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Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (19/10) em queda de 0,52%, aos 5.054 pontos. Os contratos de minidólar deverão refletir a queda de 0,50% do dólar à vista, a R$ 5,0476, em um dia marcado pela reta final da disputa presidencial e pelo enfraquecimento da moeda norte-americana diante de divisas emergentes. As pesquisas BTG/Nexus e AtlasIntel mostraram redução da vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Luiz Inácio Lula da Silva, mantendo a tensão eleitoral elevada. A matéria não informa o desempenho do Ibovespa.
Para os traders de minidólar, o foco estará nas novas sinalizações eleitorais e no comportamento global do dólar. Também entram no radar as projeções do Focus, que mantiveram a inflação de 2026 em 5,22% e a Selic em 13,25%, enquanto reduziram para R$ 5,13 a estimativa para o câmbio no fim do ano.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão no campo negativo, dando continuidade ao fluxo de baixa. Apesar da pressão vendedora, o contrato terminou o pregão entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, situação que exige atenção à definição do próximo movimento.
Para a continuidade da queda, considero necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 5.043/5.033,5 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar as vendas e abrir caminho para 5.013,5/4.995,5 pontos. Em um movimento mais amplo, o alvo passa a ser o suporte de 4.968,5/4.939 pontos.
No cenário oposto, uma recuperação dependerá do ingresso de volume comprador e do rompimento da resistência em 5.056,5/5.061,5 pontos. Acima dessa região, vejo espaço para o contrato avançar até 5.078,5/5.105 pontos. Se a força compradora persistir, o próximo objetivo estará em 5.116,5/5.135 pontos.
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No gráfico diário, vejo a queda da última sessão como uma correção após as altas recentes. O contrato voltou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, deixando em aberto tanto uma tentativa de recuperação quanto o teste de regiões inferiores.
Para retomar o movimento de alta, o minidólar precisará recuperar as médias e superar as resistências em 5.124,5, 5.192 e 5.274,5 pontos. O rompimento dessas referências poderá ampliar o fluxo comprador em direção a 5.302,5/5.339 pontos.
Por outro lado, a continuidade da baixa ganha força com a perda dos suportes em 5.033,5, 4.995,5 e 4.968,5 pontos. Abaixo dessas regiões, projeto como alvo inicial a faixa de 4.831/4.784 pontos.
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O IFR de 14 períodos está em 41,32, patamar que não caracteriza sobrecompra nem sobrevenda.

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Dólar futuro (WDOX26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar fechou com fluxo negativo e permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Essa configuração mantém a pressão vendedora, embora eventuais rompimentos de resistência possam produzir uma recuperação mais consistente.
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Para retomar a alta, o contrato precisa superar inicialmente a região de 5.078,5/5.116,5 pontos e confirmar força acima de 5.135 pontos. Vencida essa faixa, o próximo objetivo comprador estará em 5.159/5.192 pontos. A continuidade do movimento poderá levar o ativo às resistências de 5.226,5 e, posteriormente, 5.274,5 pontos.
Para dar sequência à baixa, acompanho a perda dos suportes em 5.043/5.013,5 pontos. Se essa região for rompida para baixo, o fluxo vendedor poderá ganhar intensidade e levar o contrato até 4.995,5/4.968,5 pontos. Em um movimento mais prolongado, os próximos alvos estarão em 4.950/4.902,5 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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