5 criptomoedas para ter na carteira em fevereiro, segundo analistas

Lista de mais citadas tem Bitcoin, mas também uma "intrusa" menos conhecida que é considerada promissora

Lucas Gabriel Marins

Publicidade

Janeiro foi um mês bastante volátil para as criptomoedas por causa do lançamento dos ETFs (fundos de índice) à vista de Bitcoin (BTC) dos Estados Unidos. O maior ativo digital chegou a despencar 21% nas duas semanas após o início da negociação dos produtos financeiros, para depois se estabilizar no mesmo preço do início do ano, gerando um sobe e desce em todo o mercado cripto. Haja coração!

Neste mês de fevereiro, não há nenhum grande anúncio dentro ou fora do setor cripto. No entanto, o burburinho em torno da aprovação dos ETFs spot de Ethereum (ETH) em maio, o halving (evento que corta pela metade a emissão do Bitcoin) previsto para abril e a expectativa de queda de juros nos EUA em 2024 podem chacoalhar os preços dos criptoativos hoje.

Diante desse cenário, a reportagem do InfoMoney pediu para especialistas recomendarem a carteira de criptomoedas ideal para navegar no mês do carnaval com segurança, tranquilidade e a dose de risco típica das moedas digitais. Veja as cinco sugestões mais citadas.

Oferta Exclusiva

CDB 150% do CDI

Invista no CDB 150% do CDI da XP e ganhe um presente exclusivo do InfoMoney

E-mail inválido!

Ao informar os dados, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

5 criptomoedas recomendadas para fevereiro:

CriptomoedaNº de recomendaçõesRetorno mensal (janeiro) Retorno (acumulado de 12 meses)
Bitcoin (BTC) 6-0,05%+85,13%
Ethereum (ETH)6+0,24%+45,76%
Solana (SOL)4 0,00%+313,63%
Polygon (MATIC)2-19,00%-27,31%
Immutable (IMX)2 0,00%+176,40%
Fontes: Mercado Bitcoin, Nord Research, Foxbit, Empiricus Research, Hurst Capital, Fund Research, Token.com

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin, segundo a maioria das casas, é um ativo quase obrigatório na carteira de qualquer investidor cripto. “Com o próximo halving e com o afrouxamento dos juros nos EUA, esperamos que o BTC tenha um bom desempenho neste ciclo, especialmente por ser o único ativo que, por enquanto, possui interesse e distribuição entre investidores institucionais ao redor do mundo”, disse Valter Rebelo, analista de criptoativos da Empiricus Research.

Ethereum (ETH)

O Ethereum, segundo maior projeto cripto do mercado, apresentou falhas em uma atualização prevista para sua rede em janeiro e teve dificuldade em oferecer operações mais rápidas e baratas. Apesar disso, segundo Beto Fernandes, analista da exchange Foxbit, a criptomoeda continua em alta, em especial por causa do iminente ETF spot nos EUA.

Continua depois da publicidade

“Um grande apelo para o ETH em fevereiro é que a SEC adiou para março uma decisão para o ETF de Ethereum à vista da BlackRock. Pelo menos no quesito especulativo, esta pode ser uma boa oportunidade para se acumular ETHs, imaginando que o mercado irá repercutir este fundo assim como foi com o Bitcoin no início do ano”.

Solana (SOL)

Uma das principais concorrentes do Ethereum, é apontada por muitos traders como a “fênix das criptomoedas”. Após sofrer com interrupções em sua rede e ficar com a imagem manchada por causa da aproximação com Sam Bankman-Fried, da FTX, o projeto conseguiu se reerguer e subiu quase 1.000% no ano passado.

“[A Solana] vem atraindo uma vasta gama de investidores de capital de risco, além de uma grande quantidade de aplicações descentralizadas para seu ecossistema”, falou Luiz Pedro Andrade de Oliveira, analista chefe de investimentos em criptoativos da Nord Reserach.

Polygon (MATIC)

A Polygon, uma rede de segunda camada do Ethereum, vem registrando um crescimento rápido de novos usuários na plataforma, e chegou a marca de 15,24 milhões recentemente. Esse número, falou Fernandes, da Foxbit, é maior do que a quantidade de user da segunda maior cripto do setor.

Immutable (IMX)

É uma plataforma para o desenvolvimento de games da Web3. Com o aquecimento do setor de gamecoins (jogos que pagam criptos para os players), o projeto deve começar a atrair mais investidores ao longo de 2024.

Lucas Gabriel Marins

Jornalista colaborador do InfoMoney