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Os contratos de minidólar (WDON26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (01/06) em queda de 0,24%, aos 5.061,5 pontos. O dólar voltou a cair em um pregão marcado pelas idas e vindas das negociações entre EUA e Irã. Notícias sobre a interrupção dos contatos entre os países elevaram a cautela dos investidores, impulsionando os Treasuries e o petróleo. Mais tarde, declarações de Donald Trump indicando continuidade das conversas ajudaram a reduzir a tensão nos mercados.
No Brasil, o real teve desempenho melhor que outras moedas emergentes e se valorizou mesmo com a alta global do dólar, favorecido pelo avanço do petróleo. Para o trader de dólar, o foco segue no noticiário geopolítico, no comportamento dos juros americanos e das commodities, fatores que continuam sustentando a volatilidade do câmbio no curto prazo.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar fechou a última sessão em baixa, mantendo o movimento corretivo iniciado anteriormente. Apesar da pressão vendedora predominante durante boa parte do pregão, o ativo apresentou recuperação na reta final e conseguiu encerrar o dia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando uma tentativa de estabilização no curtíssimo prazo.
Para que o movimento de baixa ganhe continuidade, considero fundamental o rompimento da faixa de suporte em 5.058,5/5.047 pontos. Caso isso ocorra com aumento de volume, o contrato poderá acelerar as vendas em direção aos próximos suportes em 5.037/5.029 pontos, com alvo mais amplo na região de 5.017,5/5.001 pontos.
Por outro lado, uma retomada mais consistente da alta dependerá da entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 5.064/5.078,5 pontos. Acima dessa faixa, os próximos objetivos passam a ser 5.086,5/5.100 pontos, com projeção para 5.107,5/5.115,5 pontos.
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No gráfico diário, sigo observando um mercado inserido em uma tendência principal de baixa, embora ainda negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. A última sessão terminou negativa, reforçando a necessidade de atenção aos próximos movimentos.
Para que o ativo volte a ganhar tração compradora em um horizonte mais amplo, será necessário superar a região de 5.115,5/5.139,5 pontos. Um rompimento dessa faixa abriria espaço para avanços em direção a 5.165 pontos, com projeções posteriores em 5.220/5.238,5 pontos.
Já pelo lado vendedor, a perda da região de suporte em 5.029/5.000 pontos pode recolocar pressão sobre o contrato, abrindo espaço para testes em 4.946 pontos e posteriormente em 4.876 pontos. O IFR (14) encerrou em 48,24 pontos, permanecendo em faixa neutra e sem indicar condições extremas de sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDON26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém o viés técnico mais negativo neste intervalo.
Para que o mercado volte a ganhar força compradora, será necessário romper inicialmente a faixa de resistência em 5.074,5/5.107,5 pontos. Caso esse movimento seja confirmado, os próximos objetivos estarão em 5.115,5/5.140 pontos, com potencial de extensão para 5.188 pontos e posteriormente 5.220 pontos.
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Por outro lado, caso a pressão vendedora prevaleça, o rompimento do suporte em 5.047/5.038 pontos poderá acelerar as quedas. Nesse cenário, os próximos alvos passam a ser 5.029/5.001 pontos, com projeção mais longa para 4.959/4.946 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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