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Após fala de Guedes, Bolsonaro diz que “norte continua sendo responsabilidade fiscal e teto de gastos”

A fala do ministro ontem foi interpretada como um gesto para que Bolsonaro se posicionasse diante da disputa no governo pelos rumos da agenda econômica

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Na esteira das declarações de Paulo Guedes, ministro da Economia, na noite de ontem, o presidente Jair Bolsonaro publicou mensagem em suas redes sociais em que diz que, “num orçamento cada vez mais curto, é normal os ministro buscarem recursos para obras essenciais”, mas que “nosso norte continua sendo a responsabilidade fiscal e o teto de gastos”.

A fala de Guedes ontem foi interpretada como um gesto para que Bolsonaro se posicionasse diante da disputa no governo pelos rumos da agenda econômica. O presidente passou a mensagem em meio a uma declaração em que ele aborda a saída de Salim Mattar e as dificuldades para tocar as privatizações no governo federal.

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No texto, Bolsonaro lembra também que “em tempo recorde fizemos a reforma previdenciária, as taxas de juros se encontram nos inacreditáveis 2% e os gastos com o funcionalismo está contido até o final de 2021” e diz que “o Presidente e seus Ministros continuam unidos e cônscios da responsabilidade de conduzir a economia e os destinos do Brasil com responsabilidade”.

Leia abaixo a íntegra da declaração:

As PRIVATIZAÇÕES:

Os desafios burocráticos do estado brasileiro são enormes e o tempo corre ao lado dos sindicatos e do corporativismo e partidos de esquerda.

O estado está inchado e deve se desfazer de suas empresas deficitárias, bem como daquelas que podem ser melhor administradas pela iniciativa privada.

Privatizar está longe de ser, simplesmente, pegar uma estatal e colocá-la numa prateleira para aquele que der mais “levá-la para casa.” Para agravar o STF decidiu, em 2019, que as privatizações das empresas “mães” devem passar pelo crivo do Congresso.

No mais, num orçamento cada vez mais curto é normal os ministros buscarem recursos para obras essenciais. Contudo, nosso norte continua sendo a responsabilidade fiscal e o teto de gastos.

Em todo o governo, pelo elevado nível de competência de seus quadros, é normal a saída de alguns para algo que melhor atenda suas justas ambições pessoais. Todos os que nos deixam, voluntariamente, vão para uma outra atividade muito melhor.

Em tempo recorde fizemos a reforma previdenciária, as taxas de juros se encontram nos inacreditáveis 2% e os gastos com o funcionalismo está contido até o final de 2021.

O Presidente e seus Ministros continuam unidos e cônscios da responsabilidade de conduzir a economia e os destinos do Brasil com responsabilidade.

Presidente Jair Bolsonaro.

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