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Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (09/10) em queda de 0,51%, aos 5.013 pontos. Os contratos de minidólar deverão refletir a continuidade da valorização do real após o dólar à vista recuar 0,76%, a R$ 4,9856, e acumular queda de 4,44% na semana. No Brasil, as pesquisas eleitorais reduziram os prêmios na curva de juros e deram força ao Ibovespa, apesar de o IPCA avançar acima do esperado, com altas de 0,82% no mês e 4,58% em 12 meses. No exterior, o dólar cedeu diante de moedas emergentes, embora tenha sustentado ganhos contra divisas fortes.
Para os traders de minidólar, o foco estará na capacidade do contrato de permanecer próximo ou abaixo da região de 5.000 pontos, após a forte queda semanal. A repercussão das pesquisas, as expectativas para o cenário fiscal e o comportamento dos juros futuros deverão orientar os negócios.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar voltou a fechar no campo negativo, dando continuidade à pressão vendedora. Apesar disso, o contrato reagiu na parte final do pregão e terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando uma tentativa de recuperação no curtíssimo prazo.
Para que o movimento de baixa prossiga, será necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 5.005/4.995,5 pontos. A perda dessa faixa poderá ampliar a pressão e levar o contrato aos próximos suportes em 4.968,5/4.961,5 pontos e, em uma extensão do movimento, a 4.939,5/4.917 pontos.
Pelo lado comprador, a retomada da recuperação dependerá da superação da resistência em 5.023/5.052 pontos. Acima desse intervalo, o minidólar poderá buscar 5.072/5.083,5 pontos, com alvo mais longo na região de 5.097/5.111 pontos.
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No gráfico diário, vejo que o minidólar registrou nova baixa, mantendo a estrutura pressionada após a forte queda recente. Ainda existe espaço para um repique técnico, mas os compradores precisarão mostrar força e romper as resistências mais próximas para tornar essa recuperação mais consistente.
Para retomar o movimento de alta, o contrato deverá superar inicialmente a região de 5.052/5.083 pontos. Caso o rompimento ocorra com volume, o fluxo comprador poderá avançar em direção a 5.124,5/5.274,5 pontos.
Na direção contrária, a continuidade da queda dependerá da perda do suporte em 4.968,5/4.831 pontos. Abaixo dessa região, os próximos objetivos estarão em 4.784/4.676 pontos.
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O IFR de 14 períodos está em 33,82 pontos, dentro da zona neutra, mas próximo da região de sobrevenda. Essa leitura mantém aberta a possibilidade de um repique, embora o indicador, isoladamente, não confirme uma reversão do fluxo vendedor.

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Dólar futuro (WDOX26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo negativo e passou a negociar entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração reforça a indefinição de curto prazo, com o contrato pressionado pelos vendedores, mas ainda tentando sustentar uma recuperação.
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Para retomar o movimento de alta, o minidólar precisará superar inicialmente a região de 5.029/5.052 pontos e, na sequência, 5.083,5 pontos. Acima dessas barreiras, encontrará nova resistência em 5.101/5.115,5 pontos. Um rompimento acompanhado de volume poderá intensificar o fluxo comprador em direção a 5.133 pontos, com alvo mais longo em 5.159 pontos.
Para ampliar o movimento de baixa, será necessário perder o suporte em 4.995,5/4.968,5 pontos. O rompimento dessa faixa poderá fortalecer o fluxo vendedor e levar o contrato a 4.950/4.902,5 pontos. Em uma extensão da queda, os próximos alvos estarão em 4.882/4.861 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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