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Petrobras (PETR4) renova máxima e sobe 28% em 2026: até onde pode ir?

Análise técnica mostra até onde a alta pode se estender em 2026.

Ativos mencionados na matéria

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A Petrobras (PETR4) segue como um dos principais destaques de força na Bolsa brasileira, mantendo tendência de alta no curto prazo e renovando a máxima histórica em R$ 39,97, com fechamento em R$ 39,57 na última sessão.

O ativo continua negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas com inclinação positiva, o que evidencia o domínio do fluxo comprador. O IFR (14) em 76,10 no gráfico diário e 86,40 no semanal confirma o forte momentum, mas já aponta níveis elevados de sobrecompra, aumentando a probabilidade de movimentos de realização ou consolidação sem, por enquanto, qualquer sinal técnico de reversão.

No acumulado de 2026, o papel registra valorização de 28,39%, reforçando a leitura de tendência principal amplamente altista.

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Para entender até onde as ações da Petrobras (PETR4) podem ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Análise técnica Petrobras (PETR4)

No curto prazo, observo que a estrutura segue extremamente positiva, sustentada pela sequência de topos e fundos ascendentes e pela negociação acima das médias de 9 e 21 períodos, que continuam funcionando como suportes dinâmicos.

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Para que a tendência tenha continuidade e o ativo volte a renovar máximas, será necessário o rompimento consistente de R$ 39,97, movimento que pode destravar projeções em R$ 40,31, R$ 41,37, R$ 42,45, R$ 43,75 e R$ 45,00.

Por outro lado, o fato de o IFR (14) em 76,10 já se encontrar em sobrecompra indica um movimento mais esticado no curtíssimo prazo, o que eleva a probabilidade de consolidação ou realizações pontuais. Um fluxo corretivo mais evidente teria início com a perda dos suportes em R$ 38,58 e R$ 36,45, regiões que coincidem com as médias e representam hoje a principal zona de defesa dos compradores.

Abaixo desses níveis, o ativo poderia buscar suportes mais longos em R$ 35,04, R$ 33,70 e R$ 31,85. Enquanto os preços permanecerem acima desses níveis, eventuais recuos tendem a ser interpretados como pullbacks dentro de uma tendência de alta bem definida.

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Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Confira nossas análises:

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, a tendência de alta permanece ainda mais robusta, com o ativo negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, ambas inclinadas para cima, e acumulando valorização de 28,39% em 2026, cotado na região de R$ 39,57. A estrutura de topos e fundos ascendentes segue preservada, reforçando o domínio comprador e a continuidade do movimento altista.

Apesar do cenário amplamente positivo, o forte afastamento das médias aliado ao IFR (14) em 86,40 indica um nível elevado de sobrecompra, o que aumenta a probabilidade de movimentos corretivos ou de consolidação no curto/médio prazo. Para dar sequência à tendência, será fundamental o rompimento de R$ 39,97, abrindo espaço para projeções em R$ 42,00, R$ 43,25, R$ 45,20 e R$ 46,25, com alvo mais longo em R$ 48,45.

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Um enfraquecimento mais relevante do movimento altista passaria pela perda da região de suporte em R$ 36,45 e R$ 35,04, faixa próxima às médias e que hoje representa o principal ponto de defesa da tendência. A perda desses níveis pode ampliar o ajuste em direção a R$ 31,85, R$ 29,90 e R$ 27,40. Até que isso ocorra, o viés segue claramente positivo, com eventuais recuos sendo interpretados como ajustes técnicos dentro de uma estrutura de alta ainda intacta.

Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

Guias de análise técnica:

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice

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Rodrigo Paz
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