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Bolsas em queda, reações ao noticiário de blue chips e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

Confira os 5 assuntos mais relevantes para ficar de olho nesta sexta-feira (29/10/2021)

Por  Equipe InfoMoney -

SÃO PAULO – A sessão é de queda para os mercados europeus e americanos nesta sexta-feira (29), último dia útil do mês de outubro, com a inflação mais forte do que o esperado na Europa e após resultados decepcionantes de Apple e Amazon, por conta da elevação do custo de mão de obra.

Entre as commodities metálicas, destaque novamente para a queda do minério de ferro. O petróleo opera praticamente estável em Londres e Nova York, com a menor preocupação momentânea com a questão de estoques.

Por aqui, o dia é movimentado do lado corporativo, com o resultado positivo e o alto pagamento de dividendos pela Petrobras sendo ofuscados pelas críticas de Jair Bolsonaro ao “alto lucro” da companhia. Vale, Suzano e mais companhias divulgaram balanços, que repercutirão durante a sessão.

Enquanto isso, as atenções seguem em Brasília, que busca resolução para a PEC dos Precatórios e a formalização do Auxílio Brasil. Diante das dificuldades de tramitação e do calendário enxuto, o governo passou a estudar algumas alternativas à PEC. Ventila-se a hipótese de extensão do Auxílio Emergencial, embora não fique claro se até o final do ano, utilizando recursos empoçados, ou até o final de 2022. Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos recuam nesta sexta de manhã, em meio a quedas de grandes empresas de tecnologia, que divulgaram resultados abaixo do esperado na quinta.

Os papéis da Amazon recuaram 4% no pós-market após a empresa divulgar lucro líquido de US$ 6,12 bilhões no terceiro trimestre, abaixo da expectativa de analistas ouvidos pela Refinitiv de US$ 8,92 bilhões. A empresa enfrenta a desaceleração das vendas em um momento em que consumidores voltam a comprar em lojas físicas e a economia sofre com desafios na cadeia de fornecimento. A receita subiu 15%, frente a 37% no mesmo período do ano anterior.

Os papéis da Apple caíram mais de 3% no pós market, também por conta de receita abaixo do esperado, em meio a problemas maiores do que o esperado no suprimento de iPhone, iPads e Macs.

Na quinta também foram divulgados dados sobre crescimento da economia americana, que avançou 2% no terceiro trimestre na comparação anual, o menor crescimento desde o fim da recessão de 2020, e abaixo da expectativa de crescimento de 2,8%.

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Ásia

As bolsas asiáticas tiveram desempenhos variados entre si, também influenciadas por temores sobre fornecedores da Apple após a divulgação de resultados abaixo do esperado.

Europa

Na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, recua 0,6%. Todos os setores e principais bolsas operam em território negativo, especialmente o setor de tecnologia, influenciado pelos maus resultados de Apple e Amazon.

Ainda no radar, estão os dados de inflação na Europa, com os preços voltando a se mostrarem acima das projeções no continente. Divulgado nesta manhã, o índice de preços ao consumidor (IPC) da Zona do Euro subiu 0,8% em outubro, elevando de 3,4% para 4,1% a inflação anual na Europa. A expectativa era que o número ficasse em 3,7%.

Na quinta, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juros e sua política monetária inalteradas, apesar de pressões inflacionárias. A presidente do BCE, Christine Lagarde, buscou indicar uma possibilidade menor de alta da taxa de juros em 2022. A Volvo Cars estreou na sexta, abrindo em 58,75 coroas suecas, frente ao preço de 53 coroas suecas de sua oferta pública inicial de ações (IPO na sigla em inglês).

Os preços do petróleo avançam, e os do minério de ferro recuam.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

Dow Jones Futuro (EUA), -0,2%
*S&P 500 Futuro (EUA), -0,58%
*Nasdaq Futuro (EUA), -1%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), -0,39%
*Dax (Alemanha), -0,84%
*CAC 40 (França), -0,8%
*FTSE MIB (Itália), -0,57%

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Ásia

*Nikkei (Japão), +0,25% (fechado)
*Shanghai SE (China), +0,82% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), -0,7% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -1,29% (fechado)

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, -0,08%, a US$ 82,74 o barril
*Petróleo Brent, estável, a US$ 84,32 o barril
*Bitcoin, -0,59% a US$ 60.762,85
*Sobre o minério de ferro: **O minério negociado na bolsa de Dalian teve queda de 5,56%, a 637,5 iuanes, o equivalente a US$ 99,67

2. Agenda

Brasil

9h30: Nota de política fiscal de setembro e relação dívida bruta/PIB

EUA

9h30: Índice PCE de setembro, com expectativa Refinitiv de alta de 0,2% na base mensal e 3,7% na comparação anual
9h30: dado de renda pessoal de setembro

3. Covid e encaminhamento da CPI

Na quinta (28), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 337, alta de 6% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 433 mortes. Após quedas que vinham ocorrendo desde 26 de setembro, este foi o terceiro dia consecutivo de alta da média móvel.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 11.986, o que representa alta de 10% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 15.054 casos.

Chegou a 154.265.235 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 72,32% da população.

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A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 114.253.388 pessoas, ou 53,56% da população. A dose de reforço foi aplicada em 7.825.324 pessoas, ou 3,67% da população.

O relator da CPI da Covid do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), rebateu na quinta-feira o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e defendeu a decisão da comissão de inquérito de sugerir no relatório final dos trabalhos o indiciamento de deputados federais pela divulgação de notícias falsas em relação à pandemia do coronavírus.

Na véspera, Lira havia atacado o relatório da CPI, e dito que deputados não poderiam ser responsabilizados por opiniões que haviam emitido por terem imunidade em palavras e votos. Ele alertou que a iniciativa do Senado abre um “precedente perigoso”.

Nesta quinta, Renan contestou o presidente da Câmara.

“É inacreditável o que ele (Lira) falou, até porque nós não tínhamos como deixar de sugerir o indiciamento dos parlamentares, uma vez que há provas sobejas da conduta criminal deles. E nós tínhamos que fazer, isso é uma regra geral. Não pode fazer com uns e não fazer com outros, porque são parlamentares”, disse o relator da CPI, após entregar o parecer ao Tribunal de Contas da União.

Segundo Renan, um grupo de juristas vai elaborar –a partir das conclusões do parecer da CPI– um pedido de impeachment por crime de responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para ser apresentado à Câmara.

Caberá a Arthur Lira decidir sobre esse futuro pedido de impeachment. Aliado de Bolsonaro, ele até o momento não deu seguimento a qualquer dos mais de 100 pedidos de impedimento do presidente.

Na noite de quinta, o procurador-geral da República, Augusto Aras, determinou a abertura de uma investigação preliminar, por meio de notícia de fato, para apurar crimes imputados pelos senadores da CPI da Covid ao presidente Jair Bolsonaro e a outros doze políticos indiciados pelo relatório final da CPI.

Entre os alvos da análise estão o presidente Jair Bolsonaro; os ministros Marcelo Queiroga (Saúde); Onyx Lorenzoni (Trabalho); Braga Netto (Defesa); e Wagner Rosário (CGU); o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente; os deputados Ricardo Barros, Eduardo Bolsonaro, também filho do presidente, Bia Kicis, Osmar Terra, Carla Zambelli e Carlos Jordy, e o governador do Amazonas, Wilson Lima. Outro filho do presidente citado pelo relatório, o vereador Carlos Bolsonaro, perdeu foro privilegiado e, por isso, não consta da lista de alvos da PGR.

Aras também determinou que todas as informações sejam compartilhadas entre procuradores do Ministério Público Federal (MPF) responsáveis por investigar casos relacionados à pandemia de Covid.

4. PEC dos precatórios e mais destaques

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios foi adiada mais uma vez e ficará para a semana que vem, disse à agência internacional de notícias Reuters o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Barros atribuiu o adiamento, o segundo esta semana, à falta de quórum causada pela decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de retorno às sessões presenciais na Casa.

Vários parlamentares teriam permanecido em seus Estados, apesar da decisão, o que teria dificultado o quórum e as negociações.

Na manhã de quinta, a Câmara chegou a ter 445 deputados. Mas, como são necessários 308 votos para aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional, o quórum foi considerado arriscado.

O governo busca aprovação no Congresso para a PEC dos Precatórios de forma a abrir espaço fiscal para o pagamento do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda que o presidente Jair Bolsonaro deseja instaurar em ano eleitoral no lugar do Bolsa Família, no valor de R$ 400. Mas a votação tem enfrentado resistência e atrasos na Câmara dos Deputados, e gera reação negativa do mercado por conta da perspectiva de driblar a regra do teto de gastos.

O presidente o Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou na quinta-feira que a preocupação tanto do Congresso quanto do governo é concretizar o Auxílio Brasil, sem que isso implique, no entanto, em calote.

Ele disse não ter encontrado “solução melhor” do que a PEC para os precatórios, permitindo, por exemplo, a liquidação por meio dos chamados negócios jurídicos.

Reportagem publicada na quinta pela colunista Carla Araújo do portal UOL afirma que, com o impasse para a aprovação da PEC dos precatórios, o governo não deve cumprir com a promessa inicial de pagar Auxílio Brasil de R$ 400 já em novembro.
Segundo informou o MInistério da Cidadania ao site, a folha de pagamento de novembro já “está rodando” sem incluir o benefício de R$ 400. Mas a promessa feita pelo ministro da Cidadania, João Roma, há alguns meses, de elevar o Bolsa Família em 20% deve se concretizar, o que deve elevar o valor médio a R$ 227.

Depois da publicação da coluna, o MInistério da Cidadania reforçou o compromisso de pagar os R$ 400 e disse que a diferença será paga retroativamente em dezembro. Para tanto, é necessária a aprovação da PEC dos Precatórios.

Reportagem publicada nesta sexta pelo jornal Folha de S. Paulo afirma que, com as dificuldades de criar o novo programa social dentro do orçamento tradicional, o Tribunal de Contas da União (TCU) deve abrir caminho para que a discussão sobre a prorrogação do auxílio emergencial, que foi retomada pelo governo, prossiga.

Na quinta, o subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal do Ministério da Economia, David Athayde, afirmou, no entanto, que não há como a equipe econômica defender novo decreto de calamidade pública para custear despesas, extraordinárias já que o país está voltando à normalidade e mais da metade da população foi vacinada com duas doses.

O mecanismo usado durante a pandemia, já que a regra constitucional do teto de gastos libera despesas extraordinárias para casos urgentes e imprevisíveis, como guerra, comoção interna ou calamidade pública. O estado de calamidade associado à pandemia foi encerrado em 2020 e não foi renovado.

Chapa de Bolsonaro e Mourão e Eleições de 2022

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou duas ações que pretendiam cassar a chapa vitoriosa de 2018, formada pelo presidente Jair Bolsonaro e o vice, general da reserva Hamilton Mourão, por suposto disparo maciço de mensagens em redes sociais e suposto uso fraudulento de documentos de idosos para essas iniciativas.

O ministro Alexandre de Moraes, que vai presidir o TSE nas eleições do próximo ano, afirmou, no entanto, que não vai tolerar a repetição da prática. E alertou que a conduta, se ocorrer, poderá levar à prisão dos envolvidos.

Seis dos sete ministros admitiram que houve disparo em massa de mensagens nas eleições, mas não foram colhidas provas ao longo dos três anos de instrução dos processos que comprovassem os crimes na esfera digital e o elo dos delitos com a campanha vitoriosa.

Também na quinta, o plenário do TSE decidiu cassar o mandato do deputado estadual paranaense Fernando Francischini (PSL), um aliado do presidente Jair Bolsonaro, que disseminou notícias falsas sobre a integridade das urnas eletrônicas.
A decisão, inédita pelo TSE e tomada por seis votos a um, condenou o parlamentar por uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político e de autoridade, tornando-o inelegível.

Na eleição de 2018, Francischini realizou uma transmissão ao vivo nas redes sociais para denunciar que duas urnas teriam sido fraudadas e não aceitariam votos do então presidenciável Jair Bolsonaro.

Combustíveis

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quinta-feira que a Petrobras tem que ter um papel social e não pode ser uma empresa que dê lucro tão alto.

“Repito, ninguém vai quebrar contrato, ninguém vai inventar nada, mas tem que ser uma empresa que dê um lucro não muito alto como tem dado”, disse ele. “Petrobras é obrigada a aumentar o preço porque ela tem que seguir a legislação e nós estamos tentando aqui buscar uma maneira de mudar a lei nesse sentido”, afirmou.

A regra usada pela Petrobras para a composição dos preços dos combustíveis no Brasil leva em conta a variação do câmbio no país e os preços internacionais do petróleo.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou na quinta-feira que terá uma reunião com a diretoria da Petrobras, provavelmente na próxima semana, para debater soluções para a alta no preço dos combustíveis.

O senador avaliou, em entrevista coletiva, que a equalização do problema passa pela frente tributária, mas também permeia a discussão da política de preços da empresa. A reunião com a diretoria da empresa deve incluir também governadores, segundo o senador.

5. Radar corporativo

Os principais destaques do noticiário corporativo ficam para a repercussão dos números da Petrobras e Vale, divulgados na véspera, enquanto Usiminas revelou seus resultados na manhã desta data. Confira os destaques do radar corporativo:

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras (PETR3; PETR4) registrou lucro líquido de R$ 31,142 bilhões no terceiro trimestre de 2021, revertendo prejuízo líquido de R$ 1,546 bilhão registrado entre julho e setembro de 2020.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, quando a empresa lucrou R$ 42,855 bilhões, houve uma redução 27,3% no ganhos, informou a companhia nesta quinta-feira (28).

A projeção, de acordo com estimativa média dos analistas compilada pela Refinitiv, era de lucro de cerca de R$ 20 bilhões no terceiro trimestre deste ano.

A Petrobras também informou que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a incidência do imposto de renda (IRPJ) e da contribuição social (CSLL) sobre os valores correspondentes à taxa Selic aplicada a indébitos tributários.

Nesse contexto, a companhia reconheceu nas demonstrações financeiras do terceiro trimestre de 2021 uma receita de IRPJ e CSLL no montante de R$ 4,8 bilhões.

O Conselho de Administração da estatal aprovou o pagamento de nova antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2021, no valor total de R$ 31,8 bilhões (cerca de US$ 6 bilhões).

O valor é equivalente a R$ 2,437865 bruto por ação preferencial e ordinária em circulação.

Essa distribuição se soma aos R$ 31,6 bilhões anunciados em 4 de agosto de 2021, totalizando R$ 63,4 bilhões (cerca de US$ 12 bilhões) em antecipação aos acionistas relativa ao exercício de 2021.

O valor adicional será pago em dezembro, junto com a parcela já aprovada em 4 de agosto de 2021.

O valor a ser pago em dezembro será de R$ 42,4 bilhões, equivalente a R$ 3,250487 bruto por ação preferencial e ordinária em circulação, sendo: R$ 10,6 bilhões, equivalente a R$ 0,812622 bruto por ação preferencial e ordinária em circulação, aprovados em 4 de agosto de 2021 e R$ 31,8 bilhões, equivalente a R$ 2,437865 bruto por ação preferencial e ordinária em circulação, aprovados em 28 de outubro de 2021.

Vale (VALE3)

A mineradora Vale (VALE3) registrou lucro de US$ 3,886 bilhões no terceiro trimestre de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (28).

Esse valor representou uma alta de 33,6% ante o lucro de US$ 2,908 bilhões registrado no mesmo período do ano passado, enquanto houve uma queda de 48% ante o lucro de US$ 7,586 bilhões registrado no segundo trimestre de 2021.

A média dos analistas consultados pela Refinitiv estimava um lucro de US$ 6,293 bilhões no trimestre.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado, por sua vez, foi de US$ 6,938 bilhões, ante projeção Refinitiv de US$ 9,187 bilhões.

A Vale distribuiu US$ 13,5 bilhões em dividendos a acionistas nos nove primeiros meses de 2021.

Além disso, a mineradora anunciou a aprovação de novo programa de recompra de ações diante da iminente conclusão do programa vigente, que teve cerca de 268 milhões das 270 milhões de ações recompradas até esta quinta-feira (28).

O novo programa de recompra será limitado a 200 milhões de ações ordinárias e seus respectivos ADRs, correspondentes até 4,1% do número total de ações em circulação, e será executado em um período de até 18 meses.

Usiminas (USIM5)

A Usiminas (USIM5) reportou lucro líquido de R$ 1,824 bilhão no terceiro trimestre de 2021 (3T21). O resultado representa um crescimento de 821% em relação ao mesmo período de 2020.

Nos nove primeiros meses de 2021 (9M21), o lucro líquido atingiu R$ 7,572 bilhões, revertendo prejuízo de R$ 621 milhões em igual etapa do ano passado.

A receita líquida somou R$ 9,026 bilhões no trimestre, alta de 106% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Já no acumulado do ano, a receita totalizou R$ 25,688 bilhões, aumento de 142% na comparação ano a ano.

Suzano (SUZB3)

A Suzano (SUZB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 959 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3TRI21). Um ano antes a companhia havia registrado prejuízo de R$ 1,15 bilhão.

De acordo com a empresa, o resultado reflete principalmente a variação positiva no resultado operacional e maior crédito de IR/CS, parcialmente compensados pela variação negativa no resultado financeiro.

O Conselho de Administração da Suzano (SUZB3) autorizou a realização de investimentos relacionados ao Projeto Cerrado, no valor de R$ 14,7 bilhões.

O projeto consiste na construção de uma nova planta de produção de celulose no município de Ribas do Rio Pardo (MS).

A Suzano informou que a planta terá capacidade nominal de 2,55 milhões de toneladas de produção de celulose de eucalipto ao ano.

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