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O noticiário corporativo desta sexta-feira (12) tem como destaque a Vale que confirmou o pagamento de R$ 3,57 por ação em proventos.
A Petrobras, por sua vez, informou que o Ministério da Economia ratificou indicação de Ricardo Soriano ao conselho. Além disso, a estatal iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda de seus direitos minerários para pesquisa e lavra de sais de potássio situados na Bacia do Amazonas.
Após uma quinta-feira marcada pela publicação de balanços, à noite Cemig (CMIG4), Cosan (CSAN3), Eletrobras (ELET6), Grazziotin (CGRA3), Iguá ([ativo=IGSN3]), Lupatech (LUPA3), M Dias Branco (MDIA3), Mobly (MBLY3) e mais empresas divulgaram seus resultados do segundo trimestre.
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Confira mais destaques:
Vale (VALE3)
A Vale confirmou o pagamento de R$ 3,57 por ação em proventos. Na véspera, as ações subiram 3,48%, uma vez que os acionistas com direito ao provento eram aqueles com posição na companhia na sessão de ontem. Assim, as ações da Vale serão negociadas ex-dividendo na B3 e na NYSE a partir de hoje.
Segundo a empresa, em continuidade ao Fato Relevante divulgado em 28 de julho, não houve alteração do número de ações em circulação e, dessa forma, o valor final bruto de remuneração para pagamento em 1º de setembro permanece em R$ 3,572056566 por ação, dos quais R$ 2,032680337 por ação como dividendos e R$ 1,539376229 por ação como juros sobre o capital próprio.
Petrobras (PETR3;PETR4)
A Petrobras (PETR4; PETR3) informou que recebeu ofício do Ministério da Economia ontem, ratificando a indicação, pelo acionista controlador, de Ricardo Soriano de Alencar para o Conselho de Administração (CA) da companhia, a ser submetida à Assembleia Geral Extraordinária (AGE) convocada para o dia 19. Os petroleiros tentam suspender a AGE na Justiça, diante da insistência do governo de levar à AGE os nomes de Soriano e de Jônathas Castro para o Conselho de Administração, apesar de eles já terem sido considerados inelegíveis pelo Comitê de Elegibilidade (Celeg) e pelo próprio Conselho de Administração da estatal, por conflito de interesses.
A estatal também informou que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda de seus direitos minerários para pesquisa e lavra de sais de potássio situados na Bacia do Amazonas. O ativo é composto por 34 títulos minerários de sais de potássio localizados na Bacia do Amazonas e outorgados pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Destes 34 títulos, oito são concessões de lavra, quatro são requerimentos de lavra e 22 estão em processo de autorização de pesquisa.
Oi (OIBR3 OIBR4)
A Oi (OIBR3 OIBR4) registrou um prejuízo de R$ 321 milhões no segundo trimestre de 2022, revertendo lucro de R$ 1,139 bilhão no 2T21 e de R$ 1,782 bilhão no 1T22.
O Ebitda de rotina somou R$ 384 milhões, queda de 69,8% em um ano e de 68,5% ante 1T22. A margem Ebitda de rotina ficou em 14,0% no 2T22, ante 29,3% do 2T21 e 27,8% do 1T21.
A receita líquida somou R$ 2,770 bilhões, queda de 36,9% em um ano e retração de 37,3% ante 1º trimestre.
JBS (JBSS3)
A JBS (JBSS3) registrou um lucro líquido de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2022, informou a companhia nesta quarta-feira (10), queda de 9,5% na base anual.
A queda do lucro se dá mesmo com a companhia registrando um aumento da receita líquida de 7,7% na base anual, para R$ 92,1 bilhões.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), considerado o lucro operacional, recuou 11,5% na mesma comparação, para R$ 10,3 bilhões.
Magazine Luiza (MGLU3)
A Magazine Luiza (MGLU3) registrou um prejuízo líquido de R$ 135 milhões no segundo trimestre de 2022, revertendo o lucro de R$ 89,1 milhões do mesmo período do ano passado.
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Confira os destaques da temporada de balanços
O desempenho, em parte, reflete o recuo da receita líquida da varejista, que caiu 5% na base anual, para R$ 8,5 bilhões. A receita bruta caiu na mesma porcentagem, chegando a R$ 10,3 bilhões, impactada, de acordo com a companhia, pelo menor volume de vendas nas categorias bens duráveis.
Americanas (AMER3)
A Americanas (AMER3) registrou um prejuízo líquido de R$ 98 milhões no segundo trimestre de 2022, informou a companhia nesta quinta-feira (11). O número é 15,6% maior do que o prejuízo de R$ 85 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
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O maior prejuízo se dá mesmo com a companhia tendo registrado uma alta de 6,7% da receita líquida na base anual, que chegou a R$ 6,6 bilhões.
Via (VIIA3)
A Via (VIIA3), dona das Casas Bahia e Ponto, teve lucro contábil de R$ 6 milhões, segundo dados enviados à CVM, o que representou uma queda de 95,5% frente aos R$ 132 milhões de igual período de 2021.
A empresa informou ainda um lucro comparável de R$ 16 milhões, no qual registrou queda de 64,4%.
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Marfrig (MRFG3)
A Marfrig (MRFG3) registrou um lucro líquido de R$ 4,255 bilhões no segundo trimestre de 2022, informou a companhia nesta quinta-feira (11), crescimento de 144,9% na base anual. O resultado veio bem acima do consenso Refinitiv que projetava lucro de R$ 1,08 bilhão.
A companhia atribui o resultado ao forte desempenho operacional do período e principalmente pelo impacto de aproximadamente R$ 3,8 bilhões do laudo de avaliação a valor justo no investimento da BRF.
B3 (B3SA3)
A B3 (B3SA3) teve lucro líquido atribuído aos acionistas de R$ 1,0922 bilhão no segundo trimestre de 2022, queda de 8,5% na comparação anual, refletindo a queda nas receitas e o aumento nas despesas, informou a operadora da Bolsa nesta quinta-feira (11).
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CCR (CCRO3)
A CCR (CCRO3) registrou lucro líquido de R$ 291 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), revertendo prejuízo de R$ 44 milhões da mesma etapa de 2021.
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 1,774 bilhão no 2T22, um crescimento de 25,7% em relação ao 2T21.
Cogna (COGN3)
O grupo de educação Cogna (COGN3), dona da Vasta e da Kroton, registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 36,595 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), revertendo o lucro ajustado de R$ 55,29 milhões registrado no mesmo período de 2021. A companhia divulgou seus números nesta quinta-feira (11). Em termos não ajustados, o prejuízo líquido foi de R$ 100 milhões, alta de 148,5% na base anual.
No trimestre, a receita líquida foi a R$ 1,155 bilhão, uma leve variação positiva na comparação anual, de 0,2%, puxada principalmente pelo crescimento de Vasta, de educação básica.
Tecnisa (TCSA3)
A Tecnisa (TCSA3) reduziu em 83% o prejuízo líquido no segundo trimestre deste ano em comparação com igual período de 2021, passando de R$ 54 milhões para R$ 9 milhões em 12 meses.
Quando comparado com o primeiro trimestre de 2022, houve um aumento de 37% no prejuízo líquido, que tinha sido de R$ 7 milhões.
Sabesp (SBSP3)
A Sabesp (SBSP3), Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, lucrou R$ 422,4 milhões de forma líquida no segundo trimestre de 2022, número 45,4% menor do que os R$ 773,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
O recuo da lucratividade se dá mesmo com receita operacional líquida saltando 14,6%, para R$ 5,2 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) também avançou, com alta de 3,9% no ano, para R$ 1,5 bilhão.
Zamp (BKBR3), antiga BK Brasil
A operadora brasileira de rede de fast food Zamp (BKBR3), antiga BK Brasil, registrou prejuízo líquido de R$ 31,6 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), uma redução de 67,5% em relação ao prejuízo relatado na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
Segundo a companhia, o resultado foi decorrente principalmente da melhora da atividade operacional, parcialmente mitigada pelo resultado financeiro.
Arezzo (ARZZ3)
A Arezzo (ARZZ3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 123,36 milhões no segundo trimestre de 2022. A cifra é 160,4% maior que a registrada um ano antes. Na comparação com o segundo trimestre de 2019, o lucro ajustado da varejista de moda mais que triplicou, avançando 246,9%.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) foi de R$ 156,9 milhões, avançando 92,9% em relação ao segundo trimestre de 2021 e 164,5% na comparação com o mesmo período em 2019.
Raízen (RAIZ4)
A Raízen (RAIZ4) teve lucro líquido ajustado de R$ 1,086 bilhão no primeiro trimestre do ano-safra 2022/23, ante R$ 501,4 milhões no mesmo período do ano anterior, ou uma alta de 116,6%, conforme balanço financeiro divulgado nesta quinta-feira.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado somou R$ 3,651 bilhões, aumento de 55%.
Rumo (RAIL3)
A Rumo (RAIL3), companhia de logística dos mesmos controladores da Cosan (CSAN3), registrou lucro líquido de R$ 30 milhões de abril a junho de 2022, queda de 90,4% ante mesma etapa de 2021.
O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado chegou a R$ 1,2 bilhão, 4,8% a mais em um ano, mas a margem Ebitda (Ebitda sobre receita líquida) encolheu 3 pontos percentuais, para 48,6%.
Auren (AURE3)
A Auren (AURE3), geradora de energia controlada pelo grupo Votorantim e o canadense CPPIB, encerrou o segundo trimestre de 2022 com um prejuízo líquido de R$ 2 milhões, 97,6% menor que o prejuízo de R$ 86,2 milhões reportado um ano antes.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), por sua vez, teve alta de 21,3%, para R$ 298,2 milhões.
Unidas (LCAM3)
A Unidas (LCAM3) reportou lucro líquido de R$ 213 milhões no segundo trimestre, queda de 11,7% frente a igual intervalo do ano passado, informou a companhia em balanço enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira, 11.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado consolidado alcançou R$ 843 milhões de abril a junho, alta de 51,3% sobre igual intervalo de 2021. Com isso, a margem Ebitda (sobre a receita de locação) foi de 76,2% no segundo trimestre, ante 75,4% um ano antes.
Hidrovias do Brasil (HBSA3)
A Hidrovias do Brasil (HBSA3) registrou lucro líquido de R$ 22 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 79,5% menor do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 267,8 milhões no 2T22, um crescimento de 19,6% em relação ao 2T21.
brMalls (BRML3)
A brMalls (BRML3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 165,9 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 190,5% maior do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 328,4 milhões no 2T22, um crescimento de 134,4% em relação ao 2T21.
Localiza (RENT3)
A Localiza (RENT3), empresa de aluguel e venda de veículos, registrou lucro líquido de R$ 456,7 milhões. A cifra representa uma alta de 2% em relação à registrada em igual período do ano passado.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 45,1% no mesmo intervalo de tempo, para R$ 1,117 bilhão.
Grupo Mateus (GMAT3)
O Grupo Mateus (GMAT3) reportou um lucro líquido de R$ 264 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), um crescimento de 38,6% na comparação anual.
Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 353 milhões, uma alta anual de 38,5%. Já a margem Ebitda ajustada ficou estável em 6,8%.
BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 11,7 bilhões no segundo trimestre, salto de 120,7% ante igual período de 2021. Em nota, o banco informou que o resultado foi influenciado pela receita de R$ 4,7 bilhões com dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) pagos por empresas nas quais investe e pela venda de ações da Eletrobras (R$ 1,5 bilhão).
Segundo o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, com o lucro líquido do segundo trimestre, o banco de fomento teve o primeiro semestre mais rentável de sua história, em termos de lucros nominais, ao mesmo tempo em que “o resultado financeiro foi completado com entregas qualitativas muito sólidas”.
Qualicorp (QUAL3)
A Qualicorp (QUAL3), seguradora de planos de saúde, registrou lucro líquido de R$ 49,4 milhões no segundo trimestre de 2022. A linha final do balanço teve uma queda de 45,3% na comparação anual.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado também recuou na mesma base de comparação, caindo 7,4% para R$ 234,2 milhões.
Eneva (ENEV3)
A Eneva (ENEV3) reportou lucro líquido de R$ 147 milhões no segundo trimestre de 2022, alta de 24,7% em relação a igual período do ano passado, quando houve lucro de R$ 118,1 milhões.
A receita líquida da companhia somou R$ 1,3 bilhão de abril a junho, alta de 40% ante um ano atrás, quando a receita foi de R$ 962,5 milhões.
Natura (NTCO3)
A Natura (NTCO3) teve um prejuízo líquido de R$ 766,7 milhões no segundo trimestre de 2022, revertendo lucro de R$ 234,8 milhões do mesmo período do ano passado.
A inversão do número, em parte, acompanha a queda da receita, que foi de 8,6% – saindo de R$ 9,5 bilhões para R$ 8,7 bilhões.
Energisa (ENGI11)
A Energisa (ENGI11) registrou lucro líquido de R$ 989,7 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 32,1% maior do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 1,798 bilhão no 2T22, um crescimento de 20,1% em relação ao 2T21.
BR Properties (BRPR3)
A BR Properties (BRPR3), empresa que realiza investimentos e locação de imóveis comerciais, terminou o segundo trimestre com prejuízo de R$ 1,47 bilhão, um resultado que reverte o lucro de R$ 27,8 milhões de um ano antes.
O número da última linha do balanço foi comprometido por efeitos contábeis relacionados à venda do portfólio em julho. Entre eles, R$ 554,8 milhões em baixa do intangível e o desconto sobre o valor de avaliação das propriedades da ordem de R$ 964,7 milhões, além de R$ 426,1 milhões da reversão de impostos diferidos das propriedades.
Lojas Marisa (AMAR3)
A Lojas Marisa (AMAR3) teve prejuízo de R$ 27,8 milhões no segundo trimestre de 2022, reduzindo, em 53,3%, uma cifra que já estava negativa um ano atrás. Entre abril e junho de 2022, a varejista teve um prejuízo de R$ 59,5 milhões.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês, ajustado total), por sua vez, mais que dobrou (+107,2%) entre os períodos, para R$ 83,8 milhões.
CPFL (CPFE3)
A CPFL (CPFE3) registrou lucro líquido de R$ 1,263 bilhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 12,1% maior do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 2,848 bilhões no 2T22, um crescimento de 38,7% em relação ao 2T21.
Vivara (VIVA3)
A Vivara (VIVA3) registrou um lucro líquido de R$ 89,886 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), avanço de 10,1% na comparação anual.
Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 100,9 milhões, avanço de 13,8%, com margem Ebitda ajustada de 21,5%, queda de três pontos percentuais (p.p.) na comparação anual. Isso porque a receita líquida teve alta mais expressiva, de 29,7%, para R$ 469,39 milhões.
Hapvida (HAPV3)
A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 241 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 11,9% menor do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 582,3 milhões no 2T22, um crescimento de 86,6% em relação ao 2T21.
Locaweb (LWSA3)
A Locaweb (LWSA3) registrou lucro líquido de R$ 13,3 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 270,7% maior do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 40,4 milhões no 2T22, uma retração de 2,1% em relação ao 2T21.
EzTec (EZTC3)
A EzTec (EZTC3) reportou lucro líquido de R$ 83,121 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), um recuo de 40,4% na comparação com igual etapa de 2021, informou a construtora nesta quinta-feira (11).
Já a margem líquida foi de 34,3% entre abril e junho deste ano, uma baixa de 2,2 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2021.
Cyrela (CYRE3)
A Cyrela (CYRE3) registrou lucro líquido de R$ 151 milhões no segundo trimestre de 2022, informou a companhia nesta quinta-feira (11), redução de 43,4% na base anual.
A receita líquida somou R$ 1,250 bilhão no segundo trimestre deste ano, crescimento de 6% na comparação com igual etapa de 2021.
Unipar (UNIP6)
A Unipar (UNIP6) registrou um lucro líquido consolidado de R$ 539,15 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), uma alta de 118,3% na comparação anual, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês), saltou 102,2% na base anual, a R$ 860,879 milhões.
Trisul (TRIS3)
A Trisul (TRIS3) viu lucro cair 42% no 2T22, para R$ 20,470 milhões. Também na base anual, a Trisul (TRIS3) reportou um Ebitda ajustado para os juros capitalizados alocados no custo caindo 22%, para R$ 37,590 milhões. A margem Ebitda ajustado recuou 5 pontos percentuais, indo a 17,9%.
A receita operacional líquida praticamente não se mexeu, ficando em R$ 209,849 milhões (ante R$ 210.897 milhões do 2T21).
Sequoia (SEQL3)
A empresa de logística e transporte Sequoia (SEQL3) apresentou lucro líquido ajustado de R$ 7,8 milhões no segundo trimestre de 2022. A cifra representa uma queda de 55,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.
“A queda do Lucro Líquido está relacionada com o aumento da taxa de juros e o impacto que gera no nosso resultado financeiro, por conta do endividamento. A Selic passou de 4,25% para 13,25%, comparando os encerramentos do 2T21 e 2T22, respectivamente”, explicou Rodrigo Manso, diretor de Relações com Investidores da Sequoia.
Enauta (ENAT3)
A Enauta teve queda de 55,9% no lucro, para R$ 280 milhões no segundo trimestre de 2022.
O Ebitdax somou R$ 490 milhões, com queda de 55,6% e margem Ebitdax de 67,9%, ante 316% de um ano antes. A receita líquida somou R$ 721,8 milhões, alta de 106%.
Mitre (MTRE3)
A Mitre (MTRE3) reportou lucro líquido 73,5% menor no 2T22, para R$ 5,619 milhões. O lucro líquido ajustado pelo return equity swamp caiu um pouco menos no 2T22: 31,5%, para R$ 15,473 milhões.
O Ebitda ajustado caiu 30,8%, chegando a R$ 15,891 milhões, com margem Ebitda ajustado de 8,6%, queda de 5,4 pontos percentuais. A receita operacional líquida totalizou R$ 185,2 milhões, crescimento de 12,5% quando comparada aos R$ 164,7 milhões registrados no mesmo período de 2021.
Dasa (DASA3)
A Dasa (DASA3), empresa de saúde integrada, registrou prejuízo de R$ 120 milhões no segundo trimestre de 2022. A linha do balanço ficou praticamente estável em relação a um ano antes, quando a companhia teve um prejuízo de R$ 120 milhões.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou em R$ 561 milhões, uma queda de 5,1% na comparação com o segundo trimestre de 2021.
Aeris (AERI3)
A fabricante de equipamentos para geração eólica Aeris (AERI3) reportou prejuízo líquido de R$ 28,6 milhões no segundo trimestre de 2022, revertendo o lucro líquido de R$ 18,72 milhões de igual etapa de 2021.
Segundo o diretor de Planejamento e de Relações com Investidores da companhia, Bruno Lolli, o resultado é decorrente da variação cambial líquida, que apresentou queda de R$ 33 milhões no período.
Helbor (HBOR3)
A Helbor (HBOR3) registrou lucro líquido de R$ 11,7 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 61,4% menor do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
A companhia atribui o resultado a “redução do resultado e principalmente em função da venda em bloco realizada no ano anterior”.
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 33,7 milhões no 2T22, uma retração de 32,2% em relação ao 2T21.
Sinqia (SQIA3)
A Sinqia (SQIA3), provedora de tecnologia e inovação para o setor financeiro, teve lucro líquido ajustado 21,9% maior no segundo trimestre de 2022 (2T22), para R$ 10,491 milhões.
Já o lucro líquido atribuído aos acionistas foi de R$ 1,7 milhão no trimestre, queda de 64,7%.
Enjoei (ENJU3)
A Enjoei (ENJU3) registrou um prejuízo de R$ 18,09 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), valor negativo 40% menor frente os R$ 30 milhões registrados em igual período do ano passado.
A receita líquida, por sua vez, teve avanço de 42%, indo para R$ 37,52 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) teve um resultado negativo de R$ 15,58 milhões, um valor 18% menor na base anual.
Infracommerce ([ativo=INFC3])
A Infracommerce registrou prejuízo líquido de R$ 61 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), um aumento de 310,3% sobre o prejuízo da mesma etapa de 2021.
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 18,8 milhões no 2T22, um crescimento de 809,3% em relação ao 2T21.
A receita líquida somou R$ 220,4 milhões no segundo trimestre deste ano, crescimento de 178,3% na comparação com igual etapa de 2021.
Restoque Comércio (LLIS3)
A Restoque Comércio registrou prejuízo líquido de R$ 43,7 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), uma diminuição de 21,7% frente a mesma etapa de 2021.
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 54,6 milhões no 2T22, um crescimento de 369,2% em relação ao 2T21.
Light (LIGT3)
A Light (LIGT3) registrou prejuízo líquido de R$ 80 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), revertendo lucro de R$ 3,2 milhões da mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 613,2 milhões no 2T22, um crescimento de 58,9% em relação ao 2T21. Destaque para a maior receita de fornecimento de energia e para a redução dos custos gerenciáveis da Distribuidora.
Track & Field (TFCO4)
Track & Field (TFCO4) registrou lucro líquido de R$ 17,3 milhões no 2T22, alta de 29,1% na comparação anual.
Ebitda soma R$ 25,2 milhões, crescimento de 41% em relação ao mesmo período de 2021.
Wiz (WIZS3)
A Wiz (WIZS3) reportou lucro líquido de R$ 57,3 milhões no 2T22, queda de 23,6% na base anual.
Time For Fun (SHOW3)
O lucro líquido sem ajustes do 2T22 foi de R$ 8,6 milhões, revertendo o prejuízo dos valores contabilizados no 2T19 e 2T21, com prejuízo líquido de R$ 18,2 milhões e R$ 14,6 milhões, respectivamente. O lucro líquido ajustado foi de R$ 13,0 milhões no 2T22 revertendo prejuízos de R$ 18,2 milhões no 2T19 e de R$ 12,0 milhões no 2T21. Na visão ajustada do 2T22, exclui-se resultado de R$ 4,3 milhões referentes a acordos, decisões judiciais e provisões de contingência, tendo sido reconhecidos R$ 4,2 milhões.
O Ebitda ajustado ficou positivo em R$ 13,6 milhões, ante resultado negativo no 2T21 de R$ 9,7 milhões. A margem Ebitda ajustado também ficou positiva: 27,1%. A receita líquida total ficou em R$ 50,2 milhões, 62% abaixo dos R$ 132,4 milhões pré-pandemia do 2T19.
Hermes Pardini (PARD3)
A rede laboratórios teve lucro líquido de R$ 37,6 milhões no 2T22, uma queda de 46,9% ano a ano.
A empresa também divulgou o Ebitda de R$ 107,6 milhões, um recuo de 28,7% em relação ao 2T21, com margem Ebitda ficando em 20,7%, 8,3 pontos percentuais abaixo do 2T21. O trimestre viu um recorde no volume de exames processados na história da Hermes Pardini (PARD3): 41,1 milhões, “refletido em crescimento ex-Covid de 22,4% em relação ao 2T21”.
Trisul (TRIS3)
A Trisul (TRIS3) viu lucro cair 42% no 2T22, para R$ 20,470 milhões. Também na base anual, a Trisul (TRIS3) reportou um Ebitda ajustado para os juros capitalizados alocados no custo caindo 22%, para R$ 37,590 milhões. A margem Ebitda ajustado recuou 5 pontos percentuais, indo a 17,9%.
A receita operacional líquida praticamente não se mexeu, ficando em R$ 209,849 milhões (ante R$ 210.897 milhões do 2T21).
Bemobi (BMOB3)
A Bemobi (BMOB3) teve queda de 43% no lucro líquido do 2T22, indo a R$ 8,6 milhões. Segundo a empresa, o lucro líquido ajustado foi afetado por despesa financeira do swap da recompra de ações, no valor de R$ 17,7 milhões. Excluindo esse efeito, o lucro líquido teria subido 74%, para R$ 26,3M, “impulsionado por maior receita financeira em função de posição de caixa mais robusta, mas mitigado pela amortização do ágio e despesas financeiras do earn-out”.
A receita líquida da Bemobi (BMOB3) foi de R$ 138 milhões, uma alta de 123% em relação ao 2T21 (R$ 62 milhões). O Ebitda ajustado ficou em R$ 44,9 milhões no trimestre, um crescimento de 92% na comparação com o mesmo período de 2021. A margem Ebitda ajustado ficou em 32,6%, uma queda de 5,1 pontos percentuais.
Grupo GPS (GGPS3)
O Grupo GPS (GGPS3) reportou alta de 36% no lucro líquido ajustado do 2T22, para R$ 123 milhões.
Unicasa (UCAS3)
A Unicasa (UCAS3) quase dobrou lucro líquido no 2T22, na relação com o ano anterior, indo a R$ 10,456 milhões.
O aumento no período foi de 97,5%. A Unicasa (UCAS3) reportou também Ebitda de R$ 7,039 milhões, queda de 19,5%, com margem Ebitda recuando 6 pontos percentuais. A receita líquida, por sua vez, cresceu 20,6%, para R$ 58,136 milhões.
Três Tentos (TTEN3)
A companhia reportou lucro líquido de R$ 121,222 milhões no 2T22, alta de 6,1% na base anual.
O Ebitda do período foi de R$ 162,675 milhões, alta de 33,0%, com margem Ebitda de 10,9%, avanço de 0,7 ponto percentual. O Ebitda ajustado (excluindo os efeitos do Ajuste ao Valor Justo de R$ 65,6 milhões no 2T22 e R$ 24,0 milhões no acumulado de 2022) caiu 2,6%, para R$ 97,086 milhões, com margem Ebitda ajustado recuando 1,8 ponto percentual, para 6,5%.
A receita operacional líquida acabou subindo 24,2%, para R$ 1,497 bilhão no segundo trimestre de 2022.
Jalles Machado (JALL3)
A companhia de açúcar e etanol Jalles Machado (JALL3) registrou lucro líquido de R$ 120 milhões para o primeiro trimestre da safra 2022/23, aumento de 3,8% ante igual período do ciclo anterior, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira.
A geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado teve alta de 18,6% no comparativo anual, para R$ 325,5 milhões, enquanto a margem Ebitda aumentou 1 ponto para 73,5%.
A receita líquida aumentou 17%, para R$ 442,8 milhões, sendo R$ 382,7 milhões provenientes do mercado interno, que cresceu 12,6%.
Plano&Plano (PLPL3)
A Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 19,3 milhões no 2T22, alta de 10% na comparação anual.
Ebitda somou R$ 30,5 milhões, recuo de 10,2% em relação ao mesmo período de 2021.
Priner Serviços Industriais (PRNR3)
Priner Serviços Industriais (PRNR3) registrou lucro líquido de R$ 10,9 milhões no 2TRI, alta de 76,4% na comparação anual.
Ebitda somou R$ 25,9 milhões, aumento de 57% em relação ao mesmo período de 2021.
TPI (TPIS3)
A TPI (TPIS3) reverteu prejuízo de R$ 5 milhões reportado no 2T21 e registra lucro líquido de R$ 110,9 milhões no 2T22.
Ebitda ajustado somou R$ 112 milhões, alta de 18,5% na comparação anual.
Livetech da Bahia (LVTC3)
A Livetech registrou lucro líquido ajustado de R$ 8,6 milhões no 2T22, um recuo de 66,1% frente a mesma etapa de 2021.
A receita líquida somou R$ 284,3 milhões no período, uma elevação de 2,8% na comparação ano a ano.
BR Partners (BRBI11)
O BR Partners teve lucro líquido de R$ 40,1 milhões no segundo trimestre, o que representa um avanço de 15% na comparação com o segundo trimestre do ano passado.
A receita atingiu R$ 100,7 milhões no 2T22, um aumento de 32% na comparação ano a ano.
Ferbasa (FESA4)
A Ferbasa (FESA4) registrou lucro líquido de R$ 380,9 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 233,2% maior do que a reportada na mesma etapa de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (11).
O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 447,3 milhões no 2T22, um crescimento de 119,9% em relação ao 2T21.
A receita líquida somou R$ 917,6 milhões no segundo trimestre deste ano, crescimento de 79,6% na comparação com igual etapa de 2021.
Biomm (BIOM3)
A Biomm (BIOM3) registrou prejuízo líquido de R$ 24,1 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), ante prejuízo de R$ 13,5 na mesma etapa de 2021.
A receita líquida somou R$ 22,4 milhões no segundo trimestre deste ano, uma redução de 34% na comparação com igual etapa de 2021.
Banco BMG (BMGB4)
O Lucro Líquido no primeiro semestre de 2022 foi de R$ 100 milhões, em linha com o guidance. No 2T22, o Lucro Líquido foi de R$ 52 milhões e o Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) atingiu 5,5% a.a.
A Margem Financeira Líquida atingiu R$ 970 milhões no 2T22.
Viver (VIVR3)
O lucro líquido da Viver atingiu R$ 18,5 milhões no segundo triemstre de 2022, comparados ao prejuízo de R$ 8,3 milhões no 1T22.
A receita operacional líquida foi de R$ 26,7 milhões, representando aumento de 95% em relação ao trimestre anterior.
Nexpe ([ativo=NEXP3]), ex-BR Brokers
A Nexpe (NEXP3), ex-BR Brokers, registrou prejuízo de R$ 116,8 milhões no segundo trimestre de 2022, piora de 189,8% em relação ao mesmo período de 2021.
Ebitda ficou negativo em R$ 25,3 milhões, ante resultado negativo de pouco menos de R$ 12,1 milhões no mesmo trimestre do ano passado.
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