RADAR INFOMONEY Programa desta sexta fala das ações que mais pagam dividendos - aqui e lá fora; assista

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Destaques da Bolsa

Ação da Embraer sobe mais 5% após disparada da véspera; Vale avança 2% com minério e shoppings caem

Confira os destaques da B3 na sessão desta sexta-feira (11)

SÃO PAULO – Após a alta de 15,61% da véspera, as ações da Embraer (EMBR3, R$ 21,02, +5,10%) registraram mais uma sessão de expressivos ganhos, com valorização de mais de 5%, após chegarem a avançar 6% no início do pregão.

Cabe destacar que, na noite da véspera, o Bradesco BBI elevou a recomendação para os ADRs, ou os recibos de ações da Embraer negociados na Bolsa de Nova York, após a empresa confirmar que está conversando com a Zanite Acquisition Corp sobre a possibilidade de uma fusão, e de listar a subsidiária Eve Urban Air Mobility, avaliada em US$ 2 bilhões.

Destaque ainda para as ações da BRF (BRFS3, R$ 29,05, +3,94%), que chegaram a saltar 14% no início da sessão, mas diminuíram fortemente as altas, para cerca de 4%. O movimento ocorreu após notícia do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, de que a rival JBS (JBSS3, R$ 29,30, -0,03%) estuda um contra-ataque à Marfrig (MRFG3, R$ 18,61, -0,21%) para supostamente avançar sobre o controle da dona das marcas Sadia e Perdigão (veja mais clicando aqui).

Ainda no radar da BRF, a companhia de alimentos construirá um novo centro de distribuição na região da Grande Vitória (ES), com investimentos estimados em R$ 70 milhões, informou a empresa em nota divulgada nesta quinta-feira. O anúncio se segue a investimentos de R$ 764 milhões divulgados na véspera para ampliar instalações em Santa Catarina e Mato Grosso Sul.

As ações de companhias como a Vale (VALE3, R$ 114,34, +2,24%), CSN (CSNA3, R$ 45,50, +1,49%), Usiminas (USIM5, R$ 18,92, +0,58%) e Gerdau (GGBR4, R$ 32,96, +2,55%) também avançaram, em meio ao dia de alta do minério de ferro.

As ações da Petrobras (PETR3, R$ 29,30, -0,78%; PETR4, R$ 28,57, -0,38%) fecharam com leves perdas. Os ativos chegaram a cair mais de 1% no início da tarde, após a companhia informar que, apesar da alta recente do petróleo, reduzirá o preço médio da gasolina nas refinarias em cerca de 2%, para R$ 2,53 por litro, a partir de sábado, em seu primeiro reajuste de valores desde o início de maio. O preço médio do diesel a distribuidoras, por sua vez, não sofrerá alterações e será mantido a R$ 2,71 por litro.

A queda foi possível apesar de um salto de cerca de 8% nos preços do barril do petróleo Brent desde 1º de maio porque o dólar, outro indicador importante para calcular a paridade de importação, recuou aproximadamente 6% ante o real no mesmo período. “Apesar da alta robusta do petróleo, o efeito do dólar foi mais forte e permitiu o ajuste para baixo”, disse à Reuters o Head de Renda Variável da Valor Investimentos Romero Oliveira, pontuando que o reajuste foi um indicativo de que a Petrobras mantém sua política que busca seguir a paridade de importação.

A companhia ainda informou que elevará em 5,9% o preço médio do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o chamado gás de cozinha, para R$ 3,40 por kg, a partir de segunda-feira.

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Ainda no radar da estatal, o Bank of America elevou o preço-alvo para as ações PN da Petrobras de R$ 30 para R$ 34,25, seguindo recomendação de compra. O principal fator para a mudança é a melhora do risco Brasil estimado. Contudo, as preocupações sobre o risco de intervenção política na estatal permanecem.

Sobre a Sabesp (SBSP3, R$ 39,31, +2,66%), ainda em destaque, o governo de São Paulo decidiu contratar uma empresa de consultoria para fazer estudo sobre a possível privatização da Sabesp.

Em entrevista ao Valor, o ex-ministro Henrique Meirelles, hoje à frente da Secretaria de Fazenda do governo estadual, disse que “muito provavelmente” o trabalho ficará a cargo do IFC (International Finance Corporation), braço privado do Banco Mundial (Bird). As ações chegaram a subir mais de 4%, mas amenizaram (veja mais clicando aqui).

Já os ativos de shoppings e construtoras, como Iguatemi (IGTA3, R$ 42,48, -4,00%), Multiplan (MULT3, R$ 25,75, -3,05%), brMalls (BRML3, R$ 11,27, -2,84%), MRV (MRVE3, R$ 17,08, -2,95%), JHSF (JHSF3, R$ 7,49, -2,60%) registraram uma sessão de perdas após a alta recente em meio à tese de reabertura e também com os investidores monitorando a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.

Confira no que ficar de olho:

Lojas Americanas (LAME4, R$ 22,36, -0,75%) e B2W (BTOW3, R$ 67,32, -1,17%)

A Lojas Americanas  e sua controlada B2W informaram que seus respectivos acionistas aprovaram nesta quinta-feira em assembleias uma proposta de fusão que cria a Americanas s.a.

A companhia resultante da fusão será presidida por Miguel Gutierrez, que também será diretor de relações com investidores.

O conselho de administração do grupo será composto por Eduardo Saggioro Garcia (presidente), Carlos Alberto Sicupira; Claudio Moniz Garcia e Paulo Lemann, além de Mauro Muratório Not, Sidney Breyer e Vanessa Lopes, como independentes.

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O Itaú BBA avalia o anúncio como marginalmente positivo, destacando que a nova empresa já tem uma nova junta e diretores estatutários. O banco avalia que este é um passo importante para ambas as empresas, mas já antecipado, esperando uma reação levemente positiva do mercado.

Embraer (EMBR3, R$ 21,02, +5,10%)

O Bradesco BBI elevou a recomendação para os ADRs, ou os recibos de ações da Embraer negociados na Bolsa de Nova York, após a empresa confirmar que está conversando com a Zanite Acquisition Corp sobre a possibilidade de uma fusão, e de listar a subsidiária Eve Urban Air Mobility, avaliada em US$ 2 bilhões.

O banco vê essa potencial transação como provável, e avalia que a listagem da subsidiária pode elevar o preço das ações da Embraer. Na véspera, as ações subiram cerca de 16%.

Saiba mais: Por que a possível fusão de unidade de carros voadores com a Zanite fez a ação da Embraer disparar

Os analistas elevaram a recomendação de underperform (perspectiva de valorização abaixo da média do mercado) para outperform (acima da média), e apresentou o novo preço-alvo para 2022 de US$ 21, frente ao preço-alvo para 2021 de US$ 5. O preço-alvo de 2022 incorpora US$ 11 relativos à subsidiária.

Cury (CURY3, R$ 9,97, +2,05%), Direcional (DIRR3, R$ 14,29, -1,45%), Plano&Plano (PLPL3, R$ 6,26, +0,97%) e MRV (MRVE3, R$ 17,08, -2,95%)

A XP iniciou a cobertura para Cury (CURY3, Compra, Preço-Alvo de R$15,0/ação), Direcional (DIRR3, Compra, Preço-alvo de R$20,5/ação) e Plano&Plano (PLPL3, Compra, Preço-Alvo de R$10,0/ação). Além disso, atualizaram as estimativas para Tenda (TEND3, Compra, Preço-Alvo de R$ 38,0/ação) e MRV (MRVE3, Neutro, Preço-Alvo de R$ 23,0/ação).

De acordo com analistas, a demanda resiliente deve continuar alimentando o plano de crescimento das companhias. Apesar de espaço limitado de crescimento do programa habitacional Casa Verde e Amarela, eles avaliam que as grandes companhias e as mais líquidas estão bem-posicionadas para continuar crescendo e ganhando market share do programa.

Já a inflação de custos é uma preocupação, mas veem impactos limitados nas margens das companhias. Os crescentes custos de construção continuam sendo o principal risco para o setor. “Dito isso, vemos os esforços das companhias parcialmente compensando os maiores custos e amenizando os impactos nas margens brutas em 2021”, apontam.

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Eles ainda ressaltam que as diferentes estratégias adotadas pelas incorporadoras poderão resultar em crescimento adicional fora do programa CVA. “Na nossa visão, projetos de média renda devem continuar ganhando representatividade nas operações das companhias (com exceção da Tenda, que continua focada no segmento de baixa renda e desenvolvendo sua produção off-site)”, apontam.

A Cury é a preferência da XP no segmento popular, dada a combinação de: i) sólida execução e executivos experientes; ii) baixa alavancagem da companhia; iii) uma das maiores rentabilidades do mercado (retorno sobre PL de 59% para 2022E vs. 32% da média dos pares) e iv) valuation atrativo, sendo negociado a 7,4x P/L para 2022.

“Apesar da nossa visão mais conservadora para a MRV, destacamos a sua liderança na frente ESG, com sólidos compromissos nos pilares E e S. Em seguida, a Tenda se destaca na frente G, além do desenvolvimento de uma solução mais verde através da construção com placas de madeira (wood frame)”, ressaltam.

Petrobras (PETR3, R$ 29,30, -0,78%; PETR4, R$ 28,57, -0,38%) e BR Distribuidora (BRDT3, R$ 26,26, -1,94%)

A Petrobras  reiterou que venderá sua participação de 37,5% na BR Distribuidora por meio de oferta secundária de ações (follow on).

A decisão havia sido tomada pelo conselho de administração da empresa em agosto do ano passado, ainda na gestão do ex-presidente da petrolífera, Roberto Castello Branco.

Havia dúvidas, no entanto, se seria mantida na gestão do general Joaquim Silva e Luna, no cargo desde abril.

Em comunicado, a Petrobras confirmou nesta quinta-feira, 10, que a participação remanescente na BR será oferecida ao mercado financeiro por meio de oferta secundária de ações. “O montante a ser arrecadado dependerá do resultado da precificação da transação”, informou a empresa.

A empresa acrescentou ainda que a oferta estará sujeita às condições de mercado, à aprovação dos órgãos internos da Petrobras quanto ao preço, e à análise da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e demais órgãos reguladores.

A privatização da BR aconteceu, na verdade, em 2019, quando a estatal se desfez do controle da distribuidora, com a venda da participação de 30% por R$ 9,6 bilhões. A abertura do capital ocorreu em 2017.

A Petrobras informou que concluiu na quinta, por meio da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V., oferta de títulos no mercado de capitais internacional no valor de US$ 1,5 bilhão de dólares, com vencimento em junho de 2051. A operação, precificada no dia 2 de junho, representou a menor taxa de retorno (“yield”) de uma emissão na história da Petrobras para um título de 30 anos, segundo comunicado. A demanda aproximada foi 6,2 vezes superior à oferta, com participação de 426 investidores dos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina.

Alliar (AALR3, R$ 10,74, -3,42%)

A Alliar anunciou na noite de quinta-feira que recebeu o pedido de renúncia do seu então CEO Sami Foguel, que havia assumido o cargo em dezembro de 2019.

Conforme destaca a XP, Foguel estava em meio a execução de um plano ambicioso de dobrar a companhia num intervalo de 3-5 anos com uma série de novas iniciativas. Quem assumirá o cargo será o Fernando Terni, que exercia a função de conselheiro da Companhia e já havia ocupado o cargo de CEO de 2012 a 2019.

‘Terni conhece a companhia e está a par dos planos e projetos, mas vemos com cautela a notícia visto que a maior parte das novas iniciativas da companhia ainda está sendo implementada”, apontam os analistas da XP, que reiteram recomendação neutra e possuem preço-alvo de R$ 10 para as ações da Alliar.

BRF (BRFS3, R$ 29,05, +3,94%)

A companhia de alimentos BRF construirá um novo centro de distribuição na região da Grande Vitória (ES), com investimentos estimados em R$ 70 milhões, informou a empresa em nota divulgada nesta quinta-feira.

O anúncio se segue a investimentos de R$ 764 milhões divulgados na véspera para ampliar instalações em Santa Catarina e Mato Grosso Sul.

Segundo a BRF, o novo centro de distribuição capixaba ocupará área de 13 mil metros quadrados e será o mais “sustentável” da companhia, contando com painéis solares com capacidade para gerar até 1,5 megawatts de energia.

Além da geração solar, a BRF também promete o reaproveitamento de água, inovações na geração de frio e uma frota com zero emissão de gás carbônico para a nova instalação capixaba.

A BRF já possui um centro de distribuição no Espírito Santo, localizado em Viana, que movimenta um volume médio mensal de mais de 2.700 toneladas, destacou a empresa, que não detalhou a capacidade da nova unidade ou o cronograma para as operações.

Azul (AZUL4, R$ 46,82, -2,01%)

A companhia aérea Azul captou US$ 600 milhões nesta quinta-feira em bônus de cinco anos no exterior.

A operação, que terá Citi, JPMorgan, Morgan Stanley e Santander como coordenadores globais, mas com participação de BTG Pactual, Itaú BBA, Safra, envolve títulos seniores sem garantia, não resgatáveis antes de três anos.

A rentabilidade indicativa ao investidor, de 7,375% ao ano, ficou abaixo da taxa indicativa, de ao redor de 7,625%.

A emissão acontece duas semanas após a empresa ter anunciado que contratou consultores enquanto estuda oportunidades de consolidação na indústria brasileira de aviação.

Sabesp (SBSP3, R$ 39,31, +2,66%)

A companhia paulista de saneamento básico Sabesp informou nesta quinta-feira que seu conselho de administração aprovou uma emissão de debêntures de até R$ 1,2 bilhão.

Segundo o fato relevante, a emissão será feita em até três séries. A operação depende de que seja emitido pelo menos um bilhão de reais, sendo no máximo R$ 300 milhões da primeira série.

A Oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais.

“Os recursos obtidos com a emissão serão destinados ao refinanciamento de compromissos financeiros vincendos em 2021 e à recomposição de caixa da companhia”, afirmou a Sabesp.

Ainda em destaque, o governo de São Paulo decidiu contratar uma empresa de consultoria para fazer estudo sobre a possível privatização da Sabesp. Em entrevista ao Valor, o ex-ministro Henrique Meirelles, hoje à frente da Secretaria de Fazenda do governo estadual, disse que “muito provavelmente” o trabalho ficará a cargo do IFC (International Finance Corporation), braço privado do Banco Mundial (Bird).

O Credit Suisse avalia a notícia como positiva, mas que acredita que o mercado somente precificará uma melhor perspectiva para a Sabesp se a opção de privatização for confirmada. Na avaliação do banco, com a proximidade das eleições de 2022, a privatização pode ser dificultada.

Vale (VALE3, R$ 114,34, +2,24%)

Os contratos futuros do minério de ferro saltaram nesta sexta-feira para o seu nível mais alto em mais de três semanas, uma vez que uma recuperação nos estoques de aço na China sugeriu que a demanda pela matéria-prima permaneceu forte.

O contrato de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian DCIOcv1 encerrou as negociações com alta de 5,9%, para 1.247 iuanes (US$ 195,19) por tonelada, após atingir seu maior valor desde 19 de maio, de 1.248 iuanes, tendo o segundo aumento semanal consecutivo.

“Os futuros do minério de ferro ampliaram os ganhos, já que o sentimento permaneceu sustentado por sinais de forte demanda na China”, disse o estrategista sênior de commodities da ANZ Daniel Hynes.

Ainda no radar, a Samarco, joint venture entre a Vale e a BHP, protocolou na quinta-feira seu plano de recuperação judicial na 2ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte, propondo descontos de 85% no valor a ser pago aos maiores credores da companhia que não aceitarem receber ações preferenciais da mineradora. Ao principal grupo de credores, que reúne quase 100% da dívida de cerca de R$ 50 bilhões e engloba detentores de títulos, acionistas e fornecedores médios e grandes, a empresa propôs a conversão dos valores a receber em capital social da empresa, por meio de ações preferenciais com direito a dividendos diferenciados.

Eletrobras (ELET3, R$ 45,40, +0,18%; ELET6, R$ 44,58, -1,17%)

Ainda em destaque, sindicatos de trabalhadores da estatal de energia Eletrobras têm preparado a realização de uma greve de 72 horas que poderia ser iniciada caso um projeto do governo para privatização da companhia entre na pauta de votações do Senado.

O movimento visa protestar contra os planos do governo Jair Bolsonaro de desestatizar a companhia. A paralisação não impactaria a geração de energia no Brasil, que tem visto seu parque de hidrelétricas pressionado por uma crise hídrica, mas poderia eventualmente atrapalhar atividades de manutenção e elevar riscos para o sistema, disse à Reuters um líder sindical.

Na quinta, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, garantiu que o projeto de privatização resultará em redução de tarifas para o consumidor, após mudanças à proposta original de desestatização terem gerado críticas de especialistas e temores de impacto futuro à conta de luz.

Arezzo (ARZZ3, R$ 88,20, +0,10%)

A Arezzo anunciou ao mercado a aquisição da BAW Clothing, marca digital de streetwear com forte apelo à Geração Z, entre os 20 e 30 anos. A compra foi feita por meio da controlada da Arezzo ZZAB Comércio de Calçados Ltda.

O valor da transação é de R$ 105 milhões, a ser pago da seguinte forma: (a) R$ 35 milhões, em dinheiro, na data do fechamento da Operação; (b) R$ 20 milhões no aniversário de cinco anos da data do fechamento da Operação; e (c) R$ 50 milhões por meio da entrega de um número de ações da companhia em tesouraria, que correspondam a referido valor, calculado com base na média da cotação, ponderada pelo volume, nos 10 (dez) últimos pregões em que as ações da companhia tenham sido negociadas imediatamente anteriores ao fechamento, observado, em qualquer hipótese, a quantidade máxima de 682.035 de ações da Arezzo&Co.

Além disso, caso a BAW atinja determinadas métricas de desempenho no exercício de 2021, conforme fixado no contrato, a empresa pagará aos atuais sócios da BAW uma parcela adicional contingente de até R$ 10 milhões.

A BAW teve um faturamento de R$ 40 milhões em 2020 e espera atingir R$ 80 milhões em 2021, o que implica em um múltiplo do valor da empresa mais dívidas sobre a receita esperado para 2021 (EV/Receita) de 1,3 vez.

Os analistas da XP destacaram, em nota, ver a transação como positiva e em linha com a estratégia da Arezzo de reforçar a construção do seu portfólio de vestuário, através da aquisição de marcas aspiracionais. A XP mantém recomendação de compra para a ação ARZZ, com preço alvo de R$ 110,0 por ação. Veja mais clicando aqui. 

CCR (CCRO3, R$ 13,67, -1,73%)

A CCR anunciou nesta quinta-feira que assinou um aditivo ao contrato de concessão da BR-163/MS, operado por sua subsidiária MSVia.

O acordo assinado com o governo federal, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), prepara terreno para a relicitação do trecho de 846 quilômetros, que corta o Estado do Mato Grosso do Sul, nas divisas com Mato Grosso e Paraná.

Após a assinatura do aditivo haverá diversas etapas para a efetiva conclusão da relicitação, período em que a MSVia permanecerá operando o trecho concedido.

Ecorodovias (ECOR3, R$ 12,83, -3,75%)

A Ecorodovias anunciou a aprovação de uma oferta restrita de 172 milhões de ações. Considerando o valor de fechamento dos papéis na véspera de R$ 13,33, a oferta pode levantar R$ 2,3 bilhões. Um porcentual de 80% deve ser destinado ao caixa da empresa.

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