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O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (13/01) em queda de 0,94%, aos 163.845 pontos, reforçando o movimento corretivo de curto prazo. O Ibovespa futuro operou em queda e baixa convicção, acompanhando o recuo do índice à vista (-0,72%), em um dia marcado por aversão ao risco no cenário externo. As tensões geopolíticas envolvendo o Irã e a pressão política de Donald Trump sobre o Federal Reserve elevaram a cautela global, levando as bolsas de Nova York a fecharem em baixa e reduzindo o apetite por ativos de risco.
No Brasil, o movimento foi puxado principalmente pelas quedas de bancos e varejo, enquanto VALE3 e PETR4 ajudaram a limitar perdas com apoio do minério e do petróleo. Para os traders de mini-índice, o pregão foi de operação mais técnica e defensiva, com atenção redobrada ao noticiário externo e à agenda americana, que segue como principal fator de direção e volatilidade no curto prazo.
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Análise do gráfico de 15 minutos
Nos 15 minutos, observo que o mini-índice fechou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o viés vendedor no curto prazo. Para que o movimento de baixa tenha continuidade, será importante a perda de 163.745/163.470, o que pode intensificar o fluxo vendedor em direção a 162.900/162.530, com alvo mais longo em 162.355/162.100.
Por outro lado, uma reação compradora ganha tração apenas com a superação de 163.945/164.150, abrindo espaço para avanço até 164.735/165.055, com projeção mais longa em 165.690/166.110.
No gráfico diário, o mini-índice fechou em baixa, negociando entre as médias móveis, após formar um candle forte de venda, o que exige cautela. Para retomada do fluxo altista, será necessário romper 165.690/166.655, com alvo inicial em 167.010/169.025.
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Em sentido oposto, a perda de 163.635/162.530 tende a ampliar o movimento corretivo, mirando 160.900/159.610. O IFR (14) está em 51,68, ainda em zona neutra.

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WING26: Gráfico de 60 minutos
Nos 60 minutos, o mini-índice fechou novamente em baixa e segue abaixo das médias de 9 e 21 períodos, tendo como referência de suporte a média de 200 períodos em 162.620 pontos.
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A perda de 163.620/162.900 pode aprofundar o fluxo vendedor, com alvos em 162.530/162.100 e, mais abaixo, 161.400/160.150.
Para que o ativo volte a ganhar tração compradora nesse tempo gráfico, será necessária a superação de 164.150/164.710, o que abre espaço para 165.690/166.435 e, posteriormente, 166.655/167.000.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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