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Mini-índice (WINQ26) pode retomar alta? Veja os níveis para operar hoje

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (05 de agosto)

Rodrigo Paz

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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (04/08) em queda de 0,23%, aos 178.360 pontos. O Ibovespa recuou 0,06%, aos 177.894,97 pontos, pressionado pelas quedas de Itaú e Petrobras, enquanto a alta da Vale limitou as perdas. No exterior, Wall Street e as bolsas europeias avançaram com o otimismo sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã, movimento que também derrubou o petróleo.

Para os traders de mini-índice, a decisão do Copom, o desempenho das commodities e a divergência entre bancos, Petrobras e Vale concentram os principais vetores de volatilidade.

Análise do gráfico de 15 minutos

Pelo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento negativo, após apresentar forte valorização no início do pregão e devolver os ganhos ao longo do dia. O contrato fechou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a necessidade de acompanhar o comportamento do ativo diante das primeiras regiões de suporte e resistência.

Para dar continuidade ao movimento de baixa, considero necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o suporte em 178.170/178.000 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão vendedora e levar o mini-índice em direção a 177.410/176.985 pontos. Em uma extensão da queda, o alvo mais longo estará em 176.670/176.000 pontos.

No sentido contrário, a retomada do fluxo comprador dependerá da superação da resistência em 178.530/179.010 pontos. Confirmado o rompimento, o contrato poderá buscar 179.555/180.670 pontos. Acima dessa região, o objetivo mais longo estará em 181.165/181.930 pontos.

No gráfico diário, o mini-índice também encerrou a última sessão em queda. Após avançar no início do pregão, o contrato encontrou pressão vendedora ao tocar a média móvel de 200 períodos e devolveu o movimento positivo. Apesar do recuo, o ativo permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mas continua inserido em um cenário de elevada volatilidade e movimentação mais lateral.

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Para retomar o fluxo de alta, considero necessário superar a região de resistência em 179.715/180.670 pontos. Acima dessa faixa, o mini-índice poderá avançar em direção ao objetivo inicial de 183.925/186.520 pontos.

Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa dependerá do rompimento dos suportes em 176.600/173.500/172.000 pontos. A perda dessa região poderá abrir caminho para 170.210/169.090 pontos. O IFR de 14 períodos está em 53,79 pontos, permanecendo em região neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

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WINQ26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em queda e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento mantém o cenário técnico pressionado e torna as regiões mais próximas determinantes para a definição do próximo movimento.

Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para superar a resistência em 179.755/180.670 pontos. Confirmado o rompimento, o contrato poderá avançar em direção a 181.930/183.215 pontos e, posteriormente, buscar a faixa de 183.925/185.145 pontos.

Já para prolongar o movimento de baixa, o mini-índice precisará romper o suporte em 177.410/176.985 pontos. Caso essa região seja perdida, o contrato poderá recuar até 176.690/174.000 pontos. Em uma extensão da pressão vendedora, os alvos mais longos estarão em 173.500/172.430 pontos.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)

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