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A Solana voltou a ganhar protagonismo no mercado de criptoativos após construir uma recuperação expressiva desde o suporte de US$ 61,49. Negociada na região de US$ 118,80, a criptomoeda rompeu resistências importantes, recuperou as médias móveis nos gráficos diário e semanal e agora se aproxima de US$ 123,26, nível que pode definir a continuidade do movimento comprador.
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Na minha leitura, a estrutura técnica melhorou de maneira significativa, mas o ativo chega a uma região decisiva depois da rápida valorização. No curto prazo, a Solana permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, atualmente próximas de US$ 115,33 e US$ 107,69, respectivamente. No gráfico semanal, essas referências aparecem em torno de US$ 104,01 e US$ 86,32, reforçando a recuperação de médio prazo.
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O rompimento consistente de US$ 123,26, preferencialmente acompanhado por maior volume comprador, poderá abrir uma nova etapa da alta. Caso a resistência prevaleça, entretanto, não descarto uma realização ou um pullback em direção às médias. Esse recuo não invalidaria automaticamente a recuperação, desde que os suportes recentemente conquistados sejam preservados.
Solana: análise de curto prazo — gráfico diário
Pelo gráfico diário, observo que a Solana preserva a tendência de alta construída desde US$ 61,49. O movimento ganhou força a partir de agosto, quando a criptomoeda deixou a faixa de consolidação e rompeu, em sequência, as resistências de US$ 84,02, US$ 95,79 e US$ 109,09.
Negociado perto de US$ 118,79, o ativo permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, localizadas em aproximadamente US$ 115,33 e US$ 107,69. A média mais curta acima da mais longa reforça o predomínio comprador, embora a consolidação recente abaixo de US$ 123,26 mostre perda momentânea de impulso.
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Considero US$ 123,26 a principal referência para as próximas sessões. O rompimento desse nível com aumento de volume poderá abrir caminho para US$ 134,07 e, posteriormente, US$ 148,55.
No sentido contrário, uma realização encontraria sustentação inicial em US$ 115,33. Abaixo desse nível, a faixa formada por US$ 109,09 e US$ 107,69 será determinante: sua perda enfraqueceria o movimento e elevaria o risco de retorno a US$ 95,79. Se a pressão vendedora persistir, os suportes seguintes aparecem em US$ 84,02, US$ 71,98 e US$ 61,49.
Minha leitura de curto prazo, portanto, permanece positiva enquanto a Solana sustentar as médias móveis. Uma eventual acomodação ainda poderá ser interpretada como pullback, mas a perda de US$ 109,09/US$ 107,69 exigirá maior cautela.
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Suportes: US$ 115,33; US$ 109,09/US$ 107,69; US$ 95,79; US$ 84,02; US$ 71,98; US$ 61,49.
Resistências: US$ 123,26; US$ 134,07; US$ 148,55.

Confira nossas análises:
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Solana: análise de médio prazo — gráfico semanal
No gráfico semanal, a recuperação iniciada em US$ 61,49 também permanece preservada. A reação interrompeu a sequência de baixa e levou a Solana novamente para cima das médias móveis de 9 e 21 períodos, situadas em torno de US$ 104,01 e US$ 86,32.
A configuração melhora a perspectiva de médio prazo, mas US$ 123,26 ainda representa uma barreira relevante por ter funcionado como suporte e resistência em momentos anteriores. A superação dessa faixa confirmaria maior força compradora e permitiria um avanço inicialmente até US$ 148,55.
Acima de US$ 148,55, os próximos objetivos aparecem em US$ 197,41, US$ 242,94 e US$ 272,99, região das máximas anteriores. Para que esse cenário ganhe consistência, considero importante que os rompimentos sejam acompanhados por aumento do volume comprador.
Uma correção, por sua vez, encontraria suporte na região formada pela média de 9 períodos, em US$ 104,01, e pelo nível de US$ 95,79. A perda dessa faixa poderá levar a Solana à média de 21 períodos, próxima de US$ 86,32, enfraquecendo a recuperação.
Abaixo de US$ 86,32, aumentaria o risco de retorno a US$ 61,49. O rompimento desse suporte comprometeria a estrutura construída nos últimos meses e abriria espaço para US$ 51,40 e, em uma extensão das perdas, US$ 28,46.
Minha leitura de médio prazo continua positiva, embora a recuperação ainda dependa do rompimento de US$ 123,26/US$ 148,55 para avançar sobre resistências mais elevadas. Enquanto o ativo permanecer acima de US$ 95,79/US$ 86,32, considero preservada a vantagem dos compradores.
Suportes: US$ 104,01/US$ 95,79; US$ 86,32; US$ 61,49; US$ 51,40; US$ 28,46.
Resistências: US$ 123,26; US$ 148,55; US$ 197,41; US$ 242,94; US$ 272,99.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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