Vivo (VIVT3) e Auren (AURE3) criam joint venture, Light (LIGT3) anuncia troca de CEO e PRIO (PRIO3) tem mudança acionária

Confira os principais destaques do noticiário corporativo nesta terça-feira (19)

Felipe Moreira

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O radar corporativo desta terça-feira (19) tem como destaque a criação de uma joint-venture (JV) entre Vivo (VIVT3) e Auren (AURE3).

O Conselho de Administração da Light (LIGT3) elegeu Alexandre Ferreira Nogueira como Diretor Presidente da Light, em substituição ao Octávio Cortes Pereira Lopes, com efeitos a partir do dia 31 de dezembro de 2023

Casas Bahia (BHIA3): credores aprovam não declaração de vencimento antecipado de debêntures e CRIs.

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Engie (EGIE3) e Mahle Metal Leve (LEVE3) aprovam pagamento de JCP

Confira mais destaques:

Americanas (AMER3)

A Americanas (AMER3) informou que seu conselho de administração decidiu modificar a cláusula 5.1.4 do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ) a ser submetido à aprovação da Assembleia Geral de Credores da companhia (AGC) convocada, em primeira chamada, para esta terça-feira (19).

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Caso aprovado, o preço de emissão das novas ações no âmbito do aumento de capital previsto no plano será calculado com base em 1,33 vez o preço médio ponderado por volume (VWAP) de negociação das ações ordinárias na B3 nos 60 dias corridos imediatamente anteriores à véspera da data da aprovação do PRJ.

Auren (AURE3) e Vivo (VIVT3)

A Auren Energia e a Vivo anunciaram a assinatura de contrato para a criação de uma joint-venture (JV), na qual cada acionista deterá 50% de participação societária, focada na comercialização de soluções customizadas em energia renovável em todo o Brasil.

Segundo comunicado, o objetivo é capturar as oportunidades que surgirão com a abertura do mercado livre de energia que representará um potencial de mais de 72 mil novos consumidores que poderão escolher o seu fornecedor e ter maior flexibilidade na contratação do insumo, a partir de 1° de janeiro de 2024.

Light (LIGT3)

A Light, em recuperação judicial (LIGT3), informou que, em razão da conclusão do período de transição referido no Fato Relevante divulgado em 17 de outubro de 2023, Octávio Cortes Pereira Lopes deixará as funções que exerce no Grupo Light em 31 de dezembro de 2023.
O Conselho de Administração elegeu Alexandre Ferreira Nogueira como Diretor Presidente da Light, em substituição ao Octávio Cortes Pereira Lopes, com efeitos a partir do dia 31 de dezembro de 2023, para o cumprimento do prazo remanescente do mandato, com encerramento em 31 de agosto de 2024.

PRIO (PRIO3)

O Goldman Sachs atingiu posição de 4,87% em derivativos da PRIO (PRIO3).

Valid (VLID3)

A Moody’s Local BR Agência de Classificação de Risco elevou hoje o Rating Corporativo (CFR) da Valid para AA-.br de A.br. Ao mesmo tempo, elevou o rating da sua 9ª Emissão de Debêntures Simples para AA.br de A+.br. A perspectiva é estável.

Banco Pine (PINE4)

O Banco Pine (PINE4) informou que o Conselho de Administração, em reunião realizada em 15 de dezembro de 2023, aprovou a realização da 75ª emissão de letras financeiras com cláusula de subordinação para composição do nível II do patrimônio de referência do Banco Pine S.A.

Sequoia (SEQL3)

A Newfoundland Capital Management em conjunto com Newfoundland Iron, na qualidade de gestoras, informaram o aumento de suas participações que passaram a ser, de forma agregada, 38.654.302 ações ordinárias, correspondentes a aproximadamente 10,99% do total de ações ordinárias de emissão da companhia.

Zamp (ZAMP3)

A Mar Asset Management Gestora de Recursos reduziu sua participação acionária para
10.481.080 ações ordinárias de emissão da companhia, correspondendo a 3,81% do capital social total.

Cosan (CSAN3)

A Cosan (CSAN3) anunciou nesta segunda-feira (18) a emissão de debêntures simples no valor de R$ 3,29 bilhões e vencimento em 2029, conforme comunicado ao mercado.

Os recursos líquidos obtidos com a emissão serão destinados à gestão ordinária de seus negócios, disse a empresa.

Dasa (DASA3)

A Dasa (DASA3) também aprovou a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor de R$ 1,3 bilhão.

Segundo comunicado, os recursos obtidos serão integralmente utilizados para liquidação antecipada de cédulas de crédito bancária mantidas junto à Caixa Econômica Federal por empresas controladas pela Companhia, e amortização antecipada facultativa da 19ª emissão de debêntures da Companhia.

Mahle Metal Leve (LEVE3)

O Conselho de Administração da companhia deliberou nesta segunda-feira a distribuição de juros sobre o capital próprio, no montante bruto de R$ 22.789.287,81 correspondendo a R$ 0,1681382319 por ação ordinária.

Os juros sobre o capital próprio serão pagos em 29 de maio de 2024, levando em consideração a posição acionária de 21 de dezembro de 2023.
A partir de 22 de dezembro de 2023, as ações de emissão da Companhia serão negociadas “ex” juros sobre o capital próprio.

Engie (EGIE3)

O Conselho de Administração aprovou o crédito de juros sobre o capital próprio referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2023, no valor de R$ 145 milhões, correspondentes a R$ 0,17771181551 por ação.

O crédito dos juros sobre o capital próprio, nos registros contábeis da Companhia, ocorrerá em 31 de dezembro de 2023, com base na posição acionária de 21 de dezembro de 2023.

As ações da Companhia serão negociadas ex-juros sobre o capital próprio a partir de 22 de dezembro de 2023.

Casas Bahia (BHIA3)

A Casas Bahia (BHIA3) informou nesta segunda-feira (18) que foi aprovada a não declaração de vencimento antecipado da 8ª emissão de debêntures e dos CRI.

Em contrapartida à não declaração do vencimento das obrigações da companhia referentes aos CRI, a varejista pagará um prêmio flat equivalente a dez pontos base (0,10%), calculado sobre o saldo do Valor Nominal Unitário dos CRI, acrescido da remuneração, que deverá ser pago pela companhia até o 5º dia útil após a data de aprovação do pleito na assembleia.

Segundo fato relevante, o pagamento do prêmio será efetuado no ambiente da B3.

MetalFrio (FRIO3)

Os acionistas da MetalFrio (FRIO3) aprovaram um aumento de capital social da companhia no montante de, no mínimo, R$ 743 milhões e de, no máximo, R$ 774 milhões, mediante a emissão, para subscrição privada, de novas ações ordinárias, ao preço de emissão de R$ 340,90 por ação.