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Os investimentos de alto risco são, por natureza, voláteis e podem gerar grandes valorizações ou perdas irreparáveis. No entanto, mesmo nos ativos arriscados, os fundamentos por trás é que farão com que o valor do ativo cresça ao longo do tempo — mesmo que com solavancos. É o caso do Ethereum, que, como é de se esperar de uma criptomoeda, tem alta volatilidade, mas entrega resultado consistente aos investidores nos últimos anos.
Para provar a consistência do retorno do Ethereum, o InfoMoney solicitou à Vault Capital, uma simulação de quanto R$ 1.000 alocados na criptomoeda há 10 anos renderiam.
A segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado valia US$ 3,66 em outubro de 2015. No último dia 23, o seu valor em reais chegou a R$ 21.600, uma valorização de 589.895% no período.
Oportunidade com segurança!
Há 10 anos, R$ 1 mil comprariam 273,14 ETH, quantidade que hoje poderia ser negociada por R$ 5,89 milhões, mas o valor líquido de resgate seria de R$ 4,86 milhões.
Fernando Martines, Head de Research da Vault Capital, explica que a conta considera o investimento via exchange estrangeira e taxa de 0,10% sobre o valor negociado. Depois, o valor restante precisa ser transferido para uma conta bancária no Brasil, o que vai gerar a necessidade de declaração no Imposto de Renda no ano seguinte.
Com a alíquota de 17,5% sobre os ganhos de capital, a declaração geraria uma DARF de R$1.031.274,30, restando R$ 4.862.721,71.
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| Desconto | Valor |
| Taxa de Exchange (0,10%) | R$ 5.899,95 |
| Taxa de Rede (US$ 10,00, considerando dólar a R$ 5,40) | R$ 54,00 |
| Imposto de Renda (Alíquota de 15%) | R$ 1.031.274,30 |
| Valor líquido | R$ 4.862.721,71 |
Para vender a cripto, o investidor deveria considerar liquidar aos poucos sua posição, já que o montante considerável poderia impactar negativamente os preços se vendido de uma vez.