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A Meta alegou ao Tribunal Superior Eleitoral que uma falha técnica afetou o total de visualizações de publicações realizadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição neste segundo turno.
A detentora das redes sociais Facebook e Instagram alegou a falha global após ter sido questionada pelo TSE em uma ação movida pela coligação de Lula, que acusa a empresa de favorecer Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial.

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Em nota, a Meta destacou que o problema ocorreu entre às 15h50 e 20h49 de 7 de outubro e não afetou a entrega dos conteúdos, nem teve relação com a política brasileira. De acordo com a representação, o erro interferiu apenas na contabilização de reproduções e novas reproduções das publicações no formato de reels durante o período.
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No entanto, a Meta se negou a fornecer informações individualizadas sobre contas de terceiros citadas na ação movida pelos partidos, alegando o direito ao sigilo. A empresa também pediu ao TSE 48 horas para informar outras medidas aplicadas aos perfis de Lula desde 16 de agosto, data que marca o início da campanha eleitoral
Na ação, a coligação com o PT afirma que a meta utiliza a “seletividade algorítmica” e restringe o alcance das postagens de Lula, além de ser omissa na remoção de conteúdos que utilizam inteligência artificial para espalhar desinformação sobre o atual presidente.
Os partidos também alegam que a campanha petista ficou impossibilitada de utilizar o recurso de impulsionar conteúdos no feed do Instagram, ferramenta que tem sido amplamente utilizada pela campanha de Flávio Bolsonaro.
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