Sanepar (SAPR11) pode assumir controle da CS Bioenergia; Renner (LREN3), Petrobras (PETR4) e Bradesco (BBDC4) divulgarão resultados

Veja os principais destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira (3)

Felipe Moreira

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O radar corporativo desta quinta-feira (3) a Sanepar que iniciou negociações visando a aquisição da totalidade da participação acionária da Cattalini na CS Bioenergia.

A PRIO (PRIO3) lucrou US$ 184,6 milhões no segundo trimestre, alta anual de 32%.

Já a Suzano (SUZB3) viu lucro multiplicar 27,9 vezes no segundo trimestre, a R$ 5,078 bilhões.

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A Auren Energia (AURE3) reverteu prejuízo e teve lucro de R$ 182,9 milhões no segundo trimestre.

A Kepler Weber (KEPL3) lucrou 44,6% menos no segundo trimestre, a R$ 33,4 milhões.

A GetNinjas (NINJ3) reverteu prejuízo e teve lucro de R$ 1,5 milhão no segundo trimestre.

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A Tenda (TEND3) reduziu prejuízo em 90,8% no segundo trimestre, para R$ 10,5 milhões.

A Taesa (TAEE11) teve lucro regulatório de R$ 246,4 milhões no segundo trimestre, alta anual de 73,9%.

A Dexco (DXCO3) teve baixa de 7% no lucro no segundo trimestre de 2023, a R$ 157,4 milhões.

Já a Ambev (ABEV3) apresentou lucro líquido consolidado de R$ 2,597 bilhões no segundo trimestre de 2023, o que representa uma queda de 15,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Depois do fechamento do mercado, saem os resultados de Petrobras (PETR4), Bradesco (BBDC4), Lojas Renner (LREN3). Banco Pan, Pátria, AES, Alpargatas, Armac, BR Properties, Cemig, Enauta, Fleury, Vamos, Log CP e Tegma também divulgarão seus números.

Para Petrobras, o Itaú BBA espera que a empresa reporte um lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) de US$ 12,4 bilhões, apresentando uma redução de 14% na comparação trimestral devido a menores preços de petróleo e margens (rentabilidade) de refino.

Já o Bradesco BBI projeta um lucro líquido de US$ 6,7 bilhões (-9% no trimestre), explicado por um impacto não caixa da valorização do real no trimestre. Enquanto isso, o FCFE (Fluxo de Caixa Livre) deve voltar a ser sólido.

Sobre o Bradesco, o consenso Refinitiv prevê lucro líquido de R$ 4,544 bilhões para o banco no segundo trimestre. A cifra é 35,46% menor que a registrada um ano antes, mas supera o lucro de R$ 4,280 bilhões dos três primeiros meses de 2023.

A XP prevê um avanço de 110 pontos-base no ROE do Bradesco em relação aos três primeiros meses do ano, para 12%. O retorno sobre o patrimônio, contudo, ainda é inferior aos 18% de um ano antes. A casa também estima um crescimento anual de 5% na carteira de empréstimos do banco e de 2,1%, na comparação trimestral, “apesar do aumento mais lento nas concessões para pessoa jurídica”.

Em relação à Renner, para a divisão de varejo, o Itaú BBA projeta uma queda de vendas mesmas lojas (SSS) de 8% devido a um ambiente desafiador e base de comparação difícil. Em relação à rentabilidade, mais promoções durante o trimestre devem pressionar a margem bruta. Cabe destacar que, no noticiário da companhia, a Lojas Renner informou alteração acionária relevante.

Confira mais destaques:

Sanepar (SAPR11)

O Conselho de Administração da Sanepar autorizou a Diretoria Executiva a realizar negociações visando a aquisição da totalidade da participação acionária da Cattalini na CS Bioenergia S.A., da qual detém 60% das ações, com transferência do controle acionário à Sanepar, que detém os demais 40% das ações.

A CS Bioenergia S.A. está localizada ao lado da Estação de Tratamento de Esgoto Belém (ETE Belém), que tem por objetivo a exploração e destinação final adequada de resíduos sólidos, orgânicos e do lodo produzido na referida estação de esgoto, além da produção de biogás e geração de energia através do processo de biodigestão.

Lojas Renner (LREN3)

O JPMorgan diminuiu sua participação de 5,22% para 4,70% do total das ações ordinárias emitidas pela Lojas Renner.

Cury (CURY3)

O Conselho de Administração da Companhia recebeu a renúncia apresentada de Alexandre Calazans Albuquerque ao cargo de Diretor sem designação específica, com efeitos a partir de 31 de julho de 2023.

O cargo de Diretor sem designação específica permanecerá temporariamente vago.

Suzano (SUZB3)

A Suzano (SUZB3) registrou aumento de 2.690% no lucro líquido no segundo trimestre de 2023 em relação a igual período do ano passado, saindo de R$ 182 milhões para R$ 5,078 bilhões.

O resultado da companhia foi impulsionado pelo resultado financeiro líquido positivo de R$ 4,536 bilhões, como resultado da valorização cambial sobre a dívida e sobre a marcação a mercado das operações com derivativos, e pelo maior impacto da reavaliação positiva do ativo biológico na rubrica outras receitas/despesas operacionais.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 3,919 bilhões, queda anual de 38%. Isso levou a uma queda da margem Ebitda ajustada de 12 p.p. (pontos percentuais), para 43%.

PRIO (PRIO3)

A PRIO (PRIO3), antiga PetroRio, registrou aumento de 32% no lucro líquido no segundo trimestre de 2023 em relação a igual período do ano passado, saindo de US$ 139,9 milhões para US$ 184,6 milhões, graças ao aumento da produção e das vendas da companhia.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de US$ 333,3 milhões, alta anual de 24%. Isso levou a uma queda da margem Ebitda ajustada de 3,0 p.p. (pontos percentuais), para 74%.

Taesa (TAEE11)

A transmissora de energia Taesa (TAEE11) reportou lucro líquido regulatório de R$ 246,4 milhões no segundo trimestre deste ano, alta de 73,9% em relação ao mesmo período de 2022. Já no acumulado até junho, o lucro regulatório da empresa foi de R$ 461,8 milhões, elevação de 60,4%.

Pela norma IFRS, contudo, o lucro líquido foi de R$ 220,4 milhões no trimestre, redução de 60,9%. Considerado os seis primeiros meses de 2023, o lucro da empresa atingiu R$ 1,371 bilhão, redução de 16,5% em base anual de comparação.

Auren Energia (AURE3)

A Auren Energia (AURE3) reportou lucro líquido de R$ 182,9 milhões no segundo trimestre de 2023, revertendo prejuízo de R$ 2 milhões do mesmo período do ano passado, informou a companhia elétrica nesta noite de quarta-feira (2).

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 436,1 milhões, queda anual de 0,5%. Isso levou a uma queda da margem Ebitda ajustada de 2,2 p.p. (pontos percentuais), para 30,3%.

CSN (CSNA3)

A CSN (CSNA3) registrou lucro líquido de R$ 283 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), recuo de 23% frente a igual etapa do ano anterior, de acordo com balanço publicado nesta quarta-feira. Em relação ao intervalo entre janeiro e março deste ano, a companhia reverteu prejuízo líquido de R$ 823 milhões.

A siderúrgica destacou menores impactos na linha de outras receitas e despesas operacionais devido a um efeito positivo com o hedge de minério, além da reversão de provisão com impostos verificado no período.

CSN Mineração (CMIN3)

A CSN Mineração (CMIN3) reportou lucro líquido de R$ 494 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), montante 40% inferior ao reportado no mesmo intervalo de 2022, informou a companhia nesta quarta-feira (2).

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 1,098 bilhão no 2T23, um crescimento de 21% em relação ao 2T22.

Dexco (DXCO3)

A Dexco (DXCO3) registrou queda de 7% no lucro líquido no segundo trimestre de 2023 em relação a igual período do ano passado, passando de R$ 169,2 milhões para R$ 157,4 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 349,7 milhões, queda anual de 21,6%. Isso levou a uma queda da margem Ebitda ajustada de 2,3 p.p. (pontos percentuais), para 17,9%.

GetNinjas (NINJ3)

A plataforma GetNinjas (NINJ3) reportou lucro líquido de R$ 1,5 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), revertendo prejuízo de R$ 8,8 milhões de um ano antes, informou a companhia nesta quarta-feira (2).

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou negativo em R$ 5,3 milhões no segundo trimestre de 2023, 55% melhor do que no 2T22 (que foi de –R$12,0 milhões) e 6% melhor do que no 1T23 (que foi de -R$ 5,7 milhões).

Kepler Weber ([ativo=KPLE3])

A Kepler Weber (KEPL3) registrou baixa de 44,6% no lucro líquido no segundo trimestre de 2023 em relação a igual período do ano passado, saindo de R$ 60,2 milhões para R$ 33,4 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 50,8 milhões, queda anual de 48,6%. Isso levou a uma queda da margem Ebitda ajustada de 9,4 p.p. (pontos percentuais), para 18,1%.

Tenda (TEND3)

A Tenda (TEND3) reportou prejuízo líquido de R$ 10,5 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), montante 90,8% inferior ao reportado no mesmo intervalo de 2022.

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 47,7 milhões no 2T23, um crescimento de 247,6% em relação ao 2T22.

Ambev (ABEV3

A Ambev (ABEV3) apresentou lucro líquido consolidado de R$ 2,597 bilhões no segundo trimestre de 2023, o que representa uma queda de 15,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 5,275 bilhões, alta de 34,2% no conceito orgânico e queda de 4,7% no conceito reportado.

A receita líquida no segundo trimestre ficou em R$ 18,898 bilhões, avanço de 20% no conceito orgânico e alta de 5,1% no conceito reportado, ambos ante um ano.

(Com Estadão, Reuters e Agência Brasil)