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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (08/06) com leve baixa de 0,18%, aos 169.265 pontos. O mini-índice refletiu a cautela dos investidores diante das incertezas no Oriente Médio. Apesar das sinalizações de alívio no conflito, a falta de um acordo definitivo manteve os mercados em compasso de espera. No exterior, as bolsas americanas fecharam sem direção única, enquanto o petróleo avançou.
No Brasil, Vale (VALE3) e os grandes bancos pressionaram o Ibovespa, enquanto Petrobras (PETR4) limitou perdas com a alta do petróleo. Para o trader de mini-índice, o foco segue no cenário geopolítico, nas expectativas para os juros e no fluxo dos investidores, fatores que continuam sustentando a volatilidade no curto prazo.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a sessão com leve baixa, mas conseguiu recuperar parte das perdas ao longo da tarde, fechando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse comportamento sugere uma melhora no curtíssimo prazo, embora ainda insuficiente para alterar a tendência predominante.
Para que o fluxo comprador ganhe força, será necessária a superação da resistência em 169.345/169.945 pontos. Caso esse rompimento ocorra, o contrato poderá avançar em direção a 170.470/171.200 pontos, com alvo mais amplo em 171.675/172.280 pontos.
Por outro lado, a retomada da pressão vendedora dependerá da perda da região de suporte em 169.060/168.745 pontos. Abaixo desse intervalo, o mercado poderá buscar 168.485/168.145 pontos, com projeções mais longas em 167.720/167.180 pontos.
No gráfico diário, sigo observando uma estrutura predominantemente baixista. O mini-índice permanece negociando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, mantendo o cenário negativo para o curto prazo.
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Apesar disso, alguns sinais sugerem cautela para novas vendas. O IFR (14) recuou para 27,73 pontos, permanecendo em região de sobrevenda. Após um movimento tão intenso de baixa, essa condição costuma favorecer correções altistas ou repiques técnicos.
Ainda assim, considero que a tendência principal permanece negativa. Para uma melhora mais consistente do cenário, será necessário superar a região de resistência em 171.675/175.100 pontos, abrindo espaço para movimentos em direção a 177.990/180.385 pontos.
Já pelo lado vendedor, a perda de 168.635/166.275 pontos poderá acelerar as quedas rumo a 165.170/162.350 pontos.
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WINM26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice segue negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés baixista predominante. Ainda assim, o movimento de recuperação no fim da sessão merece atenção, pois pode indicar uma tentativa de formação de fundo de curto prazo.
Para que essa recuperação ganhe tração, será importante observar o comportamento dos preços diante da resistência em 170.470/171.675 pontos. O rompimento dessa faixa poderá abrir espaço para avanços em direção a 173.070/174.650 pontos. Em um cenário mais positivo, os próximos objetivos ficam em 175.855/176.325 pontos.
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Por outro lado, caso o mercado volte a sofrer pressão vendedora, a região de suporte em 168.635/167.620 pontos será decisiva. A perda desse intervalo poderá levar o índice para 166.840/165.810 pontos, com alvos mais longos em 165.170/164.610 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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