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Mini-índice (WINJ26): semana começa com foco em dados e tensão global

Confira o que a análise técnica aponta para o mini-índice hoje (23 de março)

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O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (20/03) em queda de 0,96%, aos 180.250 pontos, mantendo o viés negativo, apesar de uma recuperação relevante no fim do pregão. O Ibovespa caiu 2,25%, aos 176.219 pontos, acumulando a quarta semana seguida de perdas, pressionado pela escalada da guerra no Oriente Médio. O petróleo voltou a superar US$ 110, elevando as preocupações com inflação e aversão ao risco global, com quedas em Wall Street. No Brasil, o dólar disparou e os juros subiram, refletindo o cenário mais defensivo.

Para os traders de mini-índice, a última sessão foi de forte pressão vendedora nas blue chips, com quedas em Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e bancos. O cenário segue guiado pelo exterior e pelo petróleo, mantendo o Ibovespa futuro sensível ao fluxo global e com volatilidade elevada no curto prazo.

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Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento negativo, embora com forte recuperação no final do pregão, o que amenizou as perdas e reforça o cenário de indecisão no curtíssimo prazo.

Para que o ativo dê continuidade ao fluxo de baixa, será necessário romper a faixa de suporte em 179.145/178.070 pontos. Caso essa região seja perdida, o movimento vendedor tende a se intensificar, levando o índice a buscar 177.495/176.385 pontos, com alvo mais longo em 175.720/175.190 pontos.

Por outro lado, a retomada do fluxo comprador dependerá da superação da região de resistência em 180.250/181.125 pontos. Se houver rompimento dessa faixa, o ativo pode avançar para 181.520/182.455 pontos, com projeção mais longa em 183.240/183.860 pontos.

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No gráfico diário, observo que o mini-índice segue em estrutura de baixa no curto prazo, ainda negociando abaixo das médias móveis, com destaque para a forte volatilidade recente. Para que o ativo consiga retomar o fluxo de alta, será necessário romper a faixa de resistência em 183.500/185.360 pontos, abrindo espaço para 188.165/189.250 pontos. 

Em contrapartida, a perda da região de suporte em 177.495/176.385 pontos tende a intensificar o movimento corretivo, com projeções em 172.940/168.190 pontos. O IFR (14) marca 37,27, em região neutra.

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Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Saiba mais:

WINJ26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão em movimento negativo, mas com forte entrada compradora no final do pregão, sinalizando tentativa de recuperação.

Apesar disso, o cenário ainda exige cautela. Para continuidade do fluxo de baixa, será necessário romper a região de suporte em 178.700/176.385 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o índice pode acelerar as perdas em direção a 175.000/172.940 pontos, com alvos mais longos em 171.435/171.550 pontos.

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Por outro lado, para retomar o fluxo de alta, será fundamental superar a região de resistência em 180.250/181.600 pontos. Confirmado o rompimento, o ativo pode avançar para 183.240/184.685 pontos, com projeções adicionais em 185.360/186.390 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

Guias de análise técnica:

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice. 

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Rodrigo Paz
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