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Os contratos de minidólar (WDOG26), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (16/01) praticamente estáveis, com leve alta de 0,01%, aos 5.387 pontos. O dólar acompanhou o fortalecimento da moeda no exterior em um pregão de baixa liquidez. O movimento foi influenciado principalmente pela alta dos rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos, que sustentou o dólar globalmente e se sobrepôs aos fatores domésticos, enquanto a bolsa brasileira operou de forma mais travada.
No cenário interno, o destaque foi o IBC-Br, prévia do PIB, que avançou 0,7% em novembro, acima do esperado, reforçando a leitura de atividade mais forte e a possibilidade de adiamento no início dos cortes de juros.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, o contrato fechou com leve alta, mas sem força, permanecendo abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse comportamento reforça o cenário de equilíbrio entre compradores e vendedores. Para que o ativo consiga dar sequência a um movimento de recuperação no curtíssimo prazo, será essencial a superação da região de resistência em 5.391,5/5.398,5 pontos. Acima desse patamar, o mercado tende a buscar 5.413/5.425,5 pontos, com alvo mais longo em 5.434/5.446 pontos.
Por outro lado, a perda do suporte em 5.384/5.377 pontos pode reacender o fluxo vendedor, abrindo espaço para novas quedas em direção a 5.372,5/5.360 pontos e, em um movimento mais estendido, 5.350/5.338 pontos.
No gráfico diário, o minidólar fechou próximo da estabilidade, mantendo um cenário técnico ainda frágil. Para que o ativo volte a ganhar tração compradora em um horizonte mais amplo, será necessário romper a região de resistência em 5.434/5.452 pontos, o que pode destravar alvos em 5.489,5/5.508 pontos.
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Em sentido oposto, a perda da faixa de suporte em 5.372,5/5.360 pontos mantém o risco de continuidade do movimento de baixa, com alvo inicial projetado em 5.319/5.291 pontos. O IFR (14) está em 38,79, em zona neutra.

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Dólar futuro (WDOG26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o minidólar fechou levemente no positivo, mas segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com viés lateral.
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Para que o ativo consiga retomar um movimento de alta mais consistente, será necessário superar a região de resistência em 5.401,5/5.425,5 pontos. Acima desse nível, os próximos alvos passam a ser 5.434/5.452 pontos, com extensões em 5.491,5 e 5.512,5 pontos.
Caso a pressão vendedora volte a se intensificar, a perda do suporte em 5.372,5/5.360 pontos tende a acelerar o movimento de baixa, levando o ativo para 5.338/5.319 pontos e, em um cenário mais estendido, 5.291 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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