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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (22/07) com forte alta de 2,40%, aos 178.775 pontos, em um pregão marcado pelo amplo domínio comprador. No cenário externo, os investidores seguem atentos às tensões no Oriente Médio, que mantêm o petróleo em alta, enquanto Wall Street aguarda os balanços das grandes empresas de tecnologia e seus impactos sobre o mercado.
No Brasil, o Ibovespa avançou impulsionado pelo fluxo estrangeiro e pela alta de Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e bancos, mesmo com a entrada em vigor das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Para os traders de mini-índice, o foco permanece na temporada de balanços, nas tensões geopolíticas e comerciais e no comportamento das commodities, fatores que devem seguir influenciando o índice futuro.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice retomou o fluxo comprador com força e encerrou a última sessão acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. A intensidade da alta e o domínio dos compradores melhoram a leitura de curto prazo, embora o índice já se aproxime de novas regiões de resistência.
Para que o movimento altista tenha continuidade, considero importante o rompimento da faixa de 179.220/179.490 pontos. Caso essa região seja superada com entrada consistente de volume, o índice poderá avançar em direção a 180.245/180.670 pontos, tendo como objetivo mais longo a faixa de 181.120/181.515 pontos.
Por outro lado, uma retomada da pressão vendedora dependerá da perda do suporte em 178.700/177.985 pontos. Se essa região for rompida, vejo espaço para uma correção em direção a 176.585/175.955 pontos, com alvo mais amplo em 175.115/174.245 pontos.
No gráfico diário, a forte alta da última sessão melhorou a estrutura técnica e levou o mini-índice novamente para cima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse movimento devolve força aos compradores e abre espaço para a continuidade da recuperação.
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Para confirmar esse cenário, acompanho o rompimento da resistência em 179.220/180.670 pontos. Se essa faixa for superada, os próximos objetivos passam a ser 183.925/186.520 pontos.
No cenário contrário, uma perda das regiões de 175.755 pontos, 173.500 pontos e 172.000 pontos poderá enfraquecer novamente a estrutura e devolver o controle aos vendedores. Abaixo dessa faixa, os próximos suportes aparecem em 170.210/169.090 pontos. O IFR (14) está em 56,19 pontos, em região neutra.

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice apresentou forte recuperação e encerrou a sessão acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que reforça o domínio comprador e melhora a estrutura de curto prazo.
Para que o fluxo de alta tenha sequência, será necessário superar a resistência em 179.220/180.670 pontos. Um rompimento consistente dessa região poderá levar o índice até 181.515/183.215 pontos, com objetivo mais longo em 183.925/185.145 pontos.
Por outro lado, uma retomada do movimento de baixa dependerá da perda do suporte em 178.060/176.585 pontos. Caso essa faixa seja rompida, o índice poderá buscar 175.780/174.245 pontos, tendo como alvos mais longos as regiões de 173.500/172.430 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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