Resumo da semana

11 notícias da semana: Dólar a R$ 4,74, 1 mês de guerra na Ucrânia, alta de 20% em Cogna e o que mais aconteceu nesta semana

O que aconteceu de mais importante essa semana no Brasil e no mundo

Por  Equipe InfoMoney -

Aumento de 25% a 30%: a Latam afirmou que um reajuste entre 25% a 30% nos preços das passagens aéreas será inevitável. A Gol confirmou que também deve aumentar seus preços, mas não falou em percentuais. Segundo um levantamento da Kayak feito a pedido do InfoMoneyo preço médio dos voos nacionais já está 45% mais caro. Os internacionais subiram 17%. 

99% de desconto: até o dia 31 de março, consumidores endividados e inadimplentes terão três formas de limpar o nome e renegociar as dívidas com até 99% de desconto. Febraban, Serasa e Recovery estão realizando mutirões para o pessoal ficar em dia com os boletos. #TáPago

Quase 1 mês: o Banco Central da Rússia decidiu retomar nesta segunda-feira (21), as negociações de títulos de empréstimos federais na Bolsa de Moscou. A decisão marca a reabertura parcial da bolsa de valores local depois da suspensão determinada no dia 24 de fevereiro, quando a Rússia passou a sofrer com pesadas sanções após a invasão da Ucrânia. Agora, com a entrada do conflito em seu segundo mês, o Ocidente reforça ajuda à Ucrânia.

Alíquota 0: o Ministério da Economia anunciou na segunda-feira (21) que vai zerar a alíquota do Imposto de Importação de seis itens da cesta de consumo dos brasileiros – escolhidos entre os que mais pesam no INPC, índice de inflação que acompanha a variação dos preços para as famílias de baixa renda – além do etanol. Estão na lista café moído, margarina, queijo, macarrão, óleo de soja e açúcar. Também será realizada uma redução adicional de 10% na alíquota do imposto de importação de bens de capital, de informática e de telecomunicação. Enfim, um respiro?

12 planos de saúde suspensos: 12 planos administrados por seis operadoras, tiveram a sua comercialização suspensa a partir de desta terça-feira (22). A decisão foi tomada pela ANS na quarta-feira passada (16), devido a reclamações relacionadas à cobertura assistencial no último trimestre de 2021. Juntos, os planos atendem 83.286 beneficiários. Veja se seu plano está na lista.

15% mais barata: a possibilidade de os consumidores escolherem o próprio fornecedor de energia elétrica, discutida no Congresso, pode gerar redução de 15%, em média, na conta de luz. Essa é a previsão da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel).

Mais de 20%: depois de reportar um prejuízo ajustado de R$ 74 milhões no 4T21 e anunciar uma reestruturação, os papeis da Cogna (COGN3) lideraram os ganhos do Ibovespa e a ação alcançou uma valorização de mais de 20% no pregão de sexta-feira (25). 

Controle da pandemia: pela primeira vez desde que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) iniciou o monitoramento da ocupação dos leitos de terapia intensiva (UTIs) para Covid-19 no Brasil, todos os estados estão fora da zona de alerta, com ocupação inferior a 60%, de acordo com boletim da fundação divulgado nesta sexta-feira (25).

Dólar a R$ 4,74: o dólar comercial fechou em sua cotação mínima em dois anos nesta sexta-feira (25), a a R$ 4,746. Para analistas, moeda brasileira ainda tem espaço para se fortalecer no curto prazo, mas veem real acima de R$ 5 no fechamento do ano. 

Novas regras para o Home Office: o governo anunciou, nesta sexta-feira (25), a edição de medidas provisórias com novas regras para o modelo de trabalho em home office, regulação do programa de auxílio alimentação e autorização do corte de jornadas e salários de trabalhadores em situações de calamidade. A medida permitirá a possibilidade de adoção do modelo híbrido e a contratação com controle de jornada ou por produção e define regras aplicáveis ao trabalhador em home office que passa a morar em local diferente daquele onde foi contratado.

Carros elétricos: Os carros elétricos já representam 2,5% dos emplacamentos do país. Nos primeiros 75 dias de 2022, as vendas de veículos eletrificados alcançaram a marca de 7,35 mil unidades, contra 3,65 mil no mesmo período do ano passado, aponta o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Baixa autonomia das baterias, pouca oferta de recarga e custo elevado estão entre as principais razões para a baixa adesão ao carro elétrico no Brasil. 


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