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Ibovespa Futuro acelera perdas após payroll acima do esperado

Foram criadas 162 mil vagas de emprego nos EUA em agosto

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O Ibovespa Futuro opera em baixa nesta sexta-feira (4), com investidores repercutindo dados do relatório de emprego (payroll) nos Estados Unidos. Às 9h08 (horário de Brasília), o contrato recuava 0,36%, aos 187.120 pontos.

O relatório de emprego do Departamento do Trabalho dos EUA divulgou hoje que foram criadas 162 mil vagas de emprego em agosto. Economistas consultados pela Reuters projetavam criação de 56 mil vagas.

Na véspera, levantamento Datafolha mostrou que a vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) diminuiu, reforçando o empate técnico entre os dois em um potencial segundo turno da eleição presidencial de outubro.

Os dados foram divulgados um dia após o diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, ter moderado as expectativas de aumento da taxa de juros. Os operadores esperavam uma probabilidade de quase 50% de alta nos juros, em comparação com 63% antes de seus comentários, de acordo com a ferramenta CME FedWatch.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro caía 0,28%, S&P Futuro recuava 0,20% e Nasdaq Futuro tinha valorização de 0,18%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com alta de 0,44%, aos R$ 5,154.

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Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, impulsionados pelo forte desempenho na Coreia do Sul, onde o índice Kosdaq avançou 2,95% e o Kospi subiu 1,64%. Em Hong Kong, o Hang Seng registrou valorização de 1,82% no fim do pregão, enquanto no Japão o Nikkei 225 subiu 1,26%, contra a estabilidade do Topix. No lado negativo, o CSI 300 da China continental teve leve queda e o índice australiano S&P/ASX 200 recuou 0,16%.

Os preços do petróleo operam em baixa nesta sexta, mas estão a caminho de registrar o maior ganho semanal desde meados de julho, à medida que o aumento das tensões e a retomada das hostilidades entre os EUA e o Irã intensificaram as preocupações com os riscos de abastecimento no Oriente Médio.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionados por um aumento nos custos de frete e pela redução dos estoques nos principais portos da China, principal compradora, registrando o segundo ganho semanal consecutivo.

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(Com Reuters)

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Felipe Moreira
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