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Confira 4 investimentos para faturar mais com dólar em alta

Assessores de investimento recomendam quatro investimentos para ganhar muito com o dólar

Dólar
(Marcos Santos/USP Imagens)

SÃO PAULO – 2015, definitivamente, será um ano marcado na economia pela forte alta do dólar em relação ao real. Até o fechamento do dia 29 de outubro, a moeda estadunidense já se valorizou 45,29% em relação à moeda brasileira. No entanto, ainda há quem acredite em mais altas para os próximos meses. Nesse cenário, que investimentos são os mais adequados?

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Max Scatimburgo, assessor de investimentos da Atlas Invest, relata que o investidor estrangeiro está muito receoso com a economia brasileira, pressionando o câmbio. “Acreditamos que muito desse movimento já pode estar precificado, caso o investidor tenha convicção que o Real irá continuar se depreciando, poderá usar de alguns instrumentos além do simples cambio turismo (compra de Dólar em espécie) para se proteger”, atesta.

Uma das alternativas listada por ele são os Fundos Cambiais. Esse tipo de fundo tem o desempenho de sua cota atrelado ao desempenho da moeda. “Importante é o investidor buscar ter algum conhecimento sobre o tipo de operações são feitas pelos gestores do fundo”, aconselha Max.

Outro tipo de fundo que pode ser uma boa alternativa e é sugerido por Jansen Costa, da Fatorial Investimentos, são os fundos internacionais, que investem 100% de seu patrimônio no exterior, porém esse fundo é apenas para investidores qualificados.

“Estes, ao investirem em títulos de renda fixa e variável no exterior, possibilitam ao investidor auferir uma exposição tanto à moeda americana, como também aos seus mercados de renda fixa e variável”, comenta Aldo Pessagno, da Manhattan Investimentos sobre esse tipo de fundo.

Os contratos ou mini-contratos de dólar futuro na bolsa também são uma opção levantada por Max. O assessor de investimentos destaca que essa é uma operação de baixo custo financeiro. “Porém será necessário disponibilizar margens de garantia e valor dos ajustes diários”, afirma.

A compra de ações de companhias exportadoras, que tenham sua receita no exterior também é vista como um movimento de hedge, de acordo com Max. “Ultimamente vimos uma apreciação bem interessante dessas ações e no atual período de divulgação de resultados já podemos ter uma ideia de quanto as empresas já foram beneficiadas”, comenta.

André Albo, sócio da Alta Vista Investimentos, afirma que esse é um investimento que deve ser feito com bastante cautela, uma vez que o custo de oportunidade no Brasil é muito grande no momento atual, com a taxa básica de juros a 14,25%.

“Para o investidor de longo prazo, que tem por objetivo proteger o seu patrimônio e evitar perder poder de compra na moeda americana, é de fundamental importância estar exposto em dólar, seja através de fundos cambiais ou mesmo através de veículos locais que comprem ativos no exterior”, aconselha.

 

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