Quaest: 60% dizem que Flávio não é o melhor candidato que a direita poderia ter

Na mesma pesquisa, o senador aparece com 30% das preferências no primeiro turno e desponta como o adversário mais provável do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno

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Mesmo aparecendo como principal nome da direita na disputa presidencial, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não é visto pela maioria dos eleitores como o melhor candidato do campo conservador para concorrer ao Palácio do Planalto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2).

De acordo com o levantamento, 60% dos entrevistados afirmam que Flávio não é o nome mais indicado para representar a direita na eleição presidencial. Outros 33% consideram que o senador é o melhor candidato para a disputa, enquanto 7% não souberam ou não responderam.

O resultado contrasta com o desempenho de Flávio nas intenções de voto. Na mesma pesquisa, o senador aparece com 30% das preferências no primeiro turno e desponta como o adversário mais provável do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno.

No campo da esquerda, 49% dos entrevistados avaliam que Lula é o melhor candidato que o grupo político poderia apresentar na corrida presidencial. Já 36% consideram que o petista não é a melhor opção, enquanto 15% não souberam ou não responderam.

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O levantamento foi realizado após todos os candidatos participarem das sabatinas do Jornal Nacional, da TV Globo, e do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

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Os dados indicam que, apesar da maior exposição dos presidenciáveis, debates e entrevistas têm peso limitado na decisão do eleitorado. Apenas 14% dos entrevistados apontaram o desempenho nos debates como um fator relevante para definir o voto.

As propostas dos candidatos aparecem como o principal critério de escolha para 45% dos eleitores. Outros 17% citaram a identificação ideológica, enquanto 6% mencionaram a influência de amigos, familiares e colegas. A propaganda eleitoral no rádio e na televisão foi apontada por apenas 3%.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.

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Caio César
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