Isso levou a uma alta da margem Ebitda de 3 p.p. (pontos percentuais), para 32,8%.

Infracommerce

A Infracommerce (IFCM3), empresa dedicada a serviços voltados ao e-commerce, reportou aumentou de 34,1% no prejuízo líquido no primeiro trimestre de 2023 em relação a igual período do ano passado, saindo de R$ 59,2 milhões para R$ 79,5 milhões. A margem líquida piorou 6,7 pontos percentuais, para 37,3%. Em termos ajustados, o prejuízo subiu 92,4% na mesma base de comparação, para R$ 61,4 milhões.

Por outro lado, a receita líquida da companhia avançou 10,1%, chegando a R$ 214,2 milhões, e lucro bruto de R$ 90,8 milhões (+11,2%). A margem bruta avançou 0,4 ponto, para 42,4%. O CFO da Infracommere, Fábio Bortolotti, afirma que a receita obtida no trimestre foi na contramão do mercado, que apresentou recuou no mesmo comparativo.

Enjoei (ENJU3)

A Enjoei (ENJU3), empresa de marketplace voltada para venda de produtos usados, teve prejuízo líquido de R$ 9,03 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), perda 71% menor na comparação com igual período do ano passado (1T22).

A receita líquida avançou 17,7% na base de comparação anual, totalizando R$ 35,9 milhões.

Fras-Le (FRAS3)

A fabricante de autopeças Frasle Mobility (FRAS3), ex Fras-le, obteve lucro líquido de R$ 90,4 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), o que representa um crescimento de 224,4% na comparação com igual etapa do ano passado.

A empresa atribui o resultado a estratégia de compras do último trimestre protegeram a companhia de repasses de preços na cadeia de suprimento, variação do câmbio, inflação na Argentina e sinergias entre todas as empresas do conglomerado

Yduqs (YDUQ3)

A Yduqs (YDUQ3) reportou lucro líquido de R$ 149,5 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), montante 96,6% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2022 e acima dos R$ 111,6 milhões previstos pelo consenso Refinitiv.

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 484,4 milhões no 1T23, um crescimento de 21% em relação ao 1T22 e acima do consenso Refinitiv, que previa Ebitda de R$ 473,6 milhões.