Temporada para os "bancões"

Itaú (ITUB4), BB (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11): quais bancos se destacaram no 4º tri – e o que esperar para 2022

Temporada de balanço para os bancões foi “bipolar”, com Itaú e Banco do Brasil como destaques positivos, enquanto Santander e Bradesco decepcionaram

Por  Lara Rizério, André Cabette Fábio -

Os grandes bancos brasileiros com capital aberto na Bolsa –  Santander (SANB11), Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBDC4) -, ainda que no consolidado tenham registrado uma alta de cerca de 16% em seu lucro gerencial no quarto trimestre de 2021 na comparação anual e em 2021 como um todo o indicador subisse 37%, tiveram seus resultados recebidos de formas bem distintas pelos investidores.

Confira abaixo os principais números dos grandes bancos no 4º trimestre e em 2021:

EmpresaLucro no 4T21 (em R$ bilhões)Variação na comparação com o 4T20Lucro em 2021 (em R$ bilhões)Variação do lucro em 2021/2020 (%)
Santander Brasil3,88-2%16,34718,04%
Itaú 7,159+32,9%26,87945,01%
Bradesco6,613-2,8%26,234,65%
Banco do Brasil5,93+60,5%21,02151,40%
Total23,58215,86%90,44737,61%

Os dois primeiros resultados divulgados, o do Santander Brasil e o do Bradesco, decepcionaram os investidores, principalmente em temas bastante observados pelos analistas e investidores do setor: os índices de inadimplência e as provisões em relação a eles. Além disso, as projeções do Bradesco para 2022 não animaram os investidores.

Primeiro a divulgar os seus números, o Santander registrou um lucro líquido gerencial de R$ 3,88 bilhões nos últimos três meses de 2021, queda de 10,6% na comparação com o terceiro trimestre e de 2% na base anual, ficando abaixo das projeções dos analistas consultados pela Refinitiv, que projetavam uma média de R$ 4,309 bilhões. O retorno sobre o patrimônio (ROE) foi de 20%, uma queda de 2,4 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2021.

Entre os destaques negativos, estiveram menor margem financeira bruta, impactada pela queda na margem com o mercado. Além disso, houve um crescimento do índice de inadimplência e a redução do índice de cobertura ( que representa a proporção que a provisão para risco de crédito é capaz de cobrir os créditos inadimplentes).

O índice de cobertura, por sinal, teve baixa de 33 pontos percentuais na base trimestral e 73 pontos anualmente, para 217%, com o banco realizando baixas provisões mais uma vez, segundo apontou a equipe de análise da XP. Já a taxa de inadimplência aumentou 0,3 ponto na base trimestral, para 2,7%, e 0,6 ponto na comparação anual. Em comunicado, o Santander disse que o aumento está em linha com o crescimento de sua carteira de crédito e desembolso de linhas de crédito.

“Considerando o cenário macroeconômico mais desafiador no curto prazo, acreditamos que o banco pode ter que aumentar as provisões ao longo de 2022 à medida que a inadimplência aumenta, impactando a rentabilidade, apesar da potencial expansão da carteira de crédito”, avaliam Renan Manda e Matheus Odaguil, analistas da XP.

O Citi destacou que houve uma piora da qualidade dos ativos, ainda que esperada, dado o caminho de normalização da inadimplência pós-pandemia e o mix de ativos do banco. Eles também reforçaram o alerta de que o banco está consumindo gradativamente sua cobertura e pode haver um pouco mais de pressão no custo de risco durante o ano, pois o processo de normalização continua. No pregão pós-resultado, as ações chegaram a cair 4,22%, mas fecharam com queda de 2,99%.

Na sequência, em 8 de fevereiro, o Bradesco divulgou um lucro líquido recorrente de R$ 6,6 bilhões no trimestre, uma queda de 2,3% quando comparado ao terceiro trimestre de 2021 e de 2,8 % em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Isso ainda que tenha reportado lucro recorde de R$ 26,2 bilhões em 2021, alta de 34,7% frente ao ano anterior.

O ROE atingiu 17,5%, uma queda de 2,5 pontos percentuais em relação ao resultado do quarto trimestre de 2020 e de 1,1 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2021. As provisões subiram na base trimestral, mas ainda assim o índice de cobertura deu um alerta.

“Vemos uma baixa qualidade dos ativos no trimestre, uma vez que o Bradesco aumentou as provisões em grande parte devido ao crescimento da carteira de crédito, enquanto o índice de cobertura diminuiu 36 pontos percentuais na base trimestral e 142 pontos percentuais na base anual, para 261%, e o índice de inadimplência aumentou. Isso nos leva a acreditar que há mais espaço para provisões nos próximos trimestres”, destacam Renan Manda e Matheus Odaguil, analistas da XP.

Já o Itaú BBA destacou: “No geral, o balanço não foi ruim, mas a projeção (guidance) do banco para este ano, que era algo que todo mundo estava de olho, acabou decepcionando”.

O Bradesco divulgou o guidance que prevê crescimento de 10% a 14% no crédito e de 8% a 12% na margem com clientes.

Para os analistas do BBA, o ponto mais relevante foi a margem com clientes, projetando em seu ponto médio um valor de 10% de crescimento, enquanto eles esperavam perto de 20%. A projeção de lucro, considerando o centro do guidance, é de aproximadamente R$ 28 bilhões, ligeiramente abaixo das suas estimativas e do consenso, de R$ 29 bilhões.

“Embora a projeção para o lucro líquido esteja próxima da nossa estimativa, é importante ressaltar que os números no geral indicam uma dinâmica de menor qualidade para este ano. Esperávamos aumento no resultado decorrente de melhores receitas fruto de uma melhora na margem com clientes. O resultado que indicaram, no entanto, deve vir através de menores despesas de provisão, o que não é ideal considerando as expectativas do mercado e a dinâmica de spreads da indústria”, avaliaram. Resultado? Após o balanço, os papéis BBDC4 recuaram impressionantes 8,58%.

Depois das decepções, o ânimo

Na sequência, ficou a maior surpresa positiva entre os “bancões” no trimestre, ainda que já se esperasse números bastante positivos. O Itaú teve alta de 45% em seu lucro em 2021, na comparação com o ano anterior, para R$ 26,9 bilhões. No quarto trimestre de 2021 o lucro líquido gerencial foi de R$ 7,159 bilhões, um salto de 32,9% em relação ao mesmo período de 2020, quando a instituição ainda fora afetada pelos efeitos da pandemia da covid-19 sobre o custo de crédito.

Segundo o Bradesco BBI, o Itaú teve um trimestre muito sólido, mostrando os benefícios de um forte crescimento de crédito e um melhor mix, além dos impactos positivos de taxas de juros mais altas em seu capital.

A XP ressaltou que, embora as provisões tenham aumentado 24% no trimestre e 21% no período, impulsionadas pela expansão da carteira de crédito em produtos de crédito ao consumo, veem a qualidade como positiva, uma vez que o índice de cobertura aumentou 7 pontos percentuais no trimestre para 241%, enquanto o Bradesco e o Santander consumiram cobertura, e a taxa de inadimplência diminuiu 9 pontos-base no trimestre e alta de 11 pontos-base na comparação anual, enquanto os pares privados subiram em um ritmo mais acelerado.

As projeções do Itaú para 2022 também foram vistas como fortes, com receita líquida recorrente de R$ 30,8 bilhões no ponto médio, representando crescimento de 15% na comparação anual e 7% acima do consenso da Bloomberg.

Já o ponto médio do guidance implicou em  lucro líquido recorrente de R$ 29,9 bilhões (19,3% ROE), 3% acima do consenso e um crescimento robusto de 11% na comparação anual.

Para o Credit Suisse, os resultados foram muito positivos para as ações, vendo como um divisor de águas para o Itaú Unibanco, diferenciando-o ainda mais de seus pares. “Além dos resultados de altíssima qualidade superados pelo consenso, as diretrizes para 2022 reforçam nossa visão de um ambiente de margem financeira líquida (NII, na sigla em inglês) muito forte para o Itaú Unibanco impulsionado pela Selic, crescimento do crédito no varejo e melhor mix (ajudado pelo retorno das linhas de crédito rotativo).

“Melhor ainda, o crescimento dos lucros está sendo acompanhado pelo fortalecimento do balanço patrimonial. O banco adotou uma abordagem conservadora nas provisões para 2022, apesar do bom desempenho da qualidade dos ativos, a fim de manter o índice de cobertura estável”, apontam os analistas.

A XP destaca a projeção de crescimento da carteira de crédito entre 11,5% e 14,5%. “Apesar de ser semelhante ao número do Bradesco, o Itaú tem maior exposição a linhas de crédito de maior crescimento. Isso nos leva a ver seu guidance como mais atingível do que seu par”, avaliaram os analistas. Com essa combinação, os papéis saltaram 5,91% após o balanço.

Em relatório, os analistas do Bank of America buscaram traçar as diferenças entre o guidance do Bradesco, mal recebido pelo mercado com expectativa de alta de 8% do lucro, enquanto o do Itaú foi celebrado, projetando 16% de expansão no lucro.

“Os guidances para 2022 do Bradesco e do Itaú incluem disparidades significativas relacionadas a: margem financeira; provisões para devedores duvidosos; receitas de tarifas e seguros; e alíquota efetiva de imposto. Por outro lado, ambos indicaram crescimento similar em empréstimos e despesas operacionais”, diz o BofA.

Destrinchando as expectativas dos bancos, os analistas do banco americano pontuam, entre outros destaques, que o Itaú protege estruturalmente seus custos passivos, enquanto o Bradesco opera menos protegido. Assim, o Itaú se beneficia mais durante os ciclos de alta de juros (como o atual).

Por fim, o Banco do Brasil fechou positivamente o trimestre para os bancões. Os números do quarto trimestre dividiram o mercado, mas as projeções para 2022 animaram os investidores.
O banco estatal registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,9 bilhões no quarto trimestre do ano passado, um desempenho 60,5% superior ao reportado no mesmo período de 2020. O consenso do mercado era de um lucro de R$ 4,78 bilhões, segundo os analistas consultados pela Refinitiv. Em 2021, o lucro ajustado foi recorde em R$ 21 bilhões, um crescimento anual de 51,4%.
A surpresa positiva ocorreu principalmente por melhores ganhos de tesouraria, menores provisões, maiores receitas de
tarifas e uma alíquota efetiva de imposto mais baixa, mas foram parcialmente compensadas por uma margem de crédito fraca e despesas operacionais mais altas, aponaram os analistas do BBI, vendo os números como mistos.
A XP destacou que a inadimplência continuou caindo, atingindo 1,75% (o menor entre os pares). Apesar do provisionamento marginalmente menor no quarto trimestre de 2021, seu índice de cobertura aumentou para 325%, o maior do setor, “o que consideramos positivo e coerente com o perfil defensivo de sua carteira”, avaliou.
Com relação ao guidance, o destaque ficou para o robusto crescimento da carteira de crédito de 8% a 12% impulsionado pelos empréstimos de varejo e rural, o que a XP avalia que pode ser desafiador considerando o cenário macroeconômico mais deteriorado. O BBI também destaca a projeção de lucro líquido na faixa entre R$ 23-26 bilhões, bem acima da estimativa dos analistas da casa e do consenso da Bloomberg de R$ 20,5 bilhões e R$ 20,8 bilhões, respectivamente.

O Itaú BBA ressaltou que com a inadimplência caindo no trimestre, a cobertura aumentando e os índices de eficiência melhorando, isso define o clima para o guidance de 2022 crescimento do lucro líquido, entre 10% e 24% na base anual.

O Credit ressalta que, no ponto médio, o lucro do guidance implica em um crescimento de 17% na base anual, impulsionado por 13% de avanço de NII e levando a um número 17% acima do consenso. O banco suíço projeta que,  daqui pra frente, deverá haver uma grande quantidade de revisões de lucros e também que o ambiente positivo de NII e lucro deva continuar ao longo de 2023, o que aumenta a confiança dos analistas para uma projeção de lucros de R$ 26,6 bilhões para 2023.

Maior cautela no crédito, mas com avanço 

Um tema que dominou as teleconferências dos bancos pós-resultados foi o aumento da inadimplência, além das projeções para 2022.

Octavio de Lazari Jr, destacou que o banco está mais cauteloso, projetando expansão de 10% a 14% na carteira em 2022, ante o nível anterior de 18% observados em 2021.

Com a taxa básica de juros tendendo a superar 12%, Lazari acredita que linhas como financiamento imobiliário terão menos interessados. Ainda destacou esperar que empresas menos interessadas mostrem interesse em tomar empréstimos, pois não vão fazer investimentos em infraestrutura com o juro nesse nível.

O Itaú também projeta desaceleração do crédito, vendo alta entre 11,5% e 14,5% este ano no país, abaixo dos 23% de 2021.

“Como a gente teve ano muito forte em 2021, é natural que haja arrefecimento em 2022, seja pela base de comparação, seja pela perspectiva macro”, disse o presidente do banco, Milton Maluhy Filho. Ele prevê uma desaceleração dos empréstimos em todas as carteiras, como a de financiamento imobiliário, e um aumento da inadimplência.

No Santander, espera-se um crescimento de até 9% este ano. Sergio Rial, atual presidente do Conselho de Administração, ressaltou que a inflação alta, que teve em janeiro a maior taxa para o mês em 6 anos, é um fator novo pode afetar o crédito em 2022, pois corrói o poder de compra da população.

A taxa de inadimplência do Banco do Brasil surpreendeu, fechando 2021 em 1,75%, considerando os atrasos acima de 90 dias. O número ficou menor que o do final de terceiro trimestre (1,82%) e o de dezembro de 2020 (1,90%). Mesmo assim, o banco segue cauteloso com eventuais calotes.

Ana Paula Teixeira, vice-presidente de controles internos e gestão de riscos do BB, disse que vê como possível avançar em 2022 sobre linhas de empréstimo com maior rentabilidade, porém com maior risco ajustado. Assim, diz esperar que a inadimplência suba de forma gradual, mas ainda “abaixo de níveis históricos”. Em 2022 diz que a tendência é que haja consumo da cobertura por conta do maior risco de crédito.

E o que esperar para as ações em 2022?

Para 2022, a XP destaca esperar tendências mistas para o setor bancário em 2022. Do lado positivo, os analistas veem: i) taxas de juros mais altas, o que beneficia os spreads, embora deva continuar pressionado no curto prazo devido ao maior custo de captação; ii) um mix de carteira de crédito mais rentável; iii) redução gradual das provisões e bem capitalizadas; e iii) dividend yields atraentes.

No entanto, também vê riscos relevantes, como: i) piores índices de inadimplência com a deterioração macroeconômica; ii) competição mais agressiva, impulsionada pelo engajamento do Open Finance; iii) possíveis intervenções regulatórias; e iv) riscos fiscais relacionados ao potencial fim do Juros sobre o Capital Próprio (JCP) e aumento no imposto dos bancos.

“O crédito deve continuar mudando para um mix mais rentável. Esperamos que os bancos continuem mudando sua carteira de crédito, com linhas de PMEs [pequenas e médias empresas] e pessoas físicas, principalmente com garantias”.

De acordo com dados do BC, o ritmo do saldo de crédito de pessoa física veio aumentando desde o segundo semestre de 2021, e tal tendência pode ser sustentada por um maior apetite de risco dos bancos. No entanto, isso pode ser interferido por uma deterioração mais rápida nas tendências macroeconômicas ou do perfil de crédito dos consumidores, avaliam os analistas.

As provisões devem continuar reduzindo e os bancos estão bem capitalizados, mas a inadimplência é a principal preocupação.

“Os lucros dos bancos devem ser beneficiados pela redução das provisões. Embora a inadimplência esteja artificialmente baixa, acreditamos que ainda deva aumentar gradualmente em 2022, e os bancos estão menos provisionados em comparação com 2021, com um índice de cobertura médio de cerca de 260% no quarto trimestre de 2021 em comparação com 340% no mesmo período do ano anterior. No entanto, os bancos estão bem capitalizados com um índice de capital nível I médio de 13,7%.”, avaliam.

Neste contexto, a XP reiterou o Banco do Brasil como  papel favorito, devido a: i) operação defensiva, com uma margem financeira estável nas carteiras de crédito rural, consignado e CDC para funcionários públicos; ii) índice de cobertura confortável em 325% e bem capitalizado com índice de capital nível I de 15,2%; ii) múltiplos atrativos, uma vez que o banco está sendo negociado a 0,6 vez o múltiplo do preço da ação sobre o valor patrimonial (P/VP).

O Itaú BBA também apontou o BB como seu preferido entre os bancões após o resultado, destacando que os números divulgados na segunda-feira mostraram números de qualidade de crédito ainda melhores e receitas surpreendentemente fortes.

O BBA ressalta que a reação que geralmente recebe quando destaca o BB como top pick é o risco de mudanças, ainda mais em um ano eleitoral.

“Embora este risco não deva ser ignorado, acreditamos que já está precificado. Além disso,  o banco entregou ganhos de eficiência e alocação prudente de capital, apesar de várias mudanças de CEO ao longo do últimos anos. Trimestre após trimestre, o desconto maciço de 65% para outros bancos brasileiros torna-se menos justificável pelos fundamentos”, acrescenta o Itaú BBA.

A carteira de crédito defensiva, com alto índice de cobertura (que representa a proporção que a provisão para risco de crédito é capaz de cobrir os créditos inadimplentes) e captação competitiva tornam o BB um “lugar mais seguro” para estar em um cenário macro mais difícil, avaliam. Os analistas destacam ainda que a alocação prudente de capital e eficiência é uma tendência plurianual que provavelmente não deve mudar repentinamente.

Os analistas do Credit veem o BB negociando a um múltiplo de 3,9 vezes o preço sobre o lucro esperado para 2022, nível bastante similar a 2015-2016, quando estava em uma situação de crédito mais complicada.

Atualmente, avaliam, o BB se encontra em uma posição muito melhor e mais capitalizado, reiterando assim o top pick junto com o Itaú, com preço-alvo de R$ 45 para os ativos BBAS3 (ou potencial de alta de 27% em relação ao fechamento de quinta).

Assim, ao lado do Itaú, o BB se sagrou como o vencedor da temporada do quarto trimestre de 2021, ainda que os temas como inadimplência e alta de juros sejam observados com atenção para o setor como um todo.

Confira as recomendações dos analistas para os grandes bancos brasileiros, de acordo com compilação feita pela Refinitiv:

InstituiçãoRecomendação de compraRecomendação neutraRecomendação de vendaPreço-alvo médioUpside*
Santander Brasil4101R$ 41,7031%
Itaú (ação PN)1150R$ 31,1119%
Bradesco (ação PN)1320R$ 28,1133%
Banco do Brasil1330R$ 45,6729%

*com relação ao fechamento de quinta-feira (17)

(com Estadão Conteúdo)

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