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O Ibovespa encerrou a última sessão em forte queda, ampliando o movimento corretivo após a renovação de máximas históricas. O índice recuou 2,25%, aos 176.619 pontos, com mínima em 175.039 pontos e máxima em 180.305 pontos, em um pregão marcado por elevada volatilidade.
No gráfico diário, observo que o índice segue pressionado, negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés corretivo no curto prazo. O movimento recente sugere aumento da intensidade vendedora, e um ponto crítico está na mínima em 175.039 pontos: caso o mercado rompa e se firme abaixo desse nível, a tendência é de continuidade das quedas. O IFR (14) em 34,10, em zona neutra.
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Para que o Ibovespa tente retomar o fluxo de alta, será necessária a entrada consistente de força compradora para superar a faixa de resistência em 179.895/182.800 pontos. Acima desses níveis, os alvos projetados passam a ser 185.715/189.602 pontos, com extensão até a máxima histórica em 192.623 pontos.
Em contrapartida, a continuidade do fluxo de baixa depende do rompimento da região de suporte em 175.039/171.815 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 166.467/161.765 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice mantém um quadro mais negativo, operando dentro de um canal de baixa e abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a pressão vendedora no curtíssimo prazo.
Para que haja tentativa de reação, o Ibovespa precisa superar a resistência em 176.955/177.660 pontos. Caso esse movimento se confirme, o mercado tende a enfrentar novas barreiras em 180.305/181.630 pontos. Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 182.800/183.990 pontos.
Por outro lado, para que o índice dê continuidade ao movimento de baixa, será determinante a perda da faixa de suporte em 175.050/171.815 pontos. Se esse nível for rompido com aumento de volume, a pressão vendedora pode se intensificar, levando o Ibovespa a buscar 168.835/166.465 pontos, com objetivo mais longo na região de 163.570/161.745 pontos.
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Minicontratos
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão (20/03) em queda de 0,96%, aos 180.250 pontos, mantendo o viés negativo, apesar de uma recuperação relevante no fim do pregão.
Mesmo após a queda, o mini-índice mostrou reação no final da sessão, indicando disputa entre compradores e vendedores no curtíssimo prazo. No gráfico de 15 minutos, sigo atento ao suporte em 179.145/178.070 e à resistência em 180.250/181.125, níveis que podem definir a direção do pregão.
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Já no gráfico de 60 minutos, o ativo ainda se sustenta próximo das médias, com recuperação parcial no fechamento, mas sem reversão clara da tendência de curto prazo.

Os contratos de minidólar (WDOJ26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão (20/03) em alta de 0,97%, aos 5.290,5 pontos, apesar de uma forte pressão vendedora no fim do pregão.
Minha leitura é de que o minidólar ainda tenta sustentar o movimento de recuperação, mas o fluxo vendedor no fim da sessão traz cautela no curtíssimo prazo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 5.278/5.263, enquanto a primeira resistência aparece em 5.307,5/5.327, níveis que devem guiar o intraday.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando um cenário de transição e possível consolidação.
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Acompanhei uma sessão de recuperação moderada no futuro de Bitcoin (BITH26), com vencimento em março. O contrato encerrou o último pregão em alta de 1,24%, aos 373.940 pontos, em um movimento que sinaliza tentativa de retomada após a fase recente de ajuste.
No gráfico diário, observo que o contrato segue oscilando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça um cenário de equilíbrio e indefinição no curto prazo. A alta da última sessão sugere tentativa de retomada do fluxo comprador, mas ainda sem confirmação de tendência. O IFR (14) está em 49,95, em zona neutra.
Do ponto de vista estratégico, a retomada do fluxo de baixa dependerá da perda consistente da faixa de 365.530/356.660, o que pode pressionar o contrato em direção a 335.630/324.280, com alvo mais distante em 299.270/282.335.
Por outro lado, a continuidade da recuperação exigirá a superação da região de resistência em 394.700/408.580; acima desse patamar, o ativo pode buscar 428.060/439.890, com projeção estendida para 457.800/468.930.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (23).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

