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Inflação nos EUA é destaque após ânimo com falas de Powell e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

Além dos dados de preços ao consumidor dos EUA, investidores também monitoram Livro Bege do Fed e indicadores da China

Por  Equipe InfoMoney -

O grande destaque da agenda econômica desta quarta-feira (12) fica para os dados de preços ao consumidor nos EUA de dezembro, que devem apontar para um avanço anual de 7% segundo projeções de analistas, o que pode impactar o mercado.

As bolsas mundiais têm um dia de ganhos em continuidade ao movimento da véspera, após as falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, no Senado dos EUA.

As falas de Powell amenizaram os temores dos investidores: ele disse que o banco central está determinado a garantir que a inflação alta não se torne “arraigada”. Mas acrescentou que, em vez de diminuir o crescimento do emprego, um aperto da política monetária é necessário para manter a expansão econômica. Além disso, diminuiu as expectativas de que a redução do balanço patrimonial do Fed possa ocorrer em breve.

Na sessão desta quarta, além dos dados de inflação ao consumidor, será publicado o Livro Bege, com dados sobre as condições e perspectivas econômicas reportadas pelos Feds distritais dos EUA.

Também atenção aos dados de inflação da China, que animaram ao saírem abaixo do esperado. O índice de preços ao consumidor avançou 1,5% interanual em dezembro, uma desaceleração em relação aos 2,3% registrados em novembro e abaixo das expectativas dos analistas.

No Brasil, na véspera, foi divulgado o IPCA de 2021, com alta de 10,06%, levando o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, a divulgar carta aberta para justificar o descumprimento da meta de inflação. Campos Neto afirmou que o movimento de alta nos preços foi um fenômeno global que atingiu a maioria dos países avançados e emergentes, ressaltando que a autoridade monetária tem “tomado as devidas providências” para que as metas sejam atingidas.

Na B3, a sessão também marca o vencimento de opções sobre Ibovespa, que pode causar volatilidade ao índice.

Confira os destaques:

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1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos têm leve alta nesta quarta-feira (12), em meio à redução dos temores quanto à perspectiva de uma política monetária muito mais rígida do Federal Reserve, o banco central americano.

Na terça-feira, o Nasdaq avançou mais de 1%, em seu segundo dia consecutivo de ganhos; o S&P ganhou 0,9%; e o Dow ganhou 180 pontos. Em sua declaração ao Senado americano, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que a economia está saudável o suficiente e precisa de uma política monetária mais rígida, o que indica a perspectiva de redução do ritmo de compra de ativos e um balanço patrimonial menor. Mas ele não anunciou uma mudança acelerada da política em relação àquilo que já foi sinalizado pelo banco central, colocando a perspectiva de redução do balanço patrimonial para daqui “três ou quatro encontros”.

O rendimento dos títulos do Tesouro se estabilizou próximo a 1,76% depois de atingir a marca de 1,8% no início da semana.

Nesta quarta-feira, investidores aguardam por dados-chave de inflação para avaliar as próximas movimentações do Fed. A expectativa de analistas ouvidos pela Refinitiv é de que o Índice de Preços ao Consumidor tenha avançado 0,4% em dezembro na comparação mensal e de 7% na base anual.

Confira o desempenho dos índices futuros dos EUA às 7h30 (horário de Brasília):

Dow Jones Futuro (EUA), +0,06%
S&P 500 Futuro (EUA), +0,07%
Nasdaq Futuro (EUA), +0,17%

Ásia

As bolsas asiáticas tiveram altas na quarta-feira. Em Hong Kong, o índice Hang Seng de tecnologia avançou quase 5%. No Japão, empresas de tecnologia também tiveram fortes altas.

Divulgado na terça-feira, o índice de preços ao consumidor da China avançou 1,5% em dezembro em relação a um ano antes. A alta representa uma desaceleração frente à marca de 2,3% em novembro, e fica abaixo da expectativa de 1,8% de analistas ouvidos pela Reuters.

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Os preços nas fábricas avançaram 10,3% na comparação anual, frente a 12,9% em novembro e abaixo da expectativa de 11,1%. A desaceleração da inflação pode contribuir para cortes nas taxas de juros pelo Banco Popular da China.

Nikkei (Japão), +1,92% (fechado)
Shanghai SE (China), +0,84% (fechado)
Hang Seng Index (Hong Kong), +2,79% (fechado)
Kospi (Coreia do Sul), +1,54% (fechado)

Europa

Na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, avançou 0,5%, com destaque positivo para o setor de recursos básicos.

As preocupações com o ritmo de recuperação da economia global se fortaleceram na terça-feira, após o Banco Mundial cortar as suas previsões para os Estados Unidos, a Zona do Euro e a China. O banco alertou que o alto nível da dívida, o aumento da desigualdade de renda e o avanço de novas variantes do coronavírus ameaçam a recuperação das economias em desenvolvimento.

Já na agenda de indicadores, a produção industrial da zona do euro aumentou 2,3% em novembro ante outubro de 2021, segundo dados com ajustes sazonais publicados nesta quarta-feira pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio bem acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 0,4% na produção.

Por outro lado, a produção industrial do bloco recuou 1,5% em novembro ante igual mês de 2020, contrariando projeção do mercado de acréscimo de 1,4%. A Eurostat também revisou os números de produção industrial de outubro, para queda mensal de 1,3% e avanço anual de 0,2%.

FTSE 100 (Reino Unido), +0,72%
Dax (Alemanha), +0,45%
CAC 40 (França), +0,54%
FTSE MIB (Itália), +0,44%

Commodities

Os preços do petróleo continuam a avançar nesta quarta-feira, após atingirem na véspera seus maiores valores em dois meses e em meio às sinalizações do Fed.

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A cotação da véspera foi apoiada pela oferta restrita e pelas expectativas de que o aumento dos casos de coronavírus e a disseminação da variante Ômicron não inviabilizarão a recuperação da demanda global. A falta de capacidade em alguns países fez com que os acréscimos de oferta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estejam abaixo do aumento permitido por um pacto com seus aliados.

Do lado da demanda, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse na terça que espera que o impacto econômico da Ômicron seja de curta duração, acrescentando que os trimestres seguintes podem ser muito positivos para a economia após o aumento impulsionado pelas variantes.

Commodities

Petróleo WTI, +0,63%, a US$ 81,73 o barril
Petróleo Brent, +0,49%, a US$ 84,08 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 3,07%, a 737,5 iuanes, o equivalente a US$ 115,88

Bitcoin

Os preços do Bitcoin avançam 1,75%, a US$ 42.702,41

2. Agenda

Estados Unidos

10h30: Preços ao consumidor em dezembro, com expectativa de alta de 0,4% na comparação mensal e de 7% na comparação anual segundo analistas ouvidos pela Refinitiv
12h30: Estoques de petróleo na semana medidos pela AIE, com expectativa de redução de 1,95 milhão de barris, segundo consenso Refinitiv
15h: Discurso de Neel Kashkari, membro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed
16h: Divulgação do Livro Bege do Fed, sobre as condições econômicas dos Estados Unidos
16h: Balanço Orçamentário Federal

Zona do Euro

12h30: Discurso de Andrea Enria, do Banco Central Europeu

Brasil

13h: Confiança do consumidor em janeiro, medida pela Reuters/Ipsos
14h30: Fluxo cambial semanal

Onde Investir 2022

O InfoMoney – em parceria com a XP Investimentos – reúne alguns dos principais especialistas do Brasil e do mundo no evento Onde Investir 2022, online e gratuito, transmitido no canal do InfoMoney no YouTube. Confira a programação desta quarta-feira:

18h15 – Bolsa barata? Quais ações são oportunidades em 2022, com Roberto Attuch (Ohm Research) e Fernando Lovisotto (Vinci). Acesse aqui o link da transmissão.

Fila de caminhões em Foz do Iguaçu

Segundo nota do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), o protesto de auditores fiscais se intensificou na terça-feira em aduanas, levando ao acúmulo de 800 caminhões no pátio do Porto Seco de Foz do Iguaçu (PR). De acordo com o sindicato, na última quarta-feira havia cerca de 450 caminhões no Porto Seco, que tem capacidade para mil veículos, e a fila para exportação estava praticamente zerada.

Os auditores protestam por melhor remuneração após o presidente Jair Bolsonaro (PL) incluir na peça orçamentária de 2022 reajuste apenas para policiais da esfera federal, PRF e PF.

Enquanto isso, sem proposta concreta de reajuste após uma reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) afirmou que não é descartada “greve por tempo indeterminado” a partir de fevereiro, caso as negociações não avancem.

3. Radar econômico

Na terça-feira, o Ministério da Economia anunciou medidas para regularização de dívidas de micro e pequenas empresas, incluindo descontos como parte do Programa de Regularização do Simples Nacional.

Será possível pagar 1% do débito como entrada, dividido em até oito vezes. E o restante da dívida será parcelado em até 137 meses, com desconto de até 100% de juros, multas e encargos legais. A parcela mínima será de R$ 100, ou R$ 25 para microempreendedores individuais. As medidas foram publicadas em edição extraordinária do Diário Oficial da União.

De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, 1,8 milhão de empresas estão inscritas na dívida ativa da União por débitos no Simples, e o valor total das dívidas é de R$ 137,2 bilhões. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto de lei aprovado pelo Congresso que criaria uma espécie de Refis (programa de refinanciamento de dívidas) para empresas enquadradas no Simples.

Direitos trabalhistas

Em uma reunião em que representantes do governo da Espanha apresentaram a “contrarreforma” trabalhista que vem sendo implementada no país, o pré-candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu uma legislação que garanta direitos aos trabalhadores de plataformas de aplicativos, como motoristas e entregadores.

A reforma de 2012 na Espanha serviu de inspiração para a implementada no Brasil no governo de Michel Temer, e agora vem sendo rediscutida. A cúpula do PT vem falando em revogar a reforma realizada sob Temer.

Na terça-feira, a equipe de João Doria, governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB para a Presidência, lançou um documento em que se contrapõe às posições econômicas apresentadas pelo PT. Nele, defende o teto de gastos e a reforma trabalhista.

Já na véspera, em evento do mercado financeiro, o ex-juiz e presidenciável Sergio Moro (Podemos) afirmou em painel virtual  que acredita no livre mercado e que pretende aprofundar as privatizações caso eleito. Moro disse que o governo de Bolsonaro perdeu credibilidade fiscal, o que resultou em prognósticos de estagnação ou mesmo de recessão para 2022. A avaliação do presidenciável é de que essa perda de credibilidade é um dos efeitos da aprovação da PEC dos Precatórios, que adiou o pagamento de dívidas da União e, assim, liberou espaço no Orçamento.

Inflação e falas de Bolsonaro

Na véspera, no dia em que foi divulgado que a inflação oficial do país fechou o ano passado acima dos 10%, o presidente Jair Bolsonaro procurou se isentar de responsabilidade e culpou as políticas de restrições de circulação de pessoas adotadas durante a pandemia de coronavírus pela alta generalizada nos preços.

“Lembra do ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’? Vocês estão vendo a economia. O cara ficou em casa, apoiou e agora quer me culpar pela inflação”, disse Bolsonaro, em conversa com apoiadores divulgada nas redes sociais. Segundo o presidente, “o mundo todo” está com o problema da inflação.

Segundo dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2021 com alta de 10,06%, muito acima do limite de 5,25% da meta inflacionária estabelecida pelo Banco Central.

Em carta aberta apresentada nesta terça-feira para justificar o descumprimento da meta de inflação no ano passado, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o movimento de alta nos preços foi um fenômeno global que atingiu a maioria dos países avançados e emergentes, ressaltando que a autoridade monetária tem “tomado as devidas providências” para que as metas sejam atingidas.

No documento, Campos Neto disse que o resultado do ano foi motivado por forte elevação nos preços de bens, cobrança de tarifa adicional de energia elétrica e desequilíbrios entre oferta e demanda com gargalos nas cadeias produtivas.

De acordo com o presidente do BC, o dólar encerrou 2021 em patamar 9,83% acima do observado no fim de 2020, motivado por ruídos fiscais.

“A tendência de depreciação na segunda metade de 2021 refletiu principalmente questionamentos em relação ao futuro do arcabouço fiscal vigente e o aumento dos prêmios de risco associados aos ativos brasileiros, diante da maior incerteza em torno da trajetória futura do endividamento soberano”, disse.

4. Avanço da variante Ômicron

Segundo informações compiladas pelo site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, o mundo não registra menos do que 500 mil contaminações diárias por Covid desde 20 de dezembro. A alta ocorre junto ao avanço da variante Ômicron do coronavírus, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no final de novembro. 

A entidade afirmou na terça-feira que mais estudos são necessários para descobrir se as atuais vacinas contra a Covid oferecem proteção adequada contra a Ômicron. Também na terça-feira, o diretor da OMS para a Europa, Hans Kluge, disse que a expectativa é de que mais de 50% da população europeia seja contaminada com a Ômicron nas próximas seis a oito semanas. 

No Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na terça-feira que a variante já é a prevalente, e que espera que não haja aumento nas internações por Covid. 

Restrições pelo Brasil

No Brasil, a alta de casos de Ômicron é acompanhada pelo avanço da gripe, pressionando os sistemas de saúde. Reportagem publicada nesta quarta-feira pelo portal UOL destaca que o estado do Acre decretou na véspera situação de emergência na saúde pública por conta da superlotação de unidades estaduais.

Mais cedo neste mês, o Ceará determinou a redução do limite de público para 250 pessoas em locais fechados e para 500 em locais abertos; o Amazonas decretou a suspensão de grandes eventos e limitando o público máximo para apresentações a 200 pessoas; Bahia e Pernambuco determinaram que eventos só podem ter 50% da capacidade do local e no máximo 3.000 pessoas, que devem comprovar esquema vacinal completo. 

Na terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a adoção de medidas de restrição de mobilidade. “O Brasil não resiste a um novo lockdown, será o caos, será aqui uma rebelião, explosão de ações onde grupos vão defender o direito à sobrevivência deles. Não teremos Forças Armadas suficientes para Garantia da Lei e da Ordem”, afirmou.

Alta de casos e mortes por Covid

Na terça-feira (11) foram registrados 73.617 novos casos de Covid. A média móvel de novos casos em sete dias foi de 44.016, o que representa alta de 631% em relação ao patamar de 14 dias antes, segundo informações do consórcio de veículos de imprensa divulgadas às 20h.

Especialistas acreditam que, além do impacto da variante Ômicron do coronavírus, o número de novos casos de Covid no Brasil vem sendo impulsionado pelos dados represados após o ataque hacker realizado em 10 de dezembro ao Ministério da Saúde. Em um dia o Brasil registrou 139 mortes por Covid. Assim, a média móvel de mortes em 7 dias ficou em 122, alta de 15% em comparação com o patamar de 14 dias antes. 

O número de pessoas que tomaram ao menos a primeira dose de vacinas atingiu 161.727.955 pessoas, o que representa 75,82% da população. A segunda dose ou vacina de dose única foi aplicada em 144.763.135 pessoas, ou 67,86% da população. E a dose de reforço foi aplicada em 30.676.931 pessoas, ou 14,38% da população.

 

5. Radar corporativo

Eletrobras (ELET3;ELET6)

A Eletrobras (ELET3;ELET6) informou nesta terça-feira (11) que pretende protocolar  perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a SEC pedido de registro da oferta pública global de distribuição de ações ordinárias e de American Depositary Receipts  (ADR) de emissão da companhia, respectivamente, no segundo trimestre de 2022. 

A oferta faz parte do plano de desestatização da Eletrobras. Os termos e condições da  Oferta, incluindo as quantidades de ações ordinárias e de ADR que serão ofertadas e a indicativa de preço, ainda não foram determinados. 

A oferta está sujeita a condições de mercado e outras condições, incluindo a aprovação de seus acionistas e a aprovação da oferta pelos órgãos competentes.

Banco Inter (BIDI11;BIDI4)

O Banco Inter (BIDI11) informou nesta terça-feira (11) que a Ponta Sul Investimentos reduziu sua fatia no capital total da empresa para 7,37%. Anteriormente, segundo informações da B3 de 4 de janeiro, a Ponta Sul detinha um total de 11,79% do capital total – sendo 8,1% das ONs e 15,51% das PNs do banco.

Petrobras (PETR3;PETR4

A Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou ontem (11) uma elevação de 4,85% para os preços da gasolina e de 8% para o diesel, válidos a partir desta quarta-feira (12).

CCR (CCRO3)

O Conselho  de Administração da CCR (CCRO3) aprovou a 16ª emissão de debêntures  simples, não conversíveis em ações, em duas séries, com valor nominal unitário de R$ 1.000,00 na data de emissão, totalizando um montante de R$ 3,416 bilhões, sendo R$ 1.700.000.000,00 e R$ 1.716.000.000,00 para a segunda série.

A emissão das debêntures será objeto de distribuição pública com esforços restritos de colocação.

Os recursos serão destinados exclusivamente para o resgate antecipado da totalidade  das 600 notas promissórias comerciais representativas da  1ª e 3ª séries da 4ª emissão de notas promissórias comerciais da CCR, emitidas pela companhia em 13 de dezembro de 2021, e reforço e composição de caixa da companhia.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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