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O Ibovespa encerrou a última sessão (03/02) em forte alta, confirmando a retomada do movimento comprador. O índice avançou 1,58%, aos 185.674 pontos, após oscilar entre a mínima em 182.815 pontos e a máxima em 187.333 pontos, nível que marcou uma nova máxima histórica.
Pelo gráfico diário, observo que o índice segue sustentado acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a estrutura de alta e a dinâmica de renovação de topos. O fluxo comprador permanece dominante, embora o mercado já opere em patamares mais esticados, o que exige atenção à intensidade do movimento nos próximos pregões. O IFR (14) em 78,94, em zona de sobrecompra, reforça o risco de ajustes pontuais, ainda que o viés principal continue positivo.
Para a próxima sessão, a continuidade da alta depende da entrada de força compradora suficiente para sustentar o rompimento da região de resistência em 186.449 pontos e da máxima histórica em 187.333 pontos. Superadas essas faixas, os alvos projetados passam a se concentrar em 190.085 pontos e, em uma projeção mais longa, na região de 192.785/195.485 pontos.
Em cenário alternativo, a perda da faixa de suporte em 182.815/180.088 pontos pode abrir espaço para um movimento corretivo mais amplo, com o índice mirando 175.500/169.629 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa reforçou o viés altista ao fechar acima das médias de 9 e 21 períodos, sinalizando potencial de continuidade do movimento no curto prazo. O avanço, no entanto, segue condicionado à superação consistente da resistência em 186.449/187.333 pontos, região-chave do intradiário.
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Caso esse rompimento se confirme, o índice tende a buscar como próximos alvos a região de 187.585/188.265 pontos, com extensão para a faixa de 189.100/190.465 pontos. Por outro lado, para que o mercado retome o fluxo de baixa, será necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 184.698/183.735 pontos.
A perda dessa região pode intensificar a correção, levando o índice a testar 182.850/181.560 pontos, com alvo mais longo na faixa de 180.088/177.741 pontos.

Minicontratos
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (03/02) em alta de 1,44%, aos 186.465 pontos, reforçando o fluxo comprador no curto prazo.
O cenário segue positivo para o mini-índice, sustentado pelo fechamento acima das médias móveis de 9 e 21 períodos nos gráficos intradiários. No gráfico de 15 minutos, o mercado observa como referência imediata o suporte em 186.035/185.585 e a resistência em 186.835/187.415, faixas que tendem a definir o tom do pregão.
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Já no gráfico de 60 minutos, o ativo também permanece acima das médias, indicando continuidade do viés altista, embora o movimento já exija atenção ao risco de correções pontuais diante do esticamento.

Na última sessão (03/02) o minidólar (WDOH26) encerrou com queda de 0,47%, aos 5.266,5 pontos, retomando o fluxo vendedor.
O minidólar voltou a ceder e passou a operar pressionado no intraday, exigindo atenção às faixas de suporte. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.266/5.256,5, enquanto a primeira resistência aparece em 5.276,5/5.292,5.
Já no gráfico de 60 minutos, observo a manutenção do viés negativo, com o preço abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém o cenário mais cauteloso no curtíssimo prazo.
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Observo que os contratos futuros de Bitcoin (BITG26), com vencimento em janeiro, encerraram a última sessão novamente no campo negativo, com queda de 2,93%, aos 406.260 pontos, reforçando a leitura de continuidade do fluxo vendedor no curto prazo.
No gráfico diário, o ativo segue pressionado por um forte movimento vendedor, após romper importantes faixas de suporte, mantendo a estrutura de baixa. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável, o que evidencia um movimento esticado de baixa. O IFR (14) recuou para 22,70, caracterizando zona de sobrevenda. Apesar da tendência de baixa ainda predominante, esse nível de esticamento combinado ao indicador sobrevendido eleva a chance de repique técnico pontual, sem, por ora, descaracterizar o viés principal.
Do ponto de vista operacional, a continuidade da queda passa pelo rompimento da faixa de 386.400/368.160, abrindo espaço para avanços do movimento corretivo até 335.345/319.630, com alvos mais longos projetados em 294.980/278.290.
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Já uma tentativa de recuperação exigirá a superação da resistência em 415.240/421.920; acima desse patamar, o ativo pode buscar 433.580/451.240, com projeção estendida para 462.205/474.165.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (04).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.

