Fique de olho

Relatório de emprego nos EUA, IPCA de setembro no Brasil, volta da China e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

Confira no que ficar de olho na sessão desta sexta-feira

(Shutterstock)

SÃO PAULO – A sessão é de estabilidade para a maior parte dos índices mundiais na sessão desta sexta-feira (8), com os investidores à espera do relatório de emprego nos Estados Unidos, a ser divulgado nesta manhã. A expectativa é de que a criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos tenha acelerado em setembro uma vez que a onda de infecções de Covid-19 do verão começou a diminuir, posicionando o Federal Reserve para começar a reduzir suas compras mensais de títulos.

Na noite da véspera, chegou-se a um acordo mínimo para a elevação do teto da dívida nos EUA até dezembro, mas  que ainda não exime toda a discussão em torno da aprovação do pacote social de Joe Biden e a discussão sobre o pacote bipartidário de infraestrutura.

Esta sexta-feira também marca a volta das bolsas chinesas após a Semana Dourada, com Shangai fechando em alta.

Por aqui, o destaque fica para os dados da inflação de setembro medidos pelo IPCA, com expectativa de alta de mais de 10% no acumulado de doze meses. Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos operam próximo à estabilidade nesta sexta-feira (8).

Na noite de ontem, o Senado dos EUA aprovou a elevação do teto da dívida em quase meio trilhão de dólares até 3 de dezembro, o que gera alívio nos mercados.

Mas, nesta sexta, os investidores se mantêm bem atentos para a divulgação de relatório de emprego relativo a setembro, que deve ser central para a avaliação do Federal Reserve sobre o momento de reduzir o ritmo de seu programa de compra de títulos, atualmente em US$ 120 bilhões mensais.

A expectativa de analistas ouvidos pela Dow Jones é de que 500 mil novos empregos tenham sido criados em setembro. Em agosto, 235 mil empregos haviam sido criados, um saldo abaixo da estimativa do consenso do mercado, de 720 mil empregos.

Na quinta, o Departamento de Emprego dos Estados Unidos afirmou que o número de novos pedidos de seguro-desemprego na semana passada havia somado 236 mil, abaixo da expectativa de economistas de 345 mil. O número total de pedidos contínuos de seguro caiu em 97 mil, a 2,71 milhões.

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Atenção ainda para a semana que vem, que marcará o início da temporada de divulgação de resultados referente ao terceiro trimestre nos Estados Unidos.

Ásia

As bolsas chinesas registraram altas no primeiro dia de negociações, após um feriado de uma semana. Dados divulgados na sexta-feira indicaram que a atividade do setor de serviços voltou a níveis saudáveis no país.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da China subiu de 47,2 em agosto para 51,4 em setembro, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (8) pela IHS Markit em parceria com a Caixin Media. Números acima de 50 indicam expansão da atividade. No mês de agosto, o índice havia apontado para contração pela primeira vez em 16 meses.

O PMI de serviços, divulgado no mesmo levantamento, subiu de 46,7 em agosto para 53,4 em setembro, também sinalizando recuperação da atividade após um mês de retração.

As atenções devem continuar a girar em torno da crise da incorporadora China Evergrande e do mercado de propriedades de forma geral.

Na China continental, o Shanghai Composto avançou 0,67%; em Hong Kong, o índice Hang Seng teve alta de 0,27%; no Japão, o Nikkei fechou em alta de 1,34%; e na Coreia do Sul o Kospi recuou 0,11%.

Na sexta, a fabricante coreana de celulares Samsung afirmou que o seu lucro operacional no trimestre encerrado em setembro deve ter sido cerca de 28% maior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Assim, o terceiro trimestre pode marcar o maior lucro trimestral da Samsung em três anos.

Europa

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As bolsas europeias registram leves recuos na sexta, após uma semana volátil. O índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, tem queda de 0,35%, com destaque positivo do setor automobilístico, e negativo do setor de tecnologia.

Na quinta, a Irlanda abriu mão de sua oposição aos termos da criação de uma nova regra de imposto corporativo global. Ela concordou em abandonar o seu imposto de 12,5% para grandes operações multinacionais, o que pode ser essencial nos esforços para instituir uma taxa mínima de, ao menos, 15%.

Na Alemanha, a balança comercial relativa a agosto veio positiva em 13 bilhões de euros, levemente abaixo da expectativa de 15,8 bilhões de euros.

No mercado de commodities, os preços do petróleo registram alta em meio a dúvidas sobre o fornecimento global.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

*Dow Jones Futuro (EUA), +0,15%
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,10%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,02%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,09%
*Dax (Alemanha), -0,14%
*CAC 40 (França), -0,35%
*FTSE MIB (Itália), +0,25%

Ásia

*Nikkei (Japão), +1,34% (fechado)
*Shanghai SE (China), +1,67% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), +0,55% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -0,11%

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, +1,11%, a US$ 79,18 o barril
*Petróleo Brent, +1,11%, a US$ 82,86 o barril
*Bitcoin, +3% a US$ 55.422,35
*Sobre o minério de ferro: **O minério negociado na bolsa de Dalian teve alta de 4,88%, a 762,5 iuanes, o equivalente a US$ 182,26.
USD/CNY = 6,45

2. Agenda

Brasil

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9h: Inflação relativa a setembro, medida pelo IPCA; consenso Refinitiv é de alta de 1,25% frente agosto e avanço de 10,33% na comparação anual
11h: Lula, ex-presidente, participa de coletiva

Europa

9h10: Discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde
10h: Pronunciamento de Fabio Panetta, do BCE

Estados Unidos

9h30: Relatório de emprego de setembro, com consenso Refinitiv de criação de 500 mil vagas; expectativa de taxa de desemprego a 5,1%
11h: Estoques e vendas no atacado em agosto

3. Covid, CPI e medicamentos ineficazes

Na quinta (7), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 438, patamar 22% abaixo daquele de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 451 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em 7 dias foi de 15.205, queda de 53% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 14.696 novos casos.

Os dados de 14 dias antes haviam sido inflados pela contabilização de dezenas de milhares de casos represados, o que ajuda a explicar a forte queda nos registros. Vários estados haviam tido problemas no registro de casos após um ajuste no sistema nacional que centraliza dados de Covid, o que levou a uma contabilização menor, seguida pelos registros mais fortes.

Chegou a 148.856.842 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 69,78% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 95.212.008 pessoas, ou 45,57% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 1.954.584 pessoas, ou 0,92% da população.

Na quinta, falou à CPI da Covid o advogado Tadeu Frederico de Andrade, de 65 anos. Ele foi paciente da Prevent Senior, e chorou ao dizer que médicos da operadora teriam tentado tirá-lo da UTI para “morrer em poucos dias”. Segundo o advogado, a família se recusou.

Em nota, a Prevent Senior negou que tenha iniciado tratamento paliativo (voltado a reduzir o sofrimento do paciente, inclusive em momentos em que não há perspectiva de cura), e afirmou que a medida teria sido sugestão de uma médica da empresa, e não determinação desta.

Também na quinta, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitecs) do Ministério da Saúde adiou a decisão que poderia barrar definitivamente o uso da cloroquina para tratamento de Covid no Brasil. O remédio é comprovadamente ineficaz contra a doença, mas é defendido pelo governo.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, bolsonaristas fazem pressão em torno da decisão. Ao jornal, o médico coordenador do grupo, Carlos Carvalho, da USP, que foi indicado por Marcelo Queiroga, afirmou, no entanto, que o adiamento não foi influenciado por questões políticas.

Ainda de acordo com o Estadão, o parecer é encarado com preocupação pelo Planalto por conta de suas implicações políticas e jurídicas, em um momento em que a promoção do remédio pelo governo em detrimento de medidas comprovadamente eficazes, como distanciamento social e vacinação, é atacada na CPI da Covid no Senado.

O jornal teve acesso ao parecer que seria levado para votação, que diz que há evidências científicas de que azitromicina e hidroxicloroquina não funcionam contra a Covid e não devem ser usadas. No caso de ivermectina e colchicina, o parecer afirma que não há evidências de que funcionam contra a Covid.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o tema foi retirado da pauta por conta da “publicação de novas evidências científicas dos medicamentos em análise”.

Segundo reportagem publicada nesta sexta no portal UOL, um vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti, defendeu em reunião em julho de 2020 com um órgão do Ministério da Saúde um parecer que dá autonomia ao médico para prescrever esses remédios com eficácia duvidosa, que compõem o chamado “kit covid”.

Na época, a OMS (Organização Mundial da Saúde) já havia interrompido os testes com esses remédios em pacientes por conta dos sinais de ineficácia.

Na quinta, a CPI aprovou a convocação para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, preste esclarecimentos à comissão pela terceira vez, após sair da pauta da reunião de um órgão técnico da pasta a recomendação para que medicamentos sem eficácia contra a Covid-19 não sejam usados no tratamento da doença.

A informação de que a recomendação contrária ao uso de hidroxicloroquina e ivermectina no tratamento da Covid foi retirada da pauta da reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) chegou à Comissão Parlamentar de Inquérito nesta quinta e levou à aprovação de um requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) para ouvir Queiroga.

 

4. Precatórios, ICMS de combustíveis e depoimento de Bolsonaro

O secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, afirmou que o envio da mensagem modificativa do projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022 deve ser feito entre o final de outubro e início de novembro, frisando que o governo está aguardando a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos precatórios para tanto.

“Pra gente enviar mensagem modificativa refazendo Orçamento de 22, precisamos de PEC dos precatórios”, disse ele ao participar de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso.

Funchal voltou a afirmar que a PEC é imprescindível para abrir espaço no orçamento do ano que vem para a realização de despesas públicas. O relator da proposta, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), apresentou na quinta-feira seu parecer, propondo que o limite para pagamento das dividas judiciais reconhecidas pela União será corrigido pelo teto dos gastos públicos e o restante que exceder esse valor ficará numa fila de espera.

Aqueles que não quiserem aguardar, pelo texto apresentado, terão direito a receber à vista já no exercício seguinte, mas terão um desconto de 40% no montante.

A proposta disse que caberá ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamentar a atuação dos presidentes dos tribunais competentes para cumprir esse ponto da PEC.

O parecer prevê que o limite para os pagamentos dos precatórios equivale ao valor da despesa paga no exercício de 2016, com a correção estabelecida pela mesma dinâmica do teto dos gastos.

Além disso, em sua live semanal pelas redes sociais na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu que o texto a ser votado pela Câmara dos Deputados para modificar a cobrança do ICMS sobre os combustíveis difere do conteúdo defendido originalmente pelo Executivo, mas disse ser uma alternativa que vem sendo tocada pela Casa para viabilizar a aprovação.

Bolsonaro afirmou que tem buscado uma maneira de solucionar a alta do preço dos combustíveis junto do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que prometeu colocar em votação um projeto sobre o imposto estadual ICMS.
Bolsonaro argumentou ainda que parte do combustível do país é importada, e, portanto, sujeita às variações do preço internacional.

O presidente aproveitou para defender que o ICMS incida sobre o valor da gasolina nas refinarias e sobre o valor do etanol na usina.

Pelo projeto apresentado por Lira na terça, o imposto estadual terá uma alíquota fixa a ser determinada com base na média dos últimos dois anos. Esse percentual, então, vai vigorar durante um ano, de forma a garantir uma previsibilidade e reduzir os impactos para os consumidores.

O presidente afirmou que colocou o “dedo na ferida” ao levantar a discussão sobre os impostos que incidem sobre o combustível e sobre o ICMS.

“O imposto federal é o mesmo valor desde janeiro de 2019… coisa que não é a mesma coisa no ICMS”, disse o presidente.
“Os governadores têm arrecadado muito mais por litro de combustível vendido e interessa para eles o preço alto, porque o ICMS incide em cima do preço final da bomba”, acusou. “Nós levantamos essa lebre, nós botamos o dedo na ferida.”

Além disso, o ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal tome o depoimento do presidente Jair Bolsonaro em até 30 dias no inquérito que apura a interferência do presidente na corporação.

​​A decisão ocorre após Bolsonaro, por meio da Advocacia-Geral da União, ter informado o STF na véspera que concordava em prestar depoimento pessoal no inquérito.

5. Radar corporativo

Vale (VALE3)

A Vale informou na quinta-feira que uma decisão judicial em caráter liminar determinou o retorno imediato das atividades de mineração de Onça Puma, no Pará, que haviam sido paralisadas após a suspensão da licença de operação pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Também na quinta, a empresa informou que conseguiu fechar acordos de indenização com familiares de todos os trabalhadores, próprios ou terceirizados, vítimas do desastre com uma barragem de rejeitos de minério de ferro em Brumadinho (MG), com os valores envolvidos somando R$ 1,1 bilhão.

Para isso, foram 680 acordos desde 2019, envolvendo 2.400 pessoas, informou a companhia à agência internacional de notícias Reuters. Isso não significa que novos acordos com familiares não possam ser fechados. O colapso da barragem despejou uma onda de rejeitos de mineração, que deixou um total de 270 mortos, sendo 250 funcionários.

Também na quinta, o CEO da Vale, Eduardo Bartolomeo, afirmou no Financial Times Mining Summit que a empresa não está olhando para um “spin-off” (cisão) no curto prazo da unidade de metais básicos. Mais tarde, a Vale afirmou que a unidade precisa ser “transformada” antes que o plano de longa data possa ser executado.

Camil (CAML3)

A Camil teve lucro líquido de R$ 106,5 milhões no segundo trimestre do exercício 2021, iniciado em março, uma baixa de 23,2% na comparação ante os R$ 138,6 milhões obtidos em igual período do ano fiscal 2020.

Wilson Sons (WSON33)

A Wilson Sons informou que ações da WS SA na B3 estreiam em 25 de outubro.

Klabin (KLBN11)

A Klabin contratou US$ 500 milhões em crédito rotativo com custo menor e com vencimento em 2026.

A companhia informou que títulos têm metas de sustentabilidade, custo será de entre 0,36% aa e 0,38% ao ano, e caso a linha seja sacada, entre libor +1,20% ao ano e libor +1,25% ao ano.

A linha de crédito substitui crédito de US$ 500 milhões com vencimento em 2023 que tem custo de 0,41% ao ano e custo sacado de libor +1,35% ao ano.

Brasil Agro (AGRO3)

A BrasilAgro anunciou na quinta-feira a venda da Fazenda Alto Taquari, em Mato Grosso, por R$ 589 milhões, na maior negociação da história da companhia, à medida que os preços de commodities agrícolas, especialmente da soja, impulsionam os negócios imobiliários da empresa.

A propriedade de 3.723 hectares, sendo 2.694 hectares úteis, foi vendida por um preço 65% superior à avaliação da própria empresa, divulgada no último balanço, em agosto, informou a companhia em fato relevante.

Mas a dimensão do negócio fica mais clara –assim como o impacto dos preços das commodities agrícolas na valorização das terras– quando se compara o valor que a BrasilAgro pagou, em 2007, pela área da fazenda vendida: apenas cerca de 30 milhões de reais.

Portobello (PTBL3)

A fabricante catarinense de revestimentos cerâmicos Portobello anunciou nesta quinta-feira que seu conselho de administração aprovou investir 160 milhões de dólares para construir uma fábrica no Tennessee, nos Estados Unidos.

A Portobello afirmou que, concluída a construção, que vai consumir metade do investimento e está prevista para o fim de 2022, fará um arrendamento de 20 anos do edifício.

Ambev (ABEV3)

A fabricante de bebidas Ambev anunciou na quinta-feira a compra de 150 caminhões elétricos da fabricante chinesa JACMotors. Segundo comunicado, os veículos serão entregues até o fim do ano e se somam a 100 caminhões elétricos encomendados pela empresa junto à Volkswagen. No total, a frota de caminhões elétricos da Ambev soma 250 veículos em cerca de 20 cidades do país. A Ambev não informou o valor da encomenda feita à JAC. As compras fazem parte da meta da Ambev de ter metade da frota dedicada composta por caminhões elétricos até 2025.

Ecorodovias (ECOR3)

O volume de tráfego consolidado nas rodovias administradas pela EcoRodovias subiu 10,7% em setembro na comparação com o mesmo período de 2020. O número consolidado passou de 31.484 para 34.865 veículos, segundo os dados prévios divulgados pela concessionária nesta quinta-feira, 7. Levando em conta somente o total comparável, excluindo a Ecovias do Cerrado, o movimento foi de 32.154 automóveis, avanço de 2,1% na base anual.

Azul (AZUL4)

A Azul divulgou os resultados preliminares de tráfego de setembro. O tráfego de passageiros consolidado (RPKs) cresceu 120,1% ante setembro de 2020. A capacidade (ASKs), por sua vez, apresentou um salto de 122,3% na mesma base de comparação. A taxa de ocupação em relação a setembro de 2020 caiu 0,8 ponto porcentual, passando a 79,4%. Na comparação com setembro de 2019, houve recuos de, respectivamente, 10,6% e 6,2%, enquanto a taxa de ocupação caiu 3,9 pontos.

Méliuz (CASH3)

Em parceria com a Captalys, o Méliuz passará a oferecer, a partir de 2022, um novo cartão com sua marca. Unindo as duas expertises, o Méliuz será o motor de crédito, aplicando sua inteligência e conhecimento do seu cliente ao negócio, enquanto a Captalys entra com a infraestrutura e o financiamento da operação.

Dotz (DOTZ3)

A Dotz divulgou prévia operacional no terceiro trimestre de 2021, com alta das vendas brutas de mercadorias (GMV, na sigla em inglês) no marketplace de 76%, a R$ 231 milhões no acumulado do ano. O crescimento da receita por usuário foi de 30%, de R$ 21,29 para R$ 27,58.

Grendene (GRND3)

A Grendene firmou parceria para a constituição de uma joint venture com a gestora 3G Radar. A joint venture terá como objetivo distribuir e comercializar os produtos da Grendene no mercado internacional.

 

(com Estadão Conteúdo e Reuters)

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