Destaques do mês

As 5 maiores altas e as 5 maiores baixas do Ibovespa no mês de fevereiro

SulAmérica e Rede D’Or se destacaram na ponta positiva do índice, com destaque para a seguradora, enquanto Qualicorp teve forte queda

Por  Lara Rizério, Vitor Azevedo

Em um mês mais curto, mas ainda assim de diversos acontecimentos, o Ibovespa fechou em alta de 0,88%, com um forte avanço na reta final do último pregão do mês após sessões de aversão ao risco em meio ao conflito entre Rússia e Ucrânia. Já nesta sexta-feira, teve uma alta de 1,39% com expectativa de conversa entre os dois países.

O saldo foi positivo para o índice, mas alguns papéis tiveram desempenho bem superior, muito atrelado a operações de fusões e aquisições, como no caso de SulAmérica (SULA11) e Rede D’Or (RDOR3). A temporada de resultados também impactou o desempenho das companhias, tanto positiva, como no caso de Minerva (BEEF3) e Totvs (TOTS3), como negativamente, no caso de Banco Inter (BIDI11).

Confira abaixo os maiores destaques de alta e de baixa do mês:

SulAmérica (SULA11) e Rede D´Or (RDOR3): ganhos respectivos de 38,58% e 15,07%

Duas das maiores altas do índice no mês, com destaque para a primeira colocada, ocorreram em meio a um acordo no final do mês que surpreendeu a muitos do mercado.

Na última quarta-feira (24), grupo hospitalar Rede D’Or anunciou ter acertado a compra da SulAmérica,  ilustrando o processo de consolidação do setor de saúde no Brasil acelerado após a pandemia da Covid-19.

A operação, toda em ações, avalia a seguradora em cerca de R$ 13 bilhões com base em dados de valor de mercado da SulAmérica na B3. O negócio marca também a maior aquisição da Rede D’Or desde que a companhia estreou na B3 em maio passado, com uma oferta inicial de ações (IPO) de R$ 11,5 bilhões.

Pela operação, aprovada pelo conselho de administração das duas empresas, a holding controladora da SulAmérica será extinta e sucedida pela Rede D’Or. Os acionistas da SulAmérica ficarão com 13,5% do capital da Rede D’Or. A transação envolve prêmio de 49,3% aos acionistas da SulAmérica com base em 18 de fevereiro. Com isso, SULA11 subiu 25% e posteriormente 15% na quarta e quinta, respectivamente.

“Para a SulAmérica, nós definimos a transação como positiva, dado que o valor da negociação está muito em linha com o que vemos como um ‘preço-justo’ para as ações”, comentou Marcio Osako, analista do Bradesco BBI, em relatório. “Já para a Rede D’Or, nós vemos a operação como um movimento estratégico e financeiramente positivo”, completa.

Conforme destaca a Levante Ideias de Investimento, a operação ofuscou até mesmo os números do quarto trimestre da SulAmérica, que foram considerados fracos, encerrando o trimestre com um prejuízo líquido de R$ 31 milhões e um crescimento considerável na sinistralidade, que superou uma alta de apenas 3% na receita líquida.

“A SulAmérica, assim como as demais seguradoras do ramo da saúde, teve nítida expansão dos gastos com indenizações e atendimentos relacionados a COVID. A pandemia trouxe com ela um aumento nos indicadores de quantidade de internações, período das mesmas e gastos com unidades de tratamento intensivo, elevando consideravelmente o patamar da sinistralidade quando comparada às médias históricas”, avalia a Levante.

Assim, à medida que os efeitos da pandemia vão se atenuando pela redução dos indicadores de contágio e internação, é esperado que o dispêndio proporcional com sinistros converta de modo gradual aos níveis pré-pandemia, apontam os analistas da casa de análise. Afinal, os planos sofrerão reajustes de preço impactando aumento de receita e as linhas de custos tenderão a redução.

Como último ponto, o setor de seguros é beneficiado por uma alta de juros, uma vez que o floating da receita dos seguros é sujeito a maior rendimento nominal. “Assim sendo, em um cenário provável de permanência dos juros no patamar dois dígitos, é esperado que a empresa continue trazendo bons resultados financeiros”, concluem.

Carrefour (CRFB3): em alta de 14,28% com sinergias e atacarejo

As ações do Carrefour foram impactadas positivamente, não só pelos resultados, mas pelas expectativas maiores de sinergias com o BIG.

A companhia, junto com os resultados divulgados em 15 de fevereiro, revisou suas estimativas com o Grupo BIG em 15%, para no mínimo R$ 2 bilhões (de R$ 1,7 bilhão antes) até 2025, com a maior parte delas vindo de compras, despesas operacionais e maior produtividade das lojas.

Já o atacarejo foi destaque no resultado do Carrefour por meio do Atacadão, enquanto os números em geral foram vistos como em linha com o esperado.

Segundo o Itaú BBA, o Carrefour Brasil registrou rentabilidade acima do esperado, principalmente neste segmento.

O Itaú BBA comentou que os números ficaram em linha com as projeções de receita, mas superaram as estimativas de rentabilidade, principalmente devido a uma margem Ebitda (Ebitda – ou lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações – sobre receita líquida) de 7,9%, acima do esperado na divisão do atacarejo (alta de 0,4 ponto na base anual).

O Bradesco BBI também ressaltou que os resultados mostram que o principal motor de crescimento e lucro da empresa – Atacadão – continua resiliente.

Assim, reportou números que estão acima de as estimativas 4% no Ebitda e 7% no lucro líquido, com a maior parte  impulsionada por um resultado mais forte do que o esperado no Banco Carrefour.

As vendas mesmas lojas (SSS) recuaram 5% no Atacadão, um pouco abaixo da estimativa de queda de 3%, mas o Ebitda ficou 1% acima, crescendo mais de 40% em 2 anos. O varejo foi fraco, como esperado, com queda das SSS em 9%, enquanto o Ebitda foi 1% menor que a estimativa do BBI.

Após o resultado, o Bradesco BBI elevou o preço-alvo para a ação de R$ 23 para R$ 24 (upside de 50%), com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado).

“No geral, o resultado superando as estimativas é algo positivo, embora não acreditemos que os números mudem materialmente o caso de investimento. A principal oportunidade para os investidores agora é a aquisição do Grupo BIG (que esperamos ser aprovado com remédios mínimos até meados do ano). Estimamos um aumento no lucro por ação de dois dígitos no primeiro ano (…) Portanto, mantivemos nossa recomendação com apenas pequenos ajustes em nossas estimativas (que ainda não incorporam o Grupo BIG) e um aumento marginal em nosso preço-alvo”, apontaram os analistas do BBI.

Vale (VALE3): volátil, mas contando com otimismo do mercado, ação sobe 14,11%

Na reta final do mês, as ações da Vale passaram a figurar entre os maiores ganhos do período e em um último dia de fevereiro bastante volátil para os papéis, com os ativos saindo de queda de 2% para avanço de mais de 5% no dia após a divulgação dos resultados do quarto trimestre.

O mês também foi marcado por uma forte volatilidade do minério de ferro, em meio às atuações do governo da China, país que é o maior consumidor da commodity no mundo, para tentar conter os preços. Contudo, analistas destacaram ao InfoMoney ter visto o movimento como pontual.

Com relação ao resultado do quarto trimestre, analistas apontaram que a companhia mostrou dados que decepcionaram o mercado, apesar de um lucro líquido recorde de R$ 121,2 bilhões registrado em 2021.

Os dados de lucro antes juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) foram abaixo da expectativa.

Os dividendos, ainda que expressivos, foram menores do que o geralmente esperado, apontou o Bradesco BBI, principalmente porque a base de dividendos (Ebitda menos capex de manutenção) foi afetada pelas provisões relacionadas a Brumadinho.  A mineradora informou que distribuirá US$ 3,5 bilhões aos seus acionistas por meio de dividendos, sendo US$ 1,25 bilhão desses extraordinários. Ao total, cada papel dará direito ao seu detentor o saque de US$ 0,73 ou R$ 3,701.

Mesmo com esses dados, a maior parte dos analistas segue positiva com o papel. “Esperamos que os preços do minério de ferro permaneçam dentro da faixa de US$ 130 a US$ 150 a tonelada no curto prazo, o que pode levar a revisões para cima dos lucros”, avalia o BBI. BBA e XP também reiteraram sua visão positiva após o resultado.

Totvs (TOTS3): balanço confirma otimismo e ação sobe mais de 13%

A Totvs foi uma das principais altas do Ibovespa em fevereiro, avançando 13,69%, com sua ação cotada, no último pregão, a R$ 33,05.

A companhia divulgou seu resultado do quarto trimestre por no dia 17 deste mês e os números agradaram boa parte dos analistas.

O Itaú BBA, por exemplo, chegou a elevar o preço-alvo da companhia após a publicação do resultado. ““Atualizamos nosso modelo para incorporar a forte faturamento recorrente no quarto trimestre e elevamos nosso preço-alvo e reiteramos nossa recomendação de desempenho superior na Totvs, uma de nossas principais escolhas em nossa cobertura de tecnologia para 2022”, afirmaram os analistas do banco.

A companhia viu seu lucro saltar 30,9% no ano, chegando a R$ 125,8 milhões. A receita líquida avançou 33,5% na mesma base, para R$ 920,6 milhões, e o Ebitda subiu 32,3%, indo a R$ 217,5 milhões, com a margem crescendo 0,1 ponto percentual. Além de tudo, a Totvs registrou ainda uma melhora no resultado financeiro, que ficou positivo em R$ 368,4 milhões.

O Credit Suisse destacou que a empresa divulgou números positivos, com receita líquida e Ebitda 3% acima do consenso (Refinitiv) e bastante em linha com suas estimativas. O banco apontou que a empresa continua atendendo às já fortes estimativas do mercado. O Bradesco BBI, por sua vez, enxergou os resultados como bons para as ações, principalmente considerando a forte aceleração no segmento core (divisão de gestão).

Além do resultado, no último dia de janeiro, a Totvs informou que o Fundo Soberano de Singapura aumentou sua participação na empresa, tendo adquirido, nos últimos dias do primeiro mês do ano, cerca de 5,084% das ações da companhia – totalizando, agora, uma participação de 6,5%.

Confira as maiores altas do Ibovespa em fevereiro:

EmpresaTickerCotaçãoVariação
SulAméricaSULA11R$ 35,20+38,58%
Rede D’OrRDOR3R$ 51,00+15,07%
CarrefourCRFB3R$ 19,05+14,28%
ValeVALE3R$ 92,28+14,11%
TotvsTOTS3R$ 33,05+13,69%

 

Maiores baixas

Qualicorp (QUAL3): queda de 30% dos ativos

Como destacado acima, SulAmérica e Rede D’Or tiveram forte avanço no mês de fevereiro, principalmente a primeira companhia, sendo que um dos principais catalisadores para tanto foi o acordo de compra da seguradora pela rede de hospitais.

Contudo, na ponta oposta, estiveram as ações da da administradora de planos de saúde Qualicorp, que fecharam o mês com baixa de 30,11%. Apenas na quinta-feira (24), os ativos desabaram mais de 14% diante das incertezas trazidas pelo acordo entre as duas outras empresas. Isso em um cenário em que Rede D’Or detém cerca de 29% da Qualicorp, incluindo por veículos indiretos, posição incrementada ao longo de 2021.

Analistas do Citi destacaram, em relatório, que a Qualicorp também é um veículo de distribuição de planos da SulAmérica, e que “essas fortes conexões (entre os negócios) podem ser vistas como um dos atrativos da combinação de negócios proposta”. Entretanto, os analistas ponderaram que “a regulação atual impede que administradoras de benefícios e operadoras de saúde comercializem produtos sob o mesmo grupo econômico, o que poderia eventualmente descarrilar os planos comerciais da Qualicorp”.

Os analistas apontaram que ainda não se sabe se a participação minoritária da Rede D’Or na Qualicorp será caracterizada por órgão regulador como sendo do mesmo grupo econômico. “Mas as ações de Qualicorp devem permanecer voláteis até maiores esclarecimentos”, escreveram os analistas.

A Qualicorp disse em nota que montou sua plataforma por meio de parcerias com mais de 100 operadoras, que tem “administração independente e continuará sua estratégia de negócios”. A companhia ressaltou que é uma ‘corporation’, sem controlador definido e capital pulverizado.

BRF (BRFS3): ação cai 25,17% entre follow-on e resultados

A BRF foi uma das principais quedas do Ibovespa em fevereiro, no mesmo mês em que a companhia terminou um processo de follow on, publicou seus resultados do quarto trimestre e passa por um processo de troca de conselheiros.

O processo de oferta do frigorífico foi primário, com a companhia levantando R$ 5,4 bilhões para o seu caixa.

A precificação das ações, porém, ficou em R$ 20, com desconto ao se levar em conta o preço da época, uma vez na véspera da precificação da oferta as ações estavam sendo negociadas a R$ 24,75, oque explica parte da queda acumulada no mês.

Além disso, pesou sobre a companhia incertezas que precederam a oferta de ações. Houve, a princípio, um entrave para a operação. O fundo de pensão Petros, grande acionista da BRF, ameaçou ir à Justiça contra a Marfrig (MRFG3) se a companhia avançasse sobre a BRF em seu follow on.

Detentora de 33,25% da BRF com uma posição montada recentemente, a Marfrig vinha sinalizando fazia algum tempo interesse em aumentar sua participação na empresa – e até mesmo havia a expectativa do mercado de que ela tomasse o controle da BRF através de mais aquisições de ações, o que seria visto pelo mercado como uma forma de destravar valor para a BRF.

Contudo, posteriormente, a Marfrig, ainda que não tenha superado a participação de 33,33%, o que desencadearia o poison pill, – mecanismo de proteção da companhia a seus acionistas minoritários que obriga que o comprador realize uma oferta de compra a todos os acionistas após atingir certa participação na empresa – passou a mostrar influência na BRF.

Ela indicou sua chapa para o conselho de administração da BRF (BRFS3). Marcos Molina, fundador da Marfrig, foi indicado como presidente. Entre os demais membros, estão Sergio Rial, ex-CEO do Santander Brasil e atual chairman do banco, e outros oito conselheiros com diferentes perfis que chegam com a missão de dar um norte para a BRF.

As indicações foram vistas como positivas, mas a BRF acabou sofrendo com os resultados do quarto trimestre de 2021, considerados “pouco inspiradores”, na palavra de analistas do Santander.

O banco explicou, então, que os resultados vieram abaixo do esperado por conta, em grande parte, de maiores despesas logísticas no Brasil. Além disso, a lucratividade teria permanecido mais fraca na base anual principalmente devido aos altos preços dos grãos.

Banco Inter (BIDI11): resultado intensifica baixa, apesar de visões diversas

O Banco Inter é outra companhia que sofreu por conta da publicação de seus resultados do quarto trimestre. Apenas no pregão seguinte à divulgação, as ações caíram mais de 10%. Em todo o mês, a queda foi de 22,29%, a R$ 20,19.

O banco reportou lucro líquido contábil de R$ 6,4 milhões no quarto trimestre de 2021, cifra 67,1% inferior ao registrado em igual etapa de 2020. As receitas totais atingiram R$ 1,1 bilhão entre outubro e dezembro e R$ 3,2 bilhões em todo o ano, altas de, respectivamente, 145% e 131% na base anual.

Pode ter assustado parte dos investidores o aumento das provisões para pagadores duvidosos, que tiveram alta de 120% ao ano, chegando a R$ 144,7 milhões. Para analistas, porém, de qualquer forma a queda foi exagerada.

Para a Levante Ideias de Investimentos e para o Itaú BBA, o Inter apresentou bons números para o trimestre, com destaque para o forte crescimento de receita, acima das expectativas, que de maneira geral já são bem altas para o banco. Já o Itaú BBA destacou combinação de monetização acelerada de clientes (margem financeira e Serviços), diluição de custos e índices de inadimplência estáveis.

O Bradesco BBI, por sua vez, destacou os resultados como marginalmente negativos para as ações. Apesar da geração de receita forte, com o faturamento por cliente subindo, o custos de serviços estável e o bom desempenho do marketplace, os analistas do banco destacaram destaca a perda de R$ 70 milhões em operação de cessão de créditos. O UBS endossou o comentário.

Via (VIIA3): cenário desafiador continua

A Via em fevereiro recuou 19,70%, fechando o mês a R$ 3,79. Em parte, boa parte da queda da companhia é explicada por conta do cenário negativo que afeta quase todas as varejistas.

A XP Investimentos, por exemplo, reduziu o preço-alvo de praticamente todas as companhias do setor. No caso da Via, o valor justo por ação saiu de R$ 10 para R$ 7.

Em primeiro lugar para as causas, está o cenário macroeconômico. Os analistas enxergam a deterioração macro, a alta das taxas de juros e a incerteza econômica como as principais razões por trás da performance negativa do setor.

“De uma forma geral, continuamos a enxergar uma dinâmica desafiadora para 2022, com a combinação de alta das taxas de juros e inflação;  baixo crescimento do PIB e incerteza política à medida que estamos em um ano de eleições”, apontaram os analistas.

Além disso, os analistas da corretora também questionam sobre como se dará a construção do e-commerce no cenário brasileiro – e a Via fica atrás de sua maior concorrente brasileira, a Magazine Luiza (MGLU3), quando o assunto é desenvolvimento de ecossistema. E as duas ainda ficam muito atrás de pares internacionais, que vêm cada vez mais entrando no país.

Méliuz (CASH3): baixa de quase 19%

A Méliuz recuou 18,90% em fevereiro, com sua ação fechando o mês cotada a R$ 2,36. A companhia de cashback é a única entre as maiores quedas que não teve publicação de notícias relevantes no mês.

As ações da companhia, uma empresa de tecnologia, vêm sofrendo baixas por conta, principalmente, da alta dos juros. “Normalmente essas empresas  têm um ritmo de crescimento alto e quando projetamos um modelo de valuation, boa parte dele é estipulado pensando no futuro”, explica Henrique Esteter, especialista de mercados do InfoMoney.

Quando há alta da curva de juros, como vem acontecendo recentemente, uma companhia como a Méliuz vê sua lucratividade ameaçada, segundo aponta Esteter. “Quando há um aumento da taxa de juros, há um aumento da chamada taxa de desconto”, fala o especialista. Ela é o divisor da equação e é composta, geralmente, pelo custo do capital próprio, que inclui, entre outras coisas, gastos operacionais e o custo da dívida – essa totalmente ligada à variação da taxa de juros.

“Como qualquer divisão, quanto maior o divisor, menor o resultado. Se pegamos a projeção para dois anos, ao invés de para um, esses juros maiores entram na conta elevados ao quadrado, pois há dois períodos de tempo na frente. É algo exponencial”, completou.

Além de ser uma empresa de tecnologia, a Méliuz ainda está diretamente exposta ao consumo. As pessoas a utilizam quando compram e, em períodos de crise, os gastos tendem a minguar.

Confira as maiores baixas do Ibovespa em fevereiro:

EmpresaTickerCotaçãoVariação
QualicorpQUAL3R$ 12,86-30,11%
BRFBRFS3R$ 16,71-25,17%
Banco InterBIDI11R$ 20,19-22,29%
ViaVIIA3R$ 3,79-19,70%
MéliuzCASH3R$ 2,36-18,90%

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