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O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (24/02) em alta de 1,33%, aos 195.030 pontos, reforçando a tendência predominante de alta. O Ibovespa fechou em alta de 1,40%, aos 191.490 pontos, renovando o recorde histórico de fechamento e superando pela primeira vez os 191 mil pontos. O movimento acompanhou a recuperação das bolsas em Nova York, após alívio parcial nas tensões comerciais com a confirmação de tarifas de 10% pelos EUA. No Brasil, o real se valorizou e os juros futuros recuaram, reforçando o ambiente positivo para os ativos de risco.
Para os traders de mini-índice, a última sessão foi de fluxo comprador consistente, puxado principalmente por VALE3, PETR4 e grandes bancos, com protagonismo do investidor estrangeiro. O fechamento nas máximas históricas mantém o viés altista no curto prazo, mas o mercado segue atento ao discurso de Donald Trump, que pode adicionar volatilidade ao próximo pregão.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No intraday, o WINJ26 encerrou a última sessão em movimento positivo consistente, negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o controle dos compradores no curto prazo.
Para que o mini-índice dê sequência ao fluxo de alta, será necessária a superação da região de resistência em 195.395/195.855 pontos. Rompida essa faixa, o contrato tende a buscar 196.165/196.565 pontos, com alvos mais longos em 196.960/197.150 pontos.
Por outro lado, a retomada de um movimento corretivo exigirá a perda da faixa de suporte em 195.000/194.490 pontos. Abaixo desse patamar, o índice pode intensificar o ajuste, mirando 194.190/192.995 pontos, com extensão até 192.560/192.050 pontos.
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No gráfico diário, observo mais uma sessão de alta, mantendo o contrato acima das médias móveis e preservando a tendência de alta. A estrutura segue positiva, com potencial de continuidade. Para sustentar o movimento altista, será necessário romper a região de resistência em 195.395/196.165 pontos, o que pode projetar o índice para 197.500/199.320 pontos.
Em sentido oposto, a reversão de curto prazo exigirá a perda da faixa de 192.050/188.780 pontos, abrindo espaço para 187.245/185.560 pontos. O IFR (14) está em 68,72, em região neutra, próximo da sobrecompra, mas ainda sem sinal claro de exaustão.

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WINJ26: Gráfico de 60 minutos
Pelo gráfico de 60 minutos, o mini-índice também encerrou a última sessão no positivo, negociando acima das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o viés altista no curto prazo.
Para dar sequência ao fluxo de alta, será fundamental superar novamente a região de resistência em 195.395/195.855 pontos. Caso isso ocorra, o ativo pode buscar 196.165/196.560 pontos, com projeções adicionais em 197.500/198.000 pontos.
Já para retomar o fluxo de baixa, será necessária a perda da região de suporte em 194.490/193.665 pontos. Abaixo desse nível, o índice pode buscar 192.050/190.260 pontos, com alvos mais longos em 188.780/187.245 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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