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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta terça

Futuros nos EUA operam mistos, de olho nas ações de chips

Por  Fernando Lopes, Felipe Alves -

Ibovespa hoje

Confira as últimas dos mercados

update 9h31

IPCA-15 de julho: dado confirma o bom momento da inflação, diz análise

“Indicador com resultados melhores do que o esperado em Serviços Subjacentes. Além do nível menor de inflação corrente, o IPCA confirma o bom momento a despeito de passar por um período de guerra (sem nenhum efeito de segunda ordem relevante)”, diz a equipe do BGCL. “Também vale a atenção para Veículos com nova deflação ajudando a queda de industriais”.
update 9h29

Dólar hoje tem leve alta com dados de inflação e Fed no radar

Investidores digerem dados da prévia da inflação, enquanto se preparam para decisão sobre juros na quarta-feira.

update 9h25

EUA: variação semanal de empregos ADP fica com saldo positivo de 15,00 mil, ante 16,50 mil da semana anterior

update 9h23

Unilever eleva projeções após volume de vendas atingir maior nível em mais de 16 anos

O crescimento orgânico das vendas do grupo de bens de consumo acelerou para 5,8% no período.

update 9h19

Ibovespa Futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 1,31%, aos 179.090 pontos

update 9h17

Fundação Cobra Coral suspende “assistência climática” à Argentina após falas de Milei

Grupo diz que interromperá atuação no país vizinho até que presidente argentino apresente pedido formal de desculpas pelas declarações feitas no Brasil.

update 9h16

Ibovespa Futuro (INDFUT) sob ainda mais, com 1,11%, aos 178.700 pontos

update 9h14

IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,06% em julho, abaixo do esperado pelo mercado

Expectativas em pesquisa da Reuters eram de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses.

update 9h13

Barra para Fed subir juros nesta semana segue alta – mesmo que mercados vejam chance

O banco central dos EUA vem mantendo sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% desde dezembro.

update 9h11

DIs: juros futuros começam dia com quedas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,855-0,045
DI1F2813,915-0,100
DI1F2914,200-0,110
DI1F3114,475-0,070
DI1F3214,570-0,045
DI1F3314,605-0,045
DI1F3514,640-0,035
update 9h08

DXY: índice dólar avança 0,02%, aos 101,55 pontos

update 9h07

Dólar comercial abre com com alta de 0,18%, a R$ 5,121 na venda

update 9h06

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com alta de 0,95%, aos 178.425 pontos

update 9h06

Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa o dia com alta de 0,02%, cotado a 5.019,50

update 9h05

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 0,85%, aos 325.060,00

update 9h05

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,02%, cotado aos 5.120,00 pontos

update 9h04

IPCA-15 apresenta inflação de 4,52% no acumulado de 12 meses até julho, abaixo dos 4,67% esperados

Nos 12 meses encerrados em junho, houve alta de 4,80%.

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update 9h03

Ibovespa futuro abre em alta de 0,66%, cotado aos 177.890 pontos

update 9h02

IPCA-15 apresenta inflação de 0,06% em julho, em relação a junho, bem abaixo do 0,19% esperado

Em junho, na relação com maio, houve inflação de 0,41%.

update 8h57

Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho

update 8h56

Vivo (VIVT3): crescimento sólido da receita, mas resultado final preocupante no 2T26, diz banco

A Vivo (VIVT3) apresentou um sólido crescimento da receita líquida no 2T26, com alta de 7,6% em relação ao ano anterior e 1% acima da estimativa do Itaú BBA, impulsionado por um crescimento de 6,6% na receita de serviços móveis (MSR), superando os concorrentes, e uma expansão de 11% na rede de fibra óptica. O Ebitda também superou as expectativas do banco em 1%, impulsionado principalmente pela venda de ativos no valor de R$ 202 milhões, que contribuiu para uma expansão de 130 pontos-base na margem em relação ao ano anterior. Mas a margem ficou 20 pontos-base abaixo da estimativa, em 41,8%, compensado principalmente por maiores despesas com depreciação e amortização. “A Vivo continua a apresentar um sólido crescimento da MSR e a avançar na sua estratégia de convergência, reforçando a sua forte execução num contexto macroeconómico e competitivo mais desafiador”, diz o banco. “Ainda assim, os investidores provavelmente se concentrarão no resultado líquido abaixo do esperado, o que poderá gerar alguma volatilidade, particularmente após a valorização de 5% das ações no último mês”. A classificação é neutra (market perform) e o preço-alvo é de R$ 38.

update 8h49

BC: Brasil registra déficit em conta corrente de US$ 2,33 bi em junho

O Brasil teve déficit em transações correntes de US$ 2,33 bilhões em junho, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,46% do Produto Interno Bruto, informou o Banco Central. A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 2,45 bilhões em junho. No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$ 9,075 bilhões, contra US$ 5,0 bilhões projetados na pesquisa. (Reuters)

update 8h36

Omã apresentou ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz

Omã apresentou ao Irã uma proposta para a criação de um mecanismo regional conjunto para a gestão do Estreito de Ormuz, com taxas voluntárias, segundo uma fonte do Golfo Pérsico disse à Reuters. De acordo com a proposta de Omã, que conta com apoio regional e foi apresentada a autoridades iranianas no fim de semana em Teerã, o Irã não exerceria o controle exclusivo dessa via navegável vital. A proposta se baseia no Estreito de Malaca, que liga os oceanos Índico e Pacífico e é administrado em conjunto pelos países que fazem fronteira com ele: Indonésia, Malásia e Cingapura. De acordo com a proposta, aqueles que utilizam o Estreito de Ormuz contribuiriam voluntariamente para um fundo que financiaria os custos de gestão da navegação, proteção ambiental e busca e resgate, entre outros serviços. A gestão do Estreito de Ormuz tornou-se o principal obstáculo nas negociações para pôr fim à guerra e um ponto de tensão que leva a repetidos retornos ao conflito. O Irã afirmou que o estreito não pode voltar à situação pré-guerra, em que a navegação fluía livremente, enquanto os países do Golfo Pérsico insistem que não haja pagamento obrigatório de taxas ao Irã. (Reuters)

update 8h32

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) vê lucro subir 17% no 2º tri, a R$ 1,57 bi

A receita operacional líquida da companhia teve alta de 7,6%, totalizando R$ 15,757 bilhões. O balanço foi divulgado após o fechamento do mercado na véspera.

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update 8h29

As escolhas do JPMorgan em ações de “utilities” após desempenho abaixo do setor

Com a disparada das taxas reais e a queda nos preços de energia no curto prazo, análise indica postura mais seletiva para o setor e divide apostas entre nomes táticos, estruturais e defensivos.

update 8h24

Grupo Toky (TOKY3) aprova grupamento na proporção de 20 para 1

A operação tem como objetivo o enquadramento da cotação das ações de emissão da companhia em valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade.

update 8h21

Tupy (TUPY3) contrata financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 600 milhões

As operações possuem o prazo total de 60 meses.

update 8h19

Preços dos combustíveis no Brasil diminuem levemente a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 61 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 58 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -67%, ou -R$ 2,18 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
  • Gasolina A (média nacional): -53%, ou -R$ 1,35 (ontem: -54%, ou -R$ 1,39)
update 8h17

Economia da Alemanha deve ter mostrado certa resiliência à guerra no 2º trimestre

A economia da Alemanha provavelmente cresceu de forma modesta no 2T26, apesar dos desafios decorrentes da guerra no Oriente Médio, já que o setor industrial permaneceu relativamente resiliente e os consumidores continuaram gastando, afirmou o banco central em um relatório mensal. A terceira maior economia do mundo vem se mantendo praticamente estagnada há anos, e a expectativa era de que 2026 fosse o ano de virada com um grande aumento nos gastos do governo impulsionando um boom de investimentos. No entanto, o impacto negativo da guerra, por meio dos custos mais elevados de energia e commodities, está neutralizando grande parte desse impulso, e economistas consultados pela Reuters preveem alta de apenas 0,1% na produção econômica nos três meses até junho em relação ao trimestre anterior. “O setor industrial está se beneficiando da demanda externa dinâmica e do crescimento das exportações”, afirmou o Bundesbank. “Os consumidores permaneceram relativamente imperturbáveis diante dos altos preços da energia e da perda de poder de compra associada, provavelmente mantendo seus gastos com consumo pelo menos estáveis”, acrescentou o banco central. A Alemanha também pode ter recebido alguns impulsos pontuais. A escassez de commodities e bens intermediários provavelmente afetou mais alguns dos principais rivais asiáticos, enquanto as expectativas de escassez no futuro podem ter incentivado alguns clientes a antecipar suas compras. “Desde que a situação no Oriente Médio não se agrave ainda mais, a pressão causada pela guerra poderá ser menos severa no terceiro trimestre do que o nível médio observado no segundo trimestre”, acrescentou o Bundesbank. Ainda assim, o quadro geral está longe de ser otimista, já que os fatores pontuais provavelmente desaparecerão e a guerra continuará sendo um empecilho, sugerindo que o crescimento geral será mais fraco, afirmou o banco central. (Reuters)

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update 8h12

Futuros do petróleo em mais um dia de queda: WTI perde 1,79%, a US$ 81,13; e Brent cai 2,13%, a US$ 86,48

A commodity reage novamente ao esfriamento das hostilidades entre EUA e Irã no Oriente Médio. Ontem, ambas as referências perderam em torno de 8% e as esperanças de novos entendimentos entre os dois países fazem novamente os preços recuarem.

update 8h06

Bolsas da Europa operam sem forças nesta manhã

As ações europeias seguem estáveis hoje, com a queda global no setor de tecnologia sendo contrabalançada por altas impulsionadas pelos resultados financeiros das empresas de luxo e de bens de consumo, enquanto a queda nos preços do petróleo proporcionava um apoio adicional. O ânimo dos investidores foi afetado por uma reportagem publicada na segunda-feira pelo The Information, informando que a China começou a fabricar máquinas de litografia por imersão em ultravioleta profundo desenvolvidas internamente — uma tecnologia essencial para a fabricação de chips, há muito dominada pela fabricante holandesa de equipamentos ASML. A reportagem provocou uma queda nas ações de semicondutores, com as fabricantes de chips dos EUA fechando em baixa durante a madrugada e suas contrapartes asiáticas também recuando na terça-feira. As ações da ASML caíam 2% no início do pregão europeu na terça-feira. Os investidores também aguardam os resultados financeiros das principais empresas de tecnologia dos EUA nesta semana, em busca de indícios sobre a sustentabilidade da alta do mercado impulsionada pela inteligência artificial. O Federal Reserve anunciará sua decisão de política monetária na quarta-feira (29).

  • STOXX 600: +0,07%
  • DAX (Alemanha): +0,03%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,41%
  • CAC 40 (França): +0,19%
  • FTSE MIB (Itália): -0,13%
update 8h04

Bolsas da Ásia ficam mistos, índice Kospi tomba quase 11% e é suspenso temporariamente

Movimento ocorre em meio a uma forte liquidação de ações de fabricantes de chips.

  • Shanghai SE (China), -1,16%
  • Nikkei (Japão): -3,83%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,41%
  • Nifty 50 (Índia): -0,05%
  • ASX 200 (Austrália): +0,60%
update 8h02

EUA: índices futuros operam mistos

Os índices futuros de Nova York estão oscilantes, exatamente como fecharam na véspera. As ações do setor de semicondutores caíram mais uma vez, com os investidores se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe, portanto, cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.

  • Dow Jones Futuro: +0,27%
  • S&P 500 Futuro: -0,11%
  • Nasdaq Futuro: -0,87%
update 8h00

Abertura dos mercados

O mercado nacional deve acompanhar hoje dados da Petrobras (PETR4) e do IPCA-15, enquanto preocupações com a concorrência chinesa e o financiamento do boom da inteligência artificial afetavam o humor no exterior e levavam investidores a evitar ações de fabricantes de chips. O IBGE divulga às 9h os dados de juho do IPCA-15, com expectativas em pesquisa da Reuters de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses. Já a Petrobras apresenta após o fechamento do mercado seu relatório de produção e vendas do 2T26. O presidente Lula tem reunião pela manhã com diversos ministros, incluindo da Casa Civil, da Fazenda, do Desenvolvimento e do Planejamento, além dos presidentes do Banco do Brasil (BBAS3), do BNDES e da Caixa. Em seguida, viaja para o Rio de Janeiro. No exterior, também pesa o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA já nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira (29). Os futuros do petróleo Brent ampliavam a queda de quase 9% registrada na véspera, uma vez que uma trégua nas hostilidades entre os EUA e o Irã continuava após a suspensão repentina dos ataques aéreos por Washington no sábado. (Reuters)

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update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street ganharam ânimo diante do alívio visto com a pausa das agressões entre EUA e Irã no Oriente Médio. O petróleo, assim, desabou na casa dos 8%. Mas a semana ainda guarda a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta-feira, com alguma possibilidade de alta. E os investidores ainda estão de olho nos balanços trimestrais, em especial das empresas do setor de Inteligência Artificial. “O maior risco é a continuidade dos gastos”, disse à CNBC Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management. “E o problema é que, se eles ouvirem os acionistas e reduzirem um pouco esses gastos, ou diminuírem o crescimento deles, o resto do mercado não vai gostar.Então, é como uma gangorra”, disse ele.

Dia (%)Pontos (pts)
Dow Jones+0,5152.209,69
S&P 500+0,027.413,23
Nasdaq-0,1824.932,08
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,900-0,060
DI1F2814,015-0,150
DI1F2914,310-0,145
DI1F3114,545-0,080
DI1F3214,615-0,065
DI1F3314,650-0,040
DI1F3414,655-0,045
DI1F3514,675-0,010
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,60%, próximo da máxima do dia

O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após a baixa curta da sexta (24). O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,04%, aos 101,51 pontos.

  • Venda: R$ 5,112
  • Compra: R$ 5,112
  • Mínima: R$ 5,076
  • Máxima: R$ 5,113
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
PRIO3-5,2955,71
RECV3-3,3110,24
PETR3-3,1546,05
PETR4-2,8441,01
CXSE3-2,5920,72

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
MBRF37,0815,89
TOTS36,9529,38
CSNA36,535,71
EMBJ35,3386,90
MRVE34,714,67

Mais negociadas

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NegóciosDia (%)
PETR469.644-2,84
WEGE332.3140,89
RAIL329.5431,69
ITSA428.4372,01
VALE326.8220,60
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 0,74%, aos 175.334,46 pontos

  • Máxima: 175.555,23
  • Mínima: 174.048,13
  • Diferença para a abertura: +2.292,51 pontos
  • Volume: R$ 19,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Semana: +0,74%
  • Julho: +1,92%
  • 3T26: +1,92%
  • 2026: +8,82%

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