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O Ibovespa manteve a pressão vendedora e encerrou a última sessão com queda de 0,21%, aos 168.668 pontos, após oscilar entre a mínima de 168.129 pontos e a máxima de 169.645 pontos. O índice segue aprofundando o movimento corretivo iniciado após a máxima histórica de 199.354 pontos, permanecendo abaixo da importante marca dos 170 mil pontos.
Vale destacar que o mercado completou oito semanas consecutivas de perdas, algo inédito em sua história, reforçando a fragilidade do cenário técnico e a predominância do fluxo vendedor.
Pelo gráfico diário, observa-se que o índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a tendência de baixa. Além disso, o rompimento de suportes relevantes segue favorecendo a continuidade do movimento corretivo.
O IFR (14) em 29,01 já se encontra em região de sobrevenda, condição que pode favorecer repiques técnicos ou movimentos de recuperação no curto prazo. No entanto, enquanto o índice permanecer abaixo das médias móveis, sigo enxergando predominância do viés baixista.
Para que o mercado consiga iniciar uma recuperação mais consistente, considero importante a superação das resistências em 174.200/178.340 pontos, seguida da faixa de 181.560/187.780 pontos. Somente acima desses níveis o índice poderá reduzir a pressão vendedora e melhorar sua estrutura gráfica.
Por outro lado, a perda do suporte em 168.120 pontos tende a ampliar o movimento de baixa, abrindo espaço para testes em 164.780/161.745 pontos, com projeção mais longa na região de 157.000 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue negativo. O índice permanece negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando que o fluxo vendedor continua dominante no curtíssimo prazo.
Para uma reação compradora, será necessário superar a faixa de resistência em 169.515/171.795 pontos. Caso isso aconteça, os próximos objetivos passam a ser 174.895/176.030 pontos, com extensão para 177.160/178.200 pontos.
Já pelo lado da baixa, a perda da importante região de 168.120/166.295 pontos poderá acelerar as vendas, levando o índice a buscar 163.570/161.745 pontos, com alvo mais longo em 160.055/159.700 pontos.
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Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (08/06) com leve baixa de 0,18%, aos 169.265 pontos.
O cenário ainda favorece os vendedores, mas a recuperação observada no fim da sessão e o IFR em sobrevenda no gráfico diário aumentam as chances de um repique técnico. No gráfico de 15 minutos, o suporte em 169.060/168.745 pontos será o primeiro nível importante a ser observado, enquanto a resistência em 169.345/169.945 pontos representa a primeira barreira para a continuidade da recuperação.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo permanece abaixo das médias móveis, mas mostra sinais de estabilização após a forte pressão vendedora recente.
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Os contratos de minidólar (WDON26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (08/06) com alta de 0,38%, aos 5.223,5 pontos, ampliando o movimento de recuperação observado nos últimos pregões.
O minidólar voltou a fechar em alta e segue sustentado acima das médias móveis de curto prazo, mantendo o viés positivo. A região de 5.221,5/5.204 pontos passa a ser o primeiro suporte relevante para preservar a recuperação recente, enquanto a faixa de 5.230/5.238,5 pontos representa a principal barreira para que o movimento comprador ganhe nova aceleração.
No gráfico de 60 minutos, o cenário segue favorável aos compradores. O contrato permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos e continua trabalhando próximo de importantes resistências, cujo rompimento poderá abrir espaço para novas máximas no curto prazo.
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Os contratos futuros de Bitcoin (BITM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão em alta de 2,47%, aos 331.960 pontos, interrompendo uma sequência de oito quedas consecutivas e sinalizando uma reação compradora após o forte movimento de baixa das últimas semanas.
Pelo gráfico diário, observo que o movimento positivo da última sessão pode representar o início de um repique técnico, favorecido pelo forte estresse vendedor acumulado recentemente. Apesar da recuperação, o cenário ainda inspira cautela, já que o ativo continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável dessas referências. O IFR (14) em 31,19 deixou a região extrema de sobrevenda, mas ainda permanece próximo desse patamar, reforçando a possibilidade de continuidade do movimento corretivo de alta no curto prazo.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 325.000/307.240 pontos pode recolocar a tendência de baixa em evidência, abrindo espaço para quedas até 289.980/260.970, com alvo mais longo em 250.560/241.630 pontos.
Por outro lado, para que o repique ganhe força e evolua para uma recuperação mais consistente, será necessário superar a faixa de 351.480/377.125 pontos. Acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 393.560/412.100, com projeções mais longas em 421.920/435.420 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta terça-feira (09).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

