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Os contratos de minidólar (WDOG26), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (13/01) em leve queda de 0,10%, aos 5.396 pontos. O pregão foi marcado por baixa volatilidade e atenção voltada ao CPI dos Estados Unidos. A inflação ao consumidor subiu 0,3% em dezembro, em linha com o esperado, enquanto o núcleo veio abaixo das projeções, o que reduziu a força do dólar no exterior e pressionou a curva de juros americana, limitando movimentos mais intensos do câmbio.
No cenário doméstico, o noticiário teve pouca influência, com o mercado operando em faixa estreita e a bolsa brasileira acompanhando esse ritmo mais travado. Declarações do governo sobre o cumprimento da meta fiscal de 2025 não alteraram o humor dos investidores.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, o minidólar fechou novamente em baixa e permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés mais frágil no curtíssimo prazo e abre espaço para continuidade do movimento vendedor. Para que o ativo tente uma reação compradora, será fundamental a entrada de volume suficiente para romper a zona de resistência em 5.407/5.414 pontos. Acima desse nível, os próximos alvos passam a ser 5.419/5.428,5 pontos, com extensão até 5.434/5.452 pontos.
Em sentido oposto, a perda do suporte em 5.396/5.388 pontos tende a intensificar a pressão vendedora, abrindo caminho para 5.381,5/5.377 pontos e, em um movimento mais estendido, 5.360/5.350 pontos.
No gráfico diário, o contrato também fechou em baixa, reforçando um cenário de cautela. Para que o mercado volte a trabalhar um fluxo de alta mais consistente, será necessário superar a região de resistência em 5.434/5.452 pontos, o que pode destravar alvos em 5.489,5/5.508 pontos.
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Por outro lado, a perda da faixa de suporte em 5.377/5.360 pontos mantém o risco de continuidade da correção, com alvo inicial em 5.319/5.291 pontos. O IFR (14) está em 38,53, ainda em zona neutra.

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Dólar futuro (WDOG26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o minidólar também fechou em baixa e segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com comportamento mais lateralizado.
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Para que haja retomada do fluxo comprador, será necessário superar a região de resistência em 5.401,5/5.419 pontos. Se isso ocorrer, o ativo tende a buscar 5.434/5.452 pontos, com alvos mais longos em 5.491,5 e 5.512,5 pontos.
Caso a pressão vendedora volte a ganhar força, a perda do suporte em 5.388/5.377 pontos pode acelerar o movimento de baixa, com projeções para 5.360/5.338 pontos e, em extensão, 5.319/5.291 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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