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Os contratos do minidólar (WDON26) com vencimento em julho encerraram a última sessão em alta de 0,30%, aos 5.121,5 pontos, reforçando a recuperação observada nos últimos pregões.
O dólar ganhou força diante da postura mais cautelosa dos investidores no mercado internacional. As atenções estiveram voltadas para a decisão de juros do Federal Reserve (Fed), enquanto as tensões geopolíticas no Oriente Médio mantiveram a busca por ativos considerados mais seguros, favorecendo a valorização da moeda norte-americana no cenário global.
No Brasil, esse movimento externo contribuiu para a alta do dólar frente ao real e pressionou os ativos locais. Para os traders da moeda americana, o mercado seguiu sensível às sinalizações do Fed e ao fluxo internacional de capital, fatores que mantiveram a volatilidade elevada ao longo do pregão.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, o minidólar encerrou a última sessão em alta e voltou a negociar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando uma melhora da estrutura de curto prazo.
Para que o movimento de alta ganhe continuidade, considero fundamental a entrada de volume comprador capaz de romper a região de 5.128/5.141 pontos. Caso essa faixa seja superada, o contrato tende a abrir espaço para buscar a próxima resistência em 5.162/5.177 pontos, com alvo mais amplo na região de 5.186/5.198 pontos.
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Por outro lado, uma retomada da pressão vendedora exigirá o rompimento da faixa de suporte em 5.115/5.108 pontos. A perda desse nível pode acelerar o movimento corretivo em direção aos suportes de 5.098/5.093 pontos, com objetivo mais longo em 5.085/5.078 pontos.
Dessa forma, o comportamento do preço entre as regiões de 5.115/5.108 e 5.128/5.141 pontos tende a ser decisivo para definir a direção dos próximos movimentos intradiários.
No gráfico diário, observo que o minidólar também encerrou a última sessão em alta, permanecendo negociado entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça um cenário de indefinição para os movimentos mais amplos.
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Para consolidar uma retomada da tendência de alta, será necessário superar as regiões de 5.180, 5.232, 5.262 e 5.300 pontos. Se esses níveis forem vencidos, o ativo poderá mirar objetivos mais longos em 5.425 e 5.468 pontos.
Já para que o fluxo baixista volte a predominar, será importante romper a faixa de suporte entre 5.075 e 5.027 pontos. Nesse cenário, os próximos alvos passam a ser as regiões de 4.968 e 4.916 pontos.
O IFR (14) encerrou em 51,71 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar condições extremas de sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDON26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o minidólar também apresentou fechamento positivo e segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo uma estrutura favorável para continuidade da recuperação observada na última sessão.
Para ampliar o movimento de alta, o contrato precisará superar inicialmente a região de 5.128/5.140 pontos. Rompendo essa faixa, o próximo obstáculo gráfico aparece em 5.165/5.180 pontos.
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Se houver continuidade do fluxo comprador e rompimento dessas resistências, o mercado poderá buscar níveis mais elevados em 5.219/5.237 pontos, com projeção mais longa para a faixa de 5.275/5.302 pontos.
No cenário oposto, a retomada do movimento de baixa dependerá da perda do suporte em 5.095/5.075 pontos. Caso isso ocorra, o fluxo vendedor tende a ganhar força, abrindo espaço para quedas em direção às regiões de 5.062, 5.045 e 5.027 pontos.
Abaixo desses níveis, os próximos objetivos passam a ser 5.012, 4.997 e 4.974 pontos, regiões que podem voltar a atrair fluxo comprador e servir como referência para defesa dos compradores.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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