O cenário atual para o Ibovespa é positivo e hoje não foi diferente: alta de 0,28%, aos 136.463,65 pontos, nova máxima histórica de fechamento, superando os 136.087,41 pontos de ontem, que já havia superado os 135.777,98 de antes de ontem.
Além disso, o Ibovespa também quebrou um novo recorde, ao superar pela primeira vez os 137 mil pontos, fazendo nova máxima intradiária (durante o andamento do pregão), com 137.039,54 pontos.
Percebe-se que foi um dia como outro qualquer, entre os mais recentes, em São Paulo: recordes quebrados e ganhos e mais ganhos. Nos últimos 12 pregões, o Ibovespa só fechou no negativo sexta-feira (16), com 0,12%.
O dólar comercial oscilou. Começou em queda, subiu no começo da tarde e voltou a cair, para fechar com menos 0,07%, a R$ 5,48. Os juros futuros (DIs) terminaram em queda, nos vencimentos de curto prazo, com a redução das apostas em uma alta da Selic, mas nos prazos médios e longos avançaram.
Ata do Fomc
O que provocou essa gangorra com a moeda foi a ata da mais recente reunião do comitê de política monetária dos EUA (Fomc). A expectativa era de que os integrantes do comitê dessem alguma pista sobre os próximos passos da caminhada da taxa de juros.
O que se viu foi que a grande maioria dos integrantes do Fomc acredita que, se os dados macroeconômicos continuarem a se comportar conforme o esperado, será provavelmente apropriado flexibilizar a política na próxima reunião.
Alguns deles já quiseram fazer isso na reunião passada: “vários participantes disseram que o progresso recente na inflação e na taxa de desemprego forneceram um caso plausível para um corte de 25 pontos-base já na reunião de julho”, disse a ata.
Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura Investimentos, entende que a ata veio em “tom dovish (mais brando), com vários participantes notando que a perspectiva de desinflação deve seguir à frente e que os riscos altistas ao cenário de inflação perderam força”.
“A ata ratifica a visão do mercado de que o ciclo de cortes de juros de fato irá iniciar em setembro e que o balanço de riscos está mais pesado no mercado de trabalho do que na inflação”, diz Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad. “O que permanece em aberto é o tamanho do corte”.
Agora, os olhos se voltam para o simpósio em Jackson Hole, que começa amanhã e que terá na sexta-feira (23) as falas de Jerome Powell, presidente do Fed.
Ibovespa e as ações
Por aqui, as commodities deram o tom no Ibovespa. A Vale (VALE3) foi o grande nome do dia, com alta ampla de 1,92%, com impulso de medidas do governo chinês para o setor imobiliário local. Por outro lado, Petrobras (PETR4) caiu 0,60%, com nova baixa do petróleo internacional, após oscilar durante o dia.
A alta da mineradora compensou a queda dos bancos, que passaram o pregão entre perdas e ganhos: BB (BBAS3) caiu 0,44%; Bradesco (BBDC4) desceu 0,45%; Itaú Unibanco (ITUB4) recuou 0,40% e Santander (SANB11) ficou no zero a zero.
Quanto à B3 (B3SA3), analistas da XP disseram que a deterioração do cenário macro e cautela com aspectos estruturais no longo prazo, além de possíveis concorrentes, levaram à revisão de expectativas. Houve corte de preço-alvo e a ação lutou, até ganhar força no final e terminar com mais 0,47%, máxima do dia.
A ação mais negociada do dia foi a de Hapvida (HAPV3), que terminou estável, apesar de revisões após 2T terem reforçado otimismo com a empresa, em meio a tendências positivas.
Quem disparou hoje foi a CVC (CVCB3), com mais 12,75%, com gestora elevando a participação.
Nesta quinta, estão previstos números de PMIs em vários cantos do mundo, mas cumpre observar mesmo é se o Ibovespa vai manter o ímpeto e continuar batendo recordes. O cenário de um índice feroz parece não ter fim. (Fernando Augusto Lopes)
Confira as últimas dos mercados
Encerramos nossa cobertura dos Mercados Ao Vivo
Na meia hora final, Bitcoin Futuro (BITFUT) avança 3,87%, aos 336.960,00
Na meia hora final, Ibovespa Futuro (INDFUT) tem alta de 0,25%, com 138.720 pontos; e Dólar Futuro (DOLFUT), mais 0,10%, aos 5.492,00
DIs: juros futuros encerram dia com baixas apenas nos vencimentos mais curtos
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F25 | 10,750 | -0,045 |
| DI1F26 | 11,450 | -0,035 |
| DI1F27 | 11,430 | 0,020 |
| DI1F28 | 11,470 | 0,040 |
| DI1F29 | 11,500 | 0,050 |
| DI1F31 | 11,520 | 0,060 |
| DI1F33 | 11,500 | 0,060 |
| DI1F35 | 11,460 | 0,050 |
Ibovespa: mais negociadas do dia
| Negócios | Dia (%) | |
| HAPV3 | 62241 | 0,00 |
| PETR4 | 56584 | -0,60 |
| VALE3 | 47463 | 1,92 |
| B3SA3 | 39358 | 0,47 |
| USIM5 | 35766 | 2,95 |
Ibovespa: maiores altas do dia
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CVCB3 | 12,75 | 2,30 |
| PETZ3 | 7,07 | 5,15 |
| GGBR4 | 3,83 | 18,43 |
| CMIN3 | 3,80 | 5,46 |
| CSNA3 | 3,70 | 12,33 |
Ibovespa: maiores baixas do dia
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| ASAI3 | -3,42 | 9,87 |
| DXCO3 | -2,29 | 8,11 |
| COGN3 | -2,11 | 1,39 |
| EZTC3 | -2,09 | 14,53 |
| PRIO3 | -2,05 | 46,85 |
Índice de Small Caps (SMLL) fecha dia com queda de 0,07%, aos 2.190,69 pontos
Índice de BDRs (BDRX) termina sessão com ganhos de 0,20%, aos 19.583,54 pontos
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com baixa curta de 0,02%, aos 3,381,82 pontos
Ibovespa fecha com alta de 0,28%, aos 136.463,65 pontos, novo maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 137.039,54 (nova máxima histórica)
- Mínima: 136.085,84
- Diferença para a abertura: +376,24 pontos
- Volume: R$ 21,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +1,36%
- Terça-feira (20): +0,23%
- Quarta-feira (21): +0,28%
- Semana: +1,87%
- Agosto: +6,90%
- 3T24: +10,13%
- 2024: +1,70%
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Dólar comercial termina dia com queda de 0,07%
O dólar volta a descer diante do real, após a alta forte de ontem. O movimento é semelhante ao da divisa norte-americana, que na comparação com as principais moedas do mundo ficou com o DXY em baixa de 0,31%.
- Venda: R$ 5,481
- Compra: R$ 5,480
- Mínima: R$ 5,459
- Máxima: R$ 5,510
Principais índices em Nova York encerram o dia com ganhos
Investidores em Wall Street fizeram os índices subir sem muita convicção, com muita oscilação para o Dow Jones. Eles aguardavam a ata da última reunião do Fed, cujos integrantes acreditam, em sua grande maioria, que se os dados macroeconômicos continuarem a se comportar conforme o esperado será provavelmente apropriado flexibilizar a política na próxima reunião. Alguns deles já quiseram fazer isso na reunião passada: “vários participantes disseram que o progresso recente na inflação e na taxa de desemprego forneceram um caso plausível para um corte de 25 pontos-base já na reunião de julho”, disse a ata. Importante confirmar também que “dados recebidos aumentaram a confiança dos participantes do Fomc de que a inflação está se movendo em direção à meta de 2%”. Entretanto, o discurso cauteloso ainda segue: muitos participantes sublinharam que “diminuir as taxas muito tarde ou muito cedo pode enfraquecer indevidamente a atividade econômica ou o mercado de trabalho”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,13 | 40.889,96 |
| S&P 500 | 0,42 | 5.620,78 |
| Nasdaq | 0,57 | 17.918,99 |
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Ibovespa fecha preliminarmente com alta de 0,30%, aos 136.495,70 pontos
Petz (PETZ3) tem mais um dia de alta firme, com 7,28%, a R$ 5,16
Índice de Small Caps (SMLL) desce 0,08% nestes minutos finais, aos 2.190,50 pontos
Usiminas (USIM5), uma das mais negociadas do dia, sobe 4,19%, a R$ 6,72
Nos minutos finais, Ibovespa segura alta confortável de 0,34%, aos 136.544,83 pontos
Entre as small caps, nos minutos finais, maior alta é de CVCB3, com 12,75%, seguida de AALR3, com 8,21%
Entre as small caps, nos minutos finais, maior queda é de TRAD3, com 9,64%, seguida de IFCM3, com 9,09%
Petróleo cai de olho em estoque nos EUA, revisão de emprego e tensão no Oriente Médio
Enquanto as negociações por cessar-fogo seguem travadas, repercutiram notícias de que o Egito está cada vez mais cético sobre um acordo de paz entre Israel e Hamas.
Sobe chance de Fed cortar juro em 0,5 p.p. em setembro; alívio menor é provável
O que mostra a plataforma de monitoramento do CME Group, em meio à repercussão da ata da autoridade monetária e da revisão negativa do payroll nos EUA.
ONS sugere acionamento antecipado de térmicas a gás como prevenção
Operador Nacional do Sistema Elétrico lembra em comunicado que volume de água que chega a reservatórios está baixo e que medidas preventivas são necessárias em outubro e novembro.
Após revisão para baixo de dados de emprego, Trump acusa Biden de fraude
Ex-presidente disse que administração Harris-Biden foi pega manipulando fraudulentamente as estatísticas de emprego para esconder a ruína econômica infligida à América e chamou caso de “escândalo”.
Câmara da Argentina derrota Milei e veta decreto de verbas para a Inteligência
Governo argentino queria autorização para gastar o equivalente a R$ 583 milhões em serviços de inteligência, mas foi derrotado nesta quarta-feira.
Governo concede cinco terminais em PE, RS e RJ em 1º leilão portuário do ano
O certame, o primeiro de arrendamentos portuários neste ano, deveria ter ocorrido no final de maio, mas foi adiado para esta quarta-feira por causa das chuvas no Rio Grande do Sul.
Morar nos EUA: quanto é preciso ter para “se sentir rico” nas maiores cidades?
Pesquisa feita pelo banco Charles Schwab mostra que, para um americano se sentir rico, ele precisa de um patrimônio 30 vezes maior que a renda média do país.
Dólar segue em recuo: -0,20%, a R$ 5,473 (compra) e R$ 5,475 (venda)
Quatro corpos são recuperados de iate de bilionário britânico na Sicília
Um jornal inglês reportou que dois dos mortos eram Lynch e sua filha de 18 anos, mas informação não foi confirmada pelas autoridades.
Lula reúne cúpula dos 3 Poderes e diz que Brasil “voltou à normalidade civilizatória”
Presidente participou de evento que marcou a assinatura do Pacto pela Transformação Ecológica entre os Três Poderes do Estado brasileiro, com a presença dos comandantes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.
Xiaomi tem receita acima do esperado e revela vendas unitárias de carros
Empresa teve receita de US$ 12,46 bilhões no trimestre.
ASAI3 tem a maior queda do dia: -3,23%
CVCB3 tem a maior alta do dia: +15,20%
Expert XP 2024 confirma Birman, Jatahy, Hap Klopp e mais empresários de peso
Festival de investimentos acontecerá no São Paulo Expo, nos dias 30 e 31 de agosto; veja novos nomes que confirmaram presença.
Ibovespa subiu e está em alta de +0,47%, a 136.725 pontos
Dólar se firma em baixa: -0,09%, a R$ 5,479 (compra) e R$ 5,480 (venda)
“Ata do Fomc ratifica a visão do mercado de que o ciclo de cortes de juros de fato irá iniciar em setembro”, diz economista
Para Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad, o que permanece em aberto é o tamanho do corte.
Preços internacionais de petróleo fecham sessão mais uma vez com baixas
Os preços do petróleo reagiram negativamente às notícias referentes ao mercado de trabalho nos EUA. Os empregadores locais criaram muito menos empregos do que o relatado originalmente no ano até março, disse o Departamento do Trabalho hoje. “O mercado está agora passando de uma economia mais forte para uma potencial aterrissagem forçada, razão pela qual os preços do petróleo estão relutantes em subir”, disse à CNBC Phil Flynn, analista do Price Futures Group.
- WTI (setembro): -1,69%, a US$ 71,93
- Brent (outubro): -1,49%, a US$ 76,05
Ibovespa: mais negociadas do dia até aqui
| Negócios | Dia (%) | |
| HAPV3 | 50654 | 0,22 |
| PETR4 | 45431 | -0,34 |
| VALE3 | 36482 | 2,24 |
| B3SA3 | 30610 | 0,23 |
| ABEV3 | 27727 | -0,08 |
Ibovespa agora: 136.635 (+0,40%)
Ibovespa volta a ficar em baixa: -0,12%, a R$ 5,478 (compra) e R$ 5,479 (venda)
Ata do Fomc com tom dovish, com vários participantes notando que a perspectiva de desinflação deve seguir à frente
A afirmação é de Nicolas Borsoi, que vê os riscos altistas ao cenário de inflação perderam força. “Além disso, a ata nota que vários diretores acreditavam ser plausível reduzir os juros em 0,25% na decisão de julho”, disse.
Dólar oscila e fica com leve alta: -0,01%, a R$ 5,485 (compra e venda)
Ibovespa continua por volta de 136.500 pontos; no momento, 136.572 pontos (+0,36%)
Principais índices em Nova York ampliam levemente altas, após ata do Fed
- Dow Jones: +0,12% (antes da ata: +0,05%)
- S&P 500: +0,46% (antes da ata: +0,33%)
- Nasdaq: +0,61% (antes da ata: +0,44%)
Dólar vira para baixa; no momento, -0,05%, a R$ 5,481 (compra) e R$ 5,482 (venda)
Treasuries nos EUA ampliam levemente ritmo de queda, após ata do Fed
Confira os vencimentos mais observados:
- Título de 2 anos: -0,088 pp, a 3,912% (antes da ata: -0,082 pp, a 3,918%)
- Título de 5 anos: -0,076 pp, a 3,625% (antes da ata: -0,072 pp, a 3,629%)
- Título de 10 anos: -0,051 pp, a 3,767% (antes da ata: -0,047 pp, a 3,771%)
VIX: índice de volatilidade nos EUA diminui alta para 3,84%, aos 16,49 pontos, após ata; antes, subia 4,85%
DXY: índice dólar amplia ritmo de queda para 0,46%, aos 100,98 pontos, após ata do Fed; antes, recuava 0,29%, aos 101,15 pontos
Ata do Fed: trajetória implícita no mercado para a taxa dos fundos federais desceu durante o período entre reuniões
“As opções sobre futuros de taxas de juro sugeriam que os participantes no mercado apostam numa maior flexibilização da política no início de 2025 do que antes da reunião de junho. Consistente com a mudança descendente na trajetória política implícita, os rendimentos nominais dos Tesouros desceram, em termos líquidos, com as descidas mais pronunciadas em horizontes mais curtos motivadas em grande parte por diminuições na compensação da inflação”, diz a ata.
Ata do Fomc: grande maioria dos diretores admite cortar juros em setembro
Segundo a ata da reunião dos dias 30 e 31 de julho, se os dados macroeconômicos continuarem a se comportar conforme o esperado, será provavelmente apropriado flexibilizar a política na próxima reunião.
Ata do Fed: recente evolução da inflação mundial foi mista
Nos países desenvolvidos, a inflação diminuiu no segundo trimestre, mas manteve-se geralmente acima das metas. Nas economias emergentes, a inflação aumentou de forma geral, refletindo, em parte, o aumento dos preços dos alimentos em alguns países. O Banco do Canadá e o Banco Nacional Suíço reduziram ainda mais as suas taxas diretoras, em parte citando o alívio das pressões inflacionárias. O Banco Popular da China também baixou algumas taxas diretoras num contexto de problemas contínuos no sector imobiliário e do fraco sentimento do consumidor”, segue a ata.
Dólar segue em alta, mas diminui força; no momento, +0,06%, a R$ 5,488 pontos
Ata do Fed: atividade global é pressionada pela China
“Estima-se que o crescimento econômico estrangeiro tenha sido moderado no segundo trimestre, pressionado por uma desaceleração acentuada da atividade econômica na China, no contexto dos problemas persistentes no setor imobiliário. Na Europa e na América Latina, a produção provavelmente expandiu-se abaixo do seu ritmo de tedência, uma vez que a política monetária restritiva continuou a ser um entrave à atividade”, explica a ata.
Ibovespa fica em torno de 136.500 pontos; no momento, 136.467 (+0,28%)
Ata do Fed: dados recentes sugeriram que as condições do mercado de trabalho melhoraram ainda mais
Ata do Fed: economia avança em um ritmo mais lento
“As informações disponíveis no momento da reunião indicavam que a atividade econômica dos EUA tinha avançado solidamente até o momento, mas a um ritmo marcadamente mais lento do que no segundo semestre de 2023”, diz a ata.
Ata do Fed: rendimentos dos títulos do Tesouro permaneceram sensíveis a surpresas nos dados econômicos, especialmente na divulgação de índices de preços no consumidor e em relatórios de emprego
Ata do Fed: rendimentos nominais do Tesouro diminuíram ao longo do período, tendo os de mais curto prazo diminuído mais do que os rendimentos de mais longo prazo, conduzindo a uma inclinação da curva de longo prazo, conduzindo a uma inclinação na curva
Dólar fica abaixo de R$ 5,500; no momento, R$ 5,495 (+0,18%)
Ibovespa agora: +0,32%, aos 136.520 pontos
Ata do Fed: as perspectivas para o crescimento econômico na segunda metade de 2024 foram rebaixadas em grande parte em resposta às condições do mercado de trabalho mais fracas do que o esperado
Ata do Fed: muitos participantes sublinharam o fato de que diminuir as taxas muito tarde ou muito cedo pode enfraquecer indevidamente a atividade econômica ou o mercado de trabalho
Ata do Fed: maioria dos participantes disse que os riscos para o emprego aumentaram, enquanto para a inflação diminuíram
Ata do Fed: vários participantes disseram que o progresso recente na inflação e na taxa de desemprego forneceram um caso plausível para um corte de 25 pontos-base já na reunião de julho
Ata do Fed: dados recebidos aumentaram a confiança dos participantes do Fomc de que a inflação está se movendo em direção à meta de 2%
Ata do Fed: ampla maioria dos integrantes julgam que seria apropriado cortar taxas na próxima reunião, se os dados continuarem a chegar como esperado
Confira o documento na íntegra clicando aqui.
Ibovespa sobe 0,16%, aos 126.299,93 pontos, antes da ata do Fed
Principais índices em Nova York operam no azul, antes da ata do Fed
- Dow Jones: +0,05%
- S&P 500: +0,33%
- Nasdaq: +0,44%
Preços internacionais do petróleo recuam com amplitude: WTI, -2,16%, a US$ 71,59; e Brent, -1,85%, a US$ 75,77
Treasuries nos EUA operam em queda por toda a curva, antes da ata da última reunião do Fed
Confira os vencimentos mais observados:
- Título de 2 anos: -0,082 pp, a 3,918%
- Título de 5 anos: -0,072 pp, a 3,629%
- Título de 10 anos: -0,047 pp, a 3,771%
VIX: índice de volatilidade nos EUA sobe 4,85%, antes da ata do Fed
Ford lança nova estratégia para carros elétricos, atrasará picape e cancela SUV
A montadora assumirá um encargo especial de cerca de 400 milhões de dólares envolvendo o SUV de três fileiras.
DXY: índice dólar recua 0,29%, aos 101,15 pontos, antes da divulgação da ata do Fed
O documento da mais recente reunião da autoridade monetária norte-americana sai em instantes, às 15h (Horário de Brasília).
Suíça descartou munições em lagos — agora, paga R$ 300 mil para quem puder retirá-las
Governo suíço está oferecendo 50 mil francos suíços para as três melhores ideias sobre como recuperar cerca de 12 mil toneladas de munições antigas dos lagos do país.
Bolsas da Europa fecham em alta com expectativa por ata do Fed
Investidores monitoraram ainda a reação sem ímpeto de Wall Street a dados revisados do relatório de empregos da economia americana.
Dólar opera acima dos R$ 5,500; no momento, R$ 5,503 (+0,32%)
Governador do Espírito Santo vê “desequilíbrio” em negociação da dívida dos estados
O plenário do Senado aprovou, na semana passada, um projeto com novas regras para os estados pagarem as suas dívidas com a União. O texto vai para a análise da Câmara dos Deputados.
Eleições 2024: número de cidades com candidatura única à prefeitura dobra em 4 anos
É o maior número de candidaturas únicas das últimas 7 eleições, quando começou essa série histórica, em 2000. Os dados foram sistematizados pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Cortes de energia renovável no Brasil impõem prejuízos e desestimulam investimento
No acumulado de 2024, os cortes levaram a uma frustração de geração de mais de 20% em cerca de 20 empreendimentos.
Dólar segue subindo; no momento, +0,38%, a R$ 5,506 – máxima do dia registrada há pouco: R$ 5,510
Fortuna declarada de Silvio Santos chega a R$ 3,9 bilhões, diz jornal
O montante considera imóveis e pelo menos 35 empresas vinculadas à família Abravanel.
Quem é Renata Abravanel, caçula de Silvio Santos preparada para assumir império
Com 39 anos, atualmente ela é presidente do Conselho do Grupo Silvio Santos.
Em 24h, por ordem de Lula, ministério libera R$ 143 mi a prefeito aliado, diz site
Os recursos foram destinados a uma obra de infraestrutura contra enchentes em Araraquara (SP). Valor foi aprovado um dia depois de uma ligação de Lula para o ministro das Cidades, Jader Filho (MDB).
Antiga Livraria Cultura da Avenida Paulista vai se tornar megaloja da Magalu
Empresa afirma que loja conservará características do antigo prédio, como o Teatro Eva Hertz.
Porto: após contabilização dos impactos no RS e 2T24, o que esperar para PSSA3?
Chuvas intensas nos primeiros dias de maio trouxeram consequências significativas para o setor de seguros no Brasil.
Ibovespa agora: +0,14%, aos 136.277 pontos
Dólar renova a máxima: R$ 5,504 (+0,35%)
Dólar agora: +0,26%, a R$ 5,499 – a máxima do dia é de R$ 5,500
Ditador tchetcheno diz que Musk lhe enviou Tesla equipado com metralhadora
Bilionário, porém, negou ter enviado o veículo para o líder tchetcheno.
Governo pode arrecadar quase R$ 3,4 bi com venda de licenças para bets no Brasil
Empresas têm até 31 de dezembro para serem autorizadas a operar.
JBS (JBSS3) deve ter resultado no 3º trimestre superior ao do 2º, projeta analista
A ação teve valorização de cerca 40% desde o início do ano e ainda pode ir além até o final de 2024.
É cedo para afirmar que Kamala Harris vence a eleição nos EUA, diz analista
O cenário base da equipe de análise política da XP é ainda de vitória de Donald Trump, embora com menos “convicção” do que antes.
Divórcio pode ser feito em cartório mesmo com filho menor; veja regras
Medida foi autorizada por meio de resolução pelo CNJ.
Óleo de girassol destrona o azeite de oliva na Espanha em meio a disparada de preços
Os espanhóis compraram 107 milhões de litros de todos os tipos de azeite de oliva no primeiro semestre de 2024, em comparação a 179 milhões de litros de azeite de girassol.
Banco Inter: não há necessidade de o BC elevar os juros agora
O nível é suficientemente restritivo para combater a inflação, previu o banco hoje, contrariando apostas predominantes do mercado. Taxas futuras de juros precificam uma chance de 80% de o BC elevar a Selic em 0,25 pp em sua próxima reunião em 17 e 18 de setembro, conforme as autoridades monetárias buscam levar a inflação à meta de 3%. Os 20% restantes indicam que as taxas serão mantidas constantes. A inflação está atualmente em 4,5% em 12 meses. “A gente não vê um fundamento para essa alta neste momento”, disse a economista-chefe do Inter, Rafaela Vitoria. “A gente considera o patamar hoje da Selic já bastante restritivo, quando a gente olha o horizonte relevante pra política monetária”. Vitoria, que acredita que a Selic encerrará 2025 em 9,5%, discorda de como os mercados interpretaram os comentários recentes das autoridades do BC. “Nosso entendimento é de que o fato de haver a opção de subir juros não significa que vai subir os juros”. Ela reconheceu, no entanto, que as chances de um aumento de taxa aumentaram na medida em que o BC pode acabar seguindo as indicações do mercado caso as apostas atuais se consolidem. “O Banco Central pode ficar preso nessa armadilha e acabar seguindo o mercado e subindo os juros, o que a gente não concorda, não acha necessário, mas a gente entende que isso é um risco”, disse a economista. (Reuters)
Índice de Small Caps (SMLL) acelera ritmo de queda e perde 0,26%, aos 2.186,47 pontos, nova mínima da sessão
Número de MEIs passou de 14 mi em 2022; cabeleireiro foi a atividade mais buscada
Segundo estatísticas dos microempreendedores Individuais do IBGE, houve um crescimento de 1,5 milhão de MEIs no Brasil em relação a 2021; comércio de vestuário e alimentação também são destaque.
Vale (VALE3) volta a subir em um ritmo maior de 2%: alta de 2,10%, a R$ 58,40
CVC (CVCB3) segue com forte alta de 15,20%, a R$ 2,35
Índice de Small Caps (SMLL) vira para queda, com 0,05%, aos 2.191,10 pontos, nova mínima do dia
Índice de Small Caps (SMLL) se segura no positivo, com 0,03%, aos 2.192,85 pontos
Setor de papel e celulose sobe: KLBN11, +0,59%; RANI3, +0,49%; SUZB3, +1,52%
Oscilando, PETR4 volta ao positivo, com mais 0,05%, enquanto PETR3 segue negativo, com 0,12%
Administradoras de shoppings entram mistas pela tarde: ALOS3 sobe 0,17%, e IGTI11 e MULT3 caem 1,53% e 1,33%
Ibovespa Futuro (INDFUT) tem alta curta de 0,04%, aos 138.435 pontos
Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,4701 e venda a R$ 5,4707; alta do dia foi de 0,29%
| COMPRA | VENDA | |
| Ontem | 5,4541 | 5,4547 |
| 1ª parcial | 5,4631 | 5,4637 |
| 2ª parcial | 5,4744 | 5,4750 |
| 3ª parcial | 5,4709 | 5,4715 |
| 4ª parcial | 5,4719 | 5,4725 |
Petro juniores operam mistas: RECV3 sobe 0,60%, enquanto PRIO3 e RRRP3 caem 0,71% e 0,61%
Ibovespa diminui ritmo de alta para 0,16%, aos 136.309,86 pontos
Dólar comercial começa parte da tarde com queda de 0,22%, a R$ 5,473 na venda
A máxima do dia está em R$ 5,485 e a mínima, em R$ 5,459.
Dow Jones volta ao negativo, com 0,13%, em dia de oscilação
S&P 500 e Nasdaq seguem levemente positivos, com 0,02% e 0,03%, respectivamente.
Futuros de gás natural descem 2,55% na NYMEX
Contratos são para setembro.
Ações de Petrobras agora recuam; PETR3 cai 0,22% e PETR4 recua 0,10%
Grandes bancos operam mistos; BBAS3 cai 0,24%, BBDC4 recua 0,83%, ITUB4 perde 0,75% e SANB11 avança 0,32%
Ibovespa reduz alta para +0,15%, aos 136.288,77 pontos
Dólar oscila pouco após revisão de dados de emprego nos EUA
O dólar oscilava pouco nesta quarta-feira, depois que dados mostraram que os empregadores norte-americanos criaram 818.000 empregos a menos nos 12 meses até março de 2024 do que se pensava anteriormente, embora as apostas de o Federal Reserve fazer um corte maior nos juros em setembro tenham sido pouco alteradas. Os dados foram divulgados mais tarde do que o horário programado de 11h (horário de Brasília), o que causou confusão no mercado e negociações instáveis. Por enquanto, os números não devem alterar as perspectivas econômicas, dada a sua retroatividade. “Sabemos que foi um ano de crescimento econômico sólido, que os resultados das empresas foram bons e que a economia cresceu em um bom ritmo no ano que terminou em março”, disse Adam Button, analista-chefe de câmbio da ForexLive . “Talvez o emprego esteja um pouco mais fraco, mas isso não nos diz nada sobre a tendência no momento.” (Reuters)
Ações de Petrobras agora operam mistas; PETR3 cai 0,10% e PETR4 sobe 0,08%
Principais índices na Europa fecham dia com ganhos
Mercados europeus acompanham o foco das bolsas globais pela ata do Fed daqui a pouco, às 15h (Horário de Brasília), com a ideia de que o banco central norte-americano vai cortar as taxas de juros em setembro, mas tentando entender qual a dimensão do corte. Mesmo olhar estará na sexta-feira (23), quando o presidente do Fed, Jerome Powell, vai falar no simpósio em Jackson Hole. Os dados de PMI, que saem amanhã no continente, também merecem atenção.
| Dia (%) | Pontos | |
| Stoxx 600 | 0,32 | 513,92 |
| DAX | 0,53 | 18.451,25 |
| FTSE 100 | 0,11 | 8.282,17 |
| CAC 40 | 0,52 | 7.524,72 |
| IBEX 35 | 0,29 | 11.119,60 |
| FTSE MIB | 0,72 | 33.315,00 |
CCJ do Senado aprova projeto que altera regras de inelegibilidade; veja o que muda
O texto recebeu relatório favorável do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e segue para o plenário em regime de urgência; veja os principais pontos da proposta.
Ações de Vale (VALE3) mantêm forte alta de 1,80%, a R$ 58,23
B3 (B3SA3): XP revisa projeções e reduz preço-alvo por cenário macro e balanço do 2T
Vinda de concorrentes como a abertura da futura bolsa do Rio de Janeiro está entre os riscos elencados para o papel.
Principais referências do petróleo internacional operam próximas da estabilidade: WTI recua 0,03%, a US$ 73,15, enquanto Brent ganha 0,13%, a US% 77,30
Principais índices em Nova York seguem com altas curtas, às espera da ata do Fed
- Dow Jones: +0,03% (na abertura: +0,19%)
- S&P 500: +0,27% (na abertura: +0,18%)
- Nasdaq: +0,31% (na abertura: +0,12%)
Ibovespa: maiores altas do dia até aqui
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CVCB3 | 22,55 | 2,50 |
| PETZ3 | 8,73 | 5,23 |
| CMIN3 | 4,37 | 5,49 |
| CSNA3 | 3,45 | 12,30 |
| AZUL4 | 3,38 | 7,95 |
Ibovespa: maiores baixas do dia até aqui
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| NTCO3 | -2,43 | 13,65 |
| LREN3 | -2,24 | 16,58 |
| ASAI3 | -2,15 | 10,00 |
| COGN3 | -2,11 | 1,39 |
| CRFB3 | -1,61 | 9,19 |
Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,4709 e venda a R$ 5,4715
Petrobras segura altas curtas: 0,07% (PETR3) e 0,08% (PETR4)
Análise: cortes nos juros não reduzem atratividade da renda fixa de curto prazo nos EUA
Renda fixa de curto prazo, tanto do governo quanto do crédito corporativo, mostra-se mais atraente, pois pode oferecer rendimentos semelhantes à de longo prazo, com menor oscilação.
Ibovespa mantém alta curta de +0,22%, aos 136.392,56 pontos
Fora de leilão, ações de Petz (PETZ3) sobem 7,69%, a R$ 5,18
Ações de CVC (CVCB3) ampliam ganhos, com +23,04%, a R$ 2,51
Com alta de 9,15%, a R$ 5,25, ações de Petz (PETZ3) operam em leilão
CVC (CVCB3) salta 20% e lidera altas do Ibovespa com gestora elevando participação
Companhia informou que os fundos de investimento sob a gestão da WNT Gestores de Recursos passaram a deter 5,01% do capital da companhia.
EUA: estoques de gasolina caem 1,606 milhão esta semana
Há uma semana, os estoques ficaram em menos 2,894 milhões. A produção de gasolina, que caiu 318 mil semana passada, agora sobe 46 mil. Os estoques de óleo para aquecimento subiram 265 mil, ante baixa de 268 mil semana passada.
Cemig entre negócio principal e dividendos: a visão do mercado após Dia do Investidor
EUA: estoques de petróleo bruto caem 4,649 milhões esta semana
A expectativa era por uma leitura de baixa de 2,000 milhões barris. Há uma semana, subiram 1,357 milhão. Os estoques de petróleo em Cushing caíram 560 mil, ante menos 1,665 milhão há uma semana. As importações de petróleo bruto subiram 78 mil, enquanto caíram 57 mil na semana passada.
Ações do PagBank desabam cerca de 10% após balanço e revisão de guidance
As ações do PagBank desabam nesta quarta-feira, após a divulgação do balanço do segundo trimestre na véspera, refletindo alguns movimentos de realização de lucros e com analistas enxergando piora na qualidade dos números. A empresa de meios de pagamentos, que também tem um banco digital, reportou lucro líquido recorrente recorde de 542 milhões de reais de abril a junho, crescimento de 31% na comparação com o mesmo período de 2023. Além disso, atualizou suas projeções de 2024 para o lucro, volume total de pagamentos (TPV) processados e despesas com depreciação e amortização. “A empresa continua a ganhar participação de mercado rapidamente, mas está avançando para segmentos menos lucrativos, levantando preocupações sobre tendências de rentabilidade”, avaliaram os analistas do Citi Gabriel Gusan e Maria Guedes. (Reuters)
Conheça as 5 gigantes da Bolsa que sofreram com a alta do dólar – e o que esperar
A desvalorização do real atingiu em cheio os balanços do segundo trimestre de companhias de diferentes setores.
Ações de CVC (CVCB3) sobem 19,61%, a R$ 2,44, e renovam máxima
Pelo quinto dia consecutivo, Ibovespa entrega novas máximas históricas durante o pregão
Hoje, o IBOV atingiu 137.039,54 pontos, máxima de todos os tempos, superando os 136.329,79 atingidos ontem e que era a nova máxima histórica. O patamar de ontem superava a máxima histórica conseguida antes de ontem, com 136.179,21 pontos, que por sua vez renovava a máxima histórica atingida no pregão anterior, de sexta-feira (16), que era de 134.781,44 pontos, superando a máxima de todos os tempos conseguida na quinta (15), com 134.574,50 pontos. Não só as máximas históricas intradiárias (com o pregão em andamento) foram batidas, mas as de fechamento também. Na segunda-feira (19), o principal índice da Bolsa brasileira fechou em 135.777,98 pontos, mais patamar de fechamento de todos os tempos, batendo os 134.194 conseguidos oito meses atrás, em 27 de dezembro de 2023. Acontece que ontem, o Ibovespa já bateu novamente essa máxima histórica de fechamento, com 136.087,41 pontos.
Confira o histórico das últimas marcas históricas do Ibovespa:
| DIA | FECHAMENTO | MÁXIMA DO DIA | HISTÓRICO | |
| 27/12/23 | 134.193,72 | 134.195,47 | máxima intradiária | máxima de fechamento |
| 28/12/23 | 134.185,24 | 134.391,67 | máxima intradiária | |
| 15/08/24 | 134.153,42 | 134.574,50 | máxima intradiária | |
| 16/08/24 | 133.953,25 | 134.781,44 | máxima intradiária | |
| 19/08/24 | 135.777,98 | 136.179,21 | máxima intradiária | máxima de fechamento |
| 20/08/24 | 136.087,41 | 136.329,79 | máxima intradiária | máxima de fechamento |
| 21/08/24 | – | 137.039,54 | máxima intradiária |
Emissões de CDBs de inflação voltam a acelerar; juro real chega a 6,63% ao ano
Levantamento mostra que títulos atrelados ao IPCA vêm ganhando relevância entre os ativos bancários.
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,4744 e venda a R$ 5,4750
Após chegar aos 137 mil pontos, Ibovespa reduz alta para 136.461,44 pontos, com +0,27%
Morgan Stanley corta México e mantém “compra” no Brasil na AL, mas com ressalvas
Banco americano segue cauteloso com ações domésticas no Brasil.
Ibovespa orbita 137 mil pontos com apoio de Vale
O Ibovespa avança nesta quarta-feira, renovando máxima histórica intradia, com a alta de mais de 2% das ações da Vale entre os principais suportes, enquanto investidores aguardam a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve. O volume financeiro soma 2,2 bilhões de reais. O banco central dos Estados Unidos divulga às 15h (horário de Brasília) a ata da reunião de julho, quando manteve os juros entre 5,25% a 5,50%, mas fez mudanças no comunicado sobre a decisão que desencadearam apostas de corte da taxa em setembro. “Investidores parecem aguardar a revisão anual dos dados de empregos dos Estados Unidos e ata do Fed para terem mais pistas sobre o início dos cortes nas taxas de juros”, afirmou a equipe da Ágora Investimentos em relatório a clientes. Em relação ao Brasil especificamente, eles avaliam que o ânimo entre os investidores globais e o desempenho das principais commodities tende a favorecer o Ibovespa. (Reuters)
NOVA MÁXIMA: Ibovespa chega aos 137 mill pontos, com 0,69%, aos 137.039,54 pontos
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira vira para queda, com 0,45%, aos 15,63 pontos, mínima do dia
Índice Small Caps opera na máxima, com +0,56%; maiores altas hoje são CVCB3 (+15,69%) e TASA4 (+5,88%)
Após chegar próximo dos 137 mil pontos, Ibovespa reduz alta para +0,48%, aos 136.747,34 pontos
Ações de Americanas (AMER3) recuam 11,11%, a R$ 0,08
Panetta, do BCE, diz esperar corte de juros em setembro, informa agência Ansa
O membro do Banco Central Europeu Fabio Panetta disse nesta quarta-feira esperar que a autoridade monetária reduza os juros em setembro, informou a agência de notícias italiana Ansa. Falando à margem de uma conferência na cidade costeira de Rimini, o presidente do Banco da Itália foi questionado se espera um segundo corte de juros na reunião do BCE no próximo mês, depois que o banco reduziu os custos dos empréstimos em 25 pontos-base em junho. “Obviamente, espero que sim”, disse Panetta, segundo a Ansa e outra agência de notícias italiana. O Banco da Itália não confirmou imediatamente o comentário. Em uma sessão de perguntas e respostas transmitida por streaming durante a conferência, Panetta, que é conhecido como uma autoridade “dovish” (mais propenso a defender juros mais baixos) no conselho do BCE, foi menos explícito. (Reuters)
VIX: índice de volatilidade nos EUA sobe 2,46%, aos 16,28 pontos
Com Ibovespa em alta, somente 23 ativos recuam hoje; maiores baixas são LREN3 (-1,59%) e RADL3 (-1,43%)
VXBR: índice de volatilidade da Bolsa brasileira sobe 0,13%, aos 15,72 pontos
Revisões após 2T reforçam otimismo com Hapvida (HAPV3) em meio a tendências positivas
Melhorias na base de beneficiários e potencial para melhoria nas margens sustentam visão positiva de analistas para nome, após 2T24; dados de RDOR3 também agradaram.
Principais índices em Nova York iniciam sessão com leves altas
Investidores em Wall Street estão em compasso de espera pelos acenos do Federal Reserve sobre os próximos passos da política monetária. Hoje, é dia da ata da última reunião do Fomc. Algo deve sair dali, alguma dica. Mas sexta-feira, Jerome Powell, presidente da instituição, fala no simpósio em Jackson Hole, o pode ser ainda mais determinante. “Para nós, a chave será o tom do presidente Powell, que esperamos ser mais pacífico”, disse à CNBC Jack Janasiewicz, estrategista-chefe de portfólio da Natixis Investment Managers Solutions. “Simplificando, a inflação continua a tender para a meta de 2%, aparentemente a uma taxa que excede o consenso. Combine isto com sinais de que o mercado de trabalho está abrandando e temos a sensação de que há pouca necessidade de manter uma postura agressiva”.
- Dow Jones: +0,19%
- S&P 500: +0,18%
- Nasdaq: +0,12%
Ibovespa mira os 137 mil pontos: agora sobe 0,62%, aos 136.929,28 pontos
Ibovespa renova máxima histórica, com +0,59%, aos 136.889,47 pontos
Ações de CVC (CVCB3) são a maior alta do Ibovespa hoje, com +7,84%, a R$ 2,20
Ibovespa sobe mais, com +0,53%, aos 136.811,90 pontos, nova máxima
NOVA MÁXIMA: Ibovespa sobe 0,48%, aos 136.741,67 pontos, novo recorde histórico
Siderúrgicas sobem e estão entre os maiores ganhos hoje; CSNA3 sobe 2,44%, GGBR4 ganha 1,35%, GOAU4 avança 1,17% e USIM5 sobe 2,17%
Itaú Unibanco (ITUB4) vira para alta de 0,05%, a R$ 37,26
Ibovespa renova máximas com apoio de Vale (VALE3)
O Ibovespa começa a quarta-feira em alta nos primeiro negócios, aos 136,6 mil pontos, renovando máximas históricas, com investidores aguardando a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), bem como as revisões dos dados do mercado de trabalho americano em busca de mais informações sobre cortes nas taxas de juros. Sobem as ações de Petrobras (PETR4) e as de Vale (VALE3) ganham 2%, após alta forte do minério de ferro. Os grandes bancos operam mistos, enquanto sobem as siderúrgicas, as frigoríficas e as petroleiras juniores. O dólar comercial cai a R$ 5,47, e os juros futuros (DIs) avançam por toda a curva. O Fed divulgará a ata de reunião de julho às 15h (horário de Brasília), com os agentes financeiros de olho em qualquer sinalização sobre o que as autoridades pretendem fazer no encontro do próximo mês, à medida que um corte de juros é amplamente precificado nos mercados. No cenário nacional, a agenda macroeconômica esvaziada deve levar agentes financeiros a voltarem suas atenções para o exterior. No radar, uma reunião entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela manhã pode gerar alguma repercussão. Em Wall Street, Dow Jones Futuro operava com alta de 0,18%, S&P500 avançava 0,20% e Nasdaq Futuro subia 0,19%. (Felipe Alves)
Varejistas mistos nesta manhã: AZZA3, -0,94%; BAHI3, +0,66%; CEAB3, +3,22%; LREN3, -1,06%; MGLU3, +0,22%; PETZ3, +0,83%
NOVA MÁXIMA! Ibovespa volta a renova máxima histórica, agora com alta de 0,45%, aos 136.680,44 pontos
Americanas (AMER3) abre com forte baixa de 11,11%, a R$ 0,08, e volta a leilão
Supermercadistas nesta abertura: ASAI3, -0,10%; CRFB3, +0,64%; GMAT3, +0,51%; PCAR3, estável
NOVO RECORDE! Ibovespa tem nova máxima histórica, com alta de 0,44%, aos 136.675,36 pontos
B3 (B3SA3) vira para queda, com 0,08%, a R$ 12,89
Vale (VALE3) começa sessão com altas de 1,68%, a R$ 58,16
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,32%, aos 126.520,44 pontos, nova máxima histórica
Hapvida (HAPV3) começa pregão com ganhos de 1,10%, a R$ 4,61
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,4631 e venda a R$ 5,4637
Frigoríficos começam dia com ganhos: BEEF3, +0,38%; BRFS3, +0,75%; JBSS3, +0,89%; MRFG3, +0,83%
Petro juniores abrem em alta: PRIO3, +0,25%; RECV3, +0,23%; RRRP3, +0,07%
Grandes bancos oscilam nesta abertura: BBAS3, -0,10%; BBDC4, -0,06%; ITUB4, estável; SANB11, -0,42%
Aéreas abrem dia com altas: AZUL4, +1,17%; GOLL4, +0,93%; EMBR3 tem mais 0,13%
B3 (B3SA3) começa dia com altas de 0,16%, a R$ 12,92
Petrobras inicia pregão com altas de 0,73% (PETR3) e 0,89% (PETR4)
Eletrobras (ELET3 ELET6) começa sessão com +0,13% e -0,26%, respectivamente
Índice de Small Caps (SMLL) abre preliminarmente com alta de 0,10%, aos 2,194,43 pontos
Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,05%, aos 136.153,96 pontos
Dólar oscila pouco em meio à cautela global antes de dados dos EUA e ata do Fed
O dólar oscilava pouco frente ao real nesta quarta-feira, acompanhando a tendência global, com investidores exibindo maior cautela antes da divulgação de dados revisados de emprego nos Estados Unidos e da ata da reunião de julho do Federal Reserve. Nesta manhã, investidores globais aguardam por dois eventos econômicos nos EUA que devem moldar a sessão desta quarta-feira: a divulgação de dados revisados de emprego pelo Departamento de Trabalho, às 11h, e a ata da última reunião de política monetária do Fed, às 15h. Os mercados buscam sinais sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo e desejam afastar temores de uma desaceleração econômica agressiva nos EUA que geraram uma queda global de índices acionários e moedas de maior risco no início deste mês. No momento, operadores precificam totalmente um corte de juros pelo Fed em setembro, com uma chance de 67% de uma redução de 0,25 ponto percentual e uma probabilidade de 33% de um afrouxamento maior em 0,5 ponto percentual. (Reuters)
Minério de ferro sobe 4% com medidas para setor imobiliário reanimando perspectivas de demanda
Os preços dos contratos futuros de minério de ferro subiram nesta quarta-feira, atingindo os níveis mais altos em uma semana, conforme medidas de apoio ao setor imobiliário da China, principal mercado consumidor do minério, reavivaram as esperanças de aumento da demanda nos próximos meses. O contrato mais negociado de janeiro do minério de ferro na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com alta de 4,58%, a 742 iuanes (104,01 dólares) a tonelada, o nível mais alto desde 13 de agosto. O minério de ferro de referência para setembro na Bolsa de Cingapura subiu 3,66%, a 99 dólares a tonelada, o nível mais alto desde 14 de agosto. “Pelo menos 10 governos municipais na China relaxaram ou eliminaram diretrizes de preços de novos imóveis para permitir que a demanda do mercado desempenhe um papel mais importante”, disseram analistas do ANZ em nota. “Também fala-se que Pequim está considerando uma nova opção de financiamento para que os governos locais comprem imóveis não vendidos.” (Reuters)
Ibovespa futuro sobe 0,21%, aos 138.665 pontos
Porto (PSSA3): banco assume cobertura com classificação neutra e preço-alvo para 2025 em R$ 37
O Bradesco BBI destaca que a Porto (PSSA3) “vem diversificando seus negócios, o que é positivo, pois terá menor dependência do desempenho do negócio automobilístico; ainda assim, como o seguro automóvel ainda representa a maior parte das receitas da empresa, esperamos que o crescimento dos lucros desacelere em 2024 e 2025, após fortes desempenhos em 2022 e 2023, o que deverá compensar o crescimento ainda forte dos negócios bancários e de saúde”. O banco ainda diz ser “importante ressaltar que os resultados financeiros respondem por uma parte significativa dos resultados da empresa (23% do lucro antes de impostos de 2023), o que deve continuar sendo um vento favorável, enquanto as taxas de juros permanecem mais altas por mais tempo no Brasil”.
Dólar comercial volta a cair, com -0,22%, a R$ 5,472
ADRs PBRA e PBR da Petrobras avançam, respectivamente, 0,94%, a US$ 14,00, e 0,60%, a US$ 15,08 no pré-mercado
Cemig (CMIG4): iniciativas contínuas de melhoria operacional e as perspectivas de crescimento têm produzido resultados positivos
No seu Dia do Investidor, a Cemig (CMIG4) reiterou seu Plano Estratégico até 2028, “combinando uma perspectiva de crescimento atrativa sublinhada por um ambicioso plano de investimentos, melhorias operacionais e dividendos atraentes”, resume o Morgan Stanley. O banco ainda saúda “as iniciativas contínuas de melhoria operacional e as perspectivas de crescimento, que têm produzido resultados positivos nos últimos anos”. Ainda assim, os analistas permanecem neutro (equal-weight) na ação, “com um perfil de risco-recompensa relativamente menos atraente e incertezas sobre a privatização/federalização”.
Índice EWZ sobe 0,82% na pré-abertura dos EUA
Minidólar com vencimento em setembro (WDOU24) vira para alta de 0,04%, cotado a 5.487,50
ADRs da Vale avançam 2,02%, a US$ 10,59, no pré-mercado
DIs: juros futuros começam dia próximos da estabilidade
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F25 | 10,795 | 0,000 |
| DI1F26 | 11,490 | 0,005 |
| DI1F27 | 11,415 | 0,005 |
| DI1F28 | 11,430 | 0,000 |
| DI1F29 | 11,460 | 0,010 |
| DI1F31 | 11,470 | 0,010 |
| DI1F33 | 11,440 | 0,000 |
| DI1F35 | 11,420 | 0,010 |
Dólar comercial vira para alta de 0,01%, a R$ 5,484
Ata da reunião de julho do Fed deve mostrar profundidade de debate sobre corte de juros nos EUA
Embora o foco dos mercados esteja na próxima reunião do Federal Reserve em setembro, que pode marcar o início do ciclo de afrouxamento monetário, pelo menos algumas autoridades do banco central norte-americano estavam ansiosas para iniciar o debate sobre cortes de juros no encontro do mês passado. O número aproximado de membros que estavam nesse campo e o grau de união entre as demais autoridades que viam a reunião de 17 e 18 de setembro como o ponto de partida preferido para a redução dos custos dos empréstimos deverão ficar claros quando a ata da reunião do Fed de julho for divulgada nesta quarta-feira. O Comitê Federal de Mercado Aberto, que define a política monetária do banco central dos Estados Unidos, encerrou a reunião de julho deixando sua taxa de juros na faixa de 5,25% a 5,50%, onde está há mais de um ano, mas as autoridades concordaram com várias mudanças importantes em sua declaração que abriram a porta para um corte na reunião do próximo mês. (Reuters)
“Maior mudança desde o Novo Mercado”: revisão do MSCI dá gás a empresas brasileiras
As ações brasileiras listadas no exterior que vão passar a integrar o índice devem receber um impulso de índices adicionais e compras dos gestores, além de proteção contra quedas para dias turbulentos.
Preços da gasolina no Brasil seguem acima da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 44 dias aumento dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal determinou um reajuste há 239 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -2%, ou -R$ 0,08 (ontem: -1% ou -R$ 0,04)
- Gasolina A (média nacional): +3%, ou +R$ 0,09 (ontem: +3% ou +R$ 0,09)
Dólar comercial abre em queda de 0,26%, cotado a R$ 5,469 na compra e a R$ 5,471 na venda
Futuros de Bitcoin (BITFUT) abrem dia com avanço de 0,43%, aos 325.660,00
Minidólar com vencimento em setembro (WDOU24) começa dia com baixa de 0,24%, cotado a 5.473,00
Mini-índice com vencimento em outubro (WINV24) começa dia com alta de 0,20%, aos 138.675 pontos
Dólar futuro abre em queda de 0,30%, cotado aos 5.470,00 pontos
Ibovespa futuro abre em alta de 0,16%, cotado aos 138.600 pontos
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Leandro Ross e Felippe Aranha
Investidores estrangeiros aportam R$ 1,281 bilhão na B3 em 19/08
No mês, a entrada totaliza R$ 7,698 bilhões. No ano, o saldo líquido acumulado no mercado secundário está negativo em R$ 28,872 bilhões.
Selic: 38% do mercado vê alta de 0,25 pp dos juros em setembro e outros 34% preveem manutenção
A maioria do mercado prevê que o Copom deverá elevar os juros no país na próxima reunião. Com o atual patamar de 10,50% a/a, a maioria do mercado projeta que na reunião de setembro haverá um aumento de 0,25 pp. Os dados são reflexos dos contratos de opções de Copom da B3. Assim, o contrato que precifica alta de 0,25 pp da Selic fechou a 38 – ou seja, o mercado aponta 38% de chance deste cenário ocorrer.
| 18/09 | 06/11 | |
| Manutenção | 34% | 19,50% |
| Aumento de 0,25% | 38% | 30,50% |
| Aumento de 0,50% | 26% | 44,50% |
| Aumento de 0,75% | 1,50% | 4,50% |
Sinal no mercado futuro cripto indica possível disparada do Bitcoin, diz relatório
Segundo a K33 Research, o funding rate dos contratos futuros perpétuos de BTC chegou ao nível mais baixo desde março, o que sugere um “short squeeze”.
Investidores voltam atenções para exterior na espera de ata do Fed e dados de emprego
Investidores globais demonstram cautela nas negociações desta quarta-feira enquanto aguardam a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve e dados revisados de emprego dos Estados Unidos, em busca de sinais sobre a trajetória dos juros no cenário internacional. O Fed divulgará a ata de reunião de julho às 15h (horário de Brasília), com os agentes financeiros de olho em qualquer sinalização sobre o que as autoridades pretendem fazer no encontro do próximo mês, à medida que um corte de juros é amplamente precificado nos mercados. Mais cedo, às 11h, o Departamento de Trabalho dos EUA disponibilizará números revisados sobre a criação de empregos no país, sendo que uma revisão para baixo pode fomentar novos temores sobre uma desaceleração econômica agressiva. No cenário nacional, a agenda macroeconômica esvaziada deve levar agentes financeiros a voltarem suas atenções para o exterior. No radar, uma reunião entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela manhã pode gerar alguma repercussão. (Reuters)
Índice EWZ sobe 1,34% na pré-abertura dos EUA
CME/FedWatch: 69% do mercado vê corte de 0,25 pp de juros e outros 30% projetam redução de 0,50 pp em setembro
| 18/09 | 07/11 | |
| 5,00%-5,25% | 69,5% | – |
| 4,75%-5,00% | 30,5% | 51% |
| 4,75%-5,00% | – | 40,9% |
| 4,50%-4,25% | – | 8,1% |
brMalls aprova cancelamento de 8,6 milhões de ações
Capital social da companhia passou a ser dividido em 819.720.494 ações ordinárias.
XP: Oportunidades de swing trade para hoje, por Gilberto Coelho

Agora: começa o programa Morning call desta quarta (21)
Senadores avaliam retirar itens da cesta básica para evitar maior IVA do mundo
Novos cálculos da equipe econômica apontam para IVA próximo de 28%.
Acaba hoje prazo para garantir fatia de R$ 2,66 bi em proventos do Banco do Brasil
O banco vai distribuir R$ 866,8 milhões sob a forma de dividendos e R$ 1,795 bilhão como Juros sobre Capital Próprio (JCP).
Barris de petróleo sobem e minério de ferro salta 4%
Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, devido a um aumento nos estoques de petróleo bruto dos EUA e expectativas de que as tensões no Oriente Médio estão diminuindo após uma visita de mediadores à região. As cotações do minério de ferro na China fecharam com alta, à medida que medidas imobiliárias de suporte no principal consumidor, a China, reacenderam as esperanças de melhora na demanda nos próximos meses. Já minério de ferro de referência SZZFU4 para setembro na Bolsa de Cingapura subiu 2,09%, para US$ 97,5 a tonelada.
- Petróleo WTI, +0,30%, a US$ 73,39 barril
- Petróleo Brent, +0,30%, a US$ 77,43 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 4,58%, a 742 iuanes, o equivalente a US$ 104,00
Bolsas da Europa sobem de olho em dados dos EUA
Os mercados europeus operam ligeiramente em alta, recuperando-se cautelosamente após interromper uma longa sequência de vitórias na véspera, com foco voltado para ata do Fed nos EUA.
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,16%
- DAX (Alemanha): +0,33%
- CAC 40 (França): +0,33%
- FTSE MIB (Itália): +0,47%
- STOXX 600: +0,23%
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria em queda
Os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em baixa, depois que os principais índices dos EUA, o S&P500 e o Nasdaq, interromperam uma sequência de oito dias de ganhos. Na frente de dados, as exportações do Japão aumentaram 10,3% ano a ano e as importações cresceram 16,6%. Economistas ouvidos pela Reuters previram que as exportações aumentariam 11,4%, enquanto o crescimento das importações foi fixado em 14,9%. Com as exportações abaixo do esperado e as importações aumentando mais do que o esperado, o Japão teve um déficit comercial de 621,84 bilhões de ienes (US$ 4,28 bilhões), um valor maior do que os 330,7 bilhões de ienes esperados pelos economistas.
- Shanghai SE (China), -0,35%
- Nikkei (Japão): -0,29%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,69%
- Kospi (Coreia do Sul): +0,17%
- ASX 200 (Austrália): +0,16%
EUA: índices futuros têm leves altas antes de novos dados
Os índices futuros dos EUA operam sem direção única nesta quarta-feira (21), enquanto investidores aguardam a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), bem como as revisões dos dados do mercado de trabalho americano em busca de mais informações sobre cortes nas taxas de juros. Sinais de fraqueza na revisão anual das folhas de pagamento dos EUA pelo Escritório de Estatísticas Trabalhistas (BLS) podem apontar para a necessidade de cortes agressivos nos juros pelo Federal Reserve (Fed) e trazer à tona memórias do colapso do mercado no início de agosto, após um relatório decepcionante sobre as folhas de pagamento (payroll). Um corte na taxa de juros pelo Banco Central dos EUA em setembro já foi totalmente precificado pelos mercados há muito tempo, mas a dúvida é sobre se será em 25 ou 50 pontos-base. De acordo com a ferramenta FedWatch da CME, a probabilidade é de 67,5% para o primeiro e 32,5% para o último.
- Dow Jones Futuro: +0,14%
- S&P 500 Futuro: +0,12%
- Nasdaq Futuro: +0,09%
Abertura de mercados
Os índices futuros dos EUA operam com leves altas, enquanto investidores aguardam a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), bem como as revisões dos dados do mercado de trabalho americano em busca de mais informações sobre cortes nas taxas de juros. Sinais de fraqueza na revisão anual das folhas de pagamento dos EUA pelo Escritório de Estatíticas Trabalhistas (BLS) podem apontar para a necessidade de cortes agressivos nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
Principais índices em Nova York encerraram ontem com perdas
Investidores em Wall Street resolveram retomar um pouco dos ganhos fortes dos últimos dias. A realização de lucros se junta à espera pela ata do Fed, que sai amanhã, e pelo simpósio em Jackson Hole, onde Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, fala na sexta-feira (23), podendo dar dicas sobre a política monetária daqui para a frente. Sam Stovall, estrategista-chefe da CFRA Research, disse que a questão não é mais só quando o Fed cortará as taxas, mas o quanto e é isso que os investidores tentam observar.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,16 | 40.833,00 |
| S&P 500 | -0,20 | 5.597,10 |
| Nasdaq | -0,33 | 17.816,94 |
DIs: juros futuros encerraram ontem de forma mista, com altas nos vencimentos mais longos
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F25 | 10,795 | -0,050 |
| DI1F26 | 11,485 | -0,095 |
| DI1F27 | 11,410 | -0,005 |
| DI1F28 | 11,430 | 0,045 |
| DI1F29 | 11,450 | 0,065 |
| DI1F31 | 11,460 | 0,090 |
| DI1F33 | 11,440 | 0,090 |
| DI1F35 | 11,410 | 0,090 |
Dólar comercial terminou ontem com forte alta de 1,35%
O dólar interrompeu duas quedas seguidas diante do real e sobe com amplitude, em cenário de correção. O movimento é diverso ao da divisa norte-americana, que na comparação com as principais moedas do mundo ficou com o DXY baixa de 0,47%.
- Venda: R$ 5,485
- Compra: R$ 5,484
- Mínima: R$ 5,435
- Máxima: R$ 5,492
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CVCB3 | -4,67 | 2,04 |
| ASAI3 | -4,58 | 10,22 |
| LWSA3 | -3,83 | 5,02 |
| CRFB3 | -3,81 | 9,34 |
| VAMO3 | -3,42 | 8,48 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BHIA3 | 4,27 | 6,10 |
| BRKM5 | 3,15 | 17,71 |
| KLBN11 | 3,10 | 21,95 |
| PETZ3 | 3,00 | 4,81 |
| RDOR3 | 2,84 | 32,96 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 52.654 | -0,39 |
| B3SA3 | 47.362 | 0,86 |
| BBDC4 | 41.623 | 0,38 |
| BBAS3 | 38.430 | 0,45 |
| ITUB4 | 37.780 | 0,73 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,23%, aos 136.087,41 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 136.329,79 (máxima histórica)
- Mínima: 135.311,68
- Diferença para a abertura: +309,43 pontos
- Volume: R$ 21,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +1,36%
- Terça-feira (20): +0,23%
- Semana: +1,59%
- Agosto: +6,61%
- 3T24: +9,83%
- 2024: +1,42%
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