Cripto acabou? Não para a Franklin Templeton, que prepara novo fundo de blockchain

O produto financeiro é um fundo de private equity que terá um investimento mínimo de US$ 100.000

Lucas Gabriel Marins

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A Franklin Templeton, uma das maiores gestoras de recursos do planeta, vai lançar um novo fundo de investimentos de blockchain voltado para investidores institucionais.

A informação consta em um registro realizado nesta semana pela empresa, que tem US$ 1,4 trilhão sob gestão, junto à Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos).

Chamado de Blockchain Fund II, o produto é um fundo de private equity que terá um investimento mínimo de US$ 100.000.

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“A entrada das grandes gestoras do mercado tradicional no mercado cripto é um movimento cada vez mais natural à medida que essas companhias entendem o benefício de novas tecnologias como as blockchains, que podem ser mais eficientes que soluções tradicionais no mercado financeiro”, disse o analista da Titanium Asset, Thiago Rigo.

Esse é o segundo fundo cripto da Franklin Templeton. O primeiro, criado no final de 2021, era focado em capital de risco.

A gestora é uma entusiasta das criptomoedas. Além dos produtos de investimento focados em moedas digitais, a empresa usa as redes Stellar (XLM) e Polygon (MATIC) em seus fundos de títulos do tesouro americano.

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Outras gigantes do mercado financeiro também abraçaram o conturbado setor, que ainda está tentando se recuperar de um 2022 marcado por quedas de preços e falências. Em agosto do ano passado, a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, lançou um fundo privado de Bitcoin (BTC) para investidores institucionais dos EUA.

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Lucas Gabriel Marins

Jornalista colaborador do InfoMoney