US$ 1,3 bilhão

Cristina Junqueira entra na lista de bilionárias da Forbes após IPO do Nubank

Junqueira é a segunda bilionária self-made brasileira no ranking mundial da revista, atrás apenas de Luiza Trajano, do Magazine Luiza

Por  Equipe InfoMoney -

Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank (NU), é a mais nova bilionária brasileira da lista da revista Forbes. O novo status vem após a abertura de capital do banco digital, na semana passada.

Após a estreia das ações NU na bolsa de Nova York, os papéis subiram 15%, avaliando a empresa em US$ 45 bilhões e tornando Junqueira, de 39 anos, uma bilionária. Sua participação no Nubank é de 2,9% e agora vale US$ 1,3 bilhão. O CEO David Vélez, de 40 anos, possui 23% da empresa e fortuna estimada em US$ 10,2 bilhões.

De acordo com a Forbes, Junqueira é a segunda bilionária self-made brasileira no ranking mundial da revista, atrás apenas de Luiza Trajano, do Magazine Luiza (MGLU3).

Os ativos da classe A do Nubank foram precificados, no mercado americano, a US$ 9 cada, em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) no topo da faixa indicativa entre US$ 8 e US$ 9.

O banco digital surgiu como uma fintech e recebeu oito rodadas de investimento e mais duas extensões, com a participação de fundos de investimento e empresas de venture capital, tendo entre seus investidores a Berkshire Hathaway, do bilionário Warren Buffett.

O primeiro cartão de crédito da marca foi lançado em 2014 na cor roxa, símbolo do Nubank, e, a partir de 2018, a empresa começou a disponibilizar a conta digital para clientes.

No ano seguinte, a companhia expandiu suas operações para o México e em 2020, para a Colômbia.

A empresa possui hoje mais de 48 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, com escritórios ainda na Alemanha e nos Estados Unidos.

Segundo o Nubank, o banco digital recebe em média, 2,1 milhões de novos clientes por mês (média do terceiro trimestre de 2021) e possui mais de 5,4 mil colaboradores.

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Em outubro de 2021, o banco informou ter reportado lucro no primeiro semestre em suas operações no Brasil de R$ 76 milhões, depois de atrair mais clientes para seu cartão de crédito. No mesmo período do ano anterior, o Nubank teve prejuízo de R$ 95 milhões.

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