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Renda Fixa: quatro opções para turbinar investimentos com Selic – ainda – em 15%

A combinação tradicional oferecida pela renda fixa, de baixo risco e alto retorno, ganha relevância ainda maior em momentos como o atual

MoneyLab

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter, nesta quarta-feira (17), a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano. O índice representa o segundo maior juro real do mundo e consolida a renda fixa como uma espécie de porto seguro para os investidores.

Isso porque enquanto os juros básicos permanecem altos – no caso, o maior patamar dos últimos 20 anos – os investidores têm na renda fixa aplicações mais seguras e, ainda assim, com retorno robusto.

Para o investidor interessado em investir na renda fixa – e se blindar da Selic em 15% ao ano –, o mercado oferece produtos como CDBs, LCIs, LCAs e fundos de investimentos focados nesta classe de ativo. Conheça um pouco mais sobre estes ativos e veja opções disponíveis para alocação.

Confira 4 investimentos de renda fixa:

XP Juros Ativos CDI Debentures Incentivadas FI em Infra RF CP RL

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Fundo 24 Horas FIRF RL

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LCA Original
Taxa: 11,59 (a.a)
Vencimento: setembro/2028
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CDB NBC Bank
Taxa: 101% do CDI (a.a)
Vencimento: setembro/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (18)

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Confira a visão da XP para a renda fixa

Em relatório divulgado após a reunião de setembro do Copom, a XP Investimentos reforçou a visão positiva para renda fixa no Brasil.

“Em especial para os títulos IPCA+, mesmo com a expectativa de inflação mais baixa nos próximos meses pois os juros reais continuam em patamares elevados”, destaca o documento. “Para prazos mais curtos e com foco em liquidez, os pós-fixados permanecem boas opções, principalmente considerando os juros em dois dígitos”, complementa o texto.

Em razão das altas taxas atuais e futuras, a casa prioriza a estratégia de carrego em detrimento de ganhos de capital.

A XP também recomenda cautela na escolha de emissores, com destaque para aqueles com alavancagem controlada e custo de dívida mais baixo.

Leia mais: Selic em 15% na renda fixa; quanto rendem R$ 10 mil?

O que são LCI e LCA?

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um título de renda fixa com isenção de Imposto de Renda e remuneração geralmente superior à poupança. Ao investir em uma LCI, você empresta dinheiro para instituições financeiras (como bancos ou companhias hipotecárias) captarem recursos para o setor imobiliário.

Em troca desse empréstimo, você recebe juros durante o período que mantiver o investimento. O lastro das LCIs são financiamentos imobiliários garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária.

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) funciona de forma semelhante. Mas, neste caso, o banco empresta dinheiro aos produtores rurais com objetivo de financiar atividades vinculadas à produção, comercialização, industrialização de produtos ou insumos agropecuários (máquinas e implementos) usados em atividades do agronegócio. 

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), portanto, é um título vinculado a direitos creditórios originários de negócios realizados entre produtores rurais, suas cooperativas e terceiros, incluindo financiamentos ou empréstimos. 

Leia mais: veja riscos, vantagens e mais detalhes sobre LCIs e LCAs

CDB

Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido por bancos e caixas econômicas para captar recursos e financiar suas atividades. Funciona assim: 

Você “empresta” dinheiro para a instituição financeira. 

As aplicações em CDB contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF em cada instituição. Isso significa que, até esse valor, os investimentos em CDB estão protegidos em caso de eventual quebra do emissor. 

Entre os tipos de CDBs, estão os pós-fixado, modalidade cuja remuneração é atrelada a um indexador econômico, geralmente o CDI. Veja os riscos e as vantagens do CDB.

Fundos de renda fixa

Os fundos pós-fixados têm seus retornos vinculados a indicadores como a Selic ou o CDI. Assim, quando há elevação da taxa básica de juros, a remuneração desses fundos tende a acompanhar essa movimentação, sem necessidade de ajustes frequentes na carteira.

A inclusão de fundos pós-fixados na carteira pode contribuir para a diversificação e o gerenciamento de riscos. Eles costumam ser indicados para investidores com perfil conservador ou moderado, que buscam investimentos alinhados ao comportamento da taxa de juros, mas que compreendem as variações que podem ocorrer ao longo do tempo.

Antes de investir, é recomendável consultar o prospecto e o regulamento do fundo para entender sua estratégia, custos e riscos. Conheça mais sobre estes fatores aqui.

Leia mais: Fundos de investimentos são alternativa em meio à “corrida pela isenção”; veja opções

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