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Ibovespa Futuro opera quase estável com atenção à negociação de paz no Oriente Médio

Trump disse que as negociações com o Irã acontecerão nesta segunda-feira

Felipe Moreira

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(Foto: Divulgação)
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O Ibovespa Futuro opera perto da estabilidade nos primeiros negócios desta segunda-feira (3), com atenção às expectativas de acordo de paz no Oriente Medio, que levaram a uma queda nos preços do petróleo (que deve pressionar Petrobras), enquanto balanços corporativos seguem no radar no cenário nacional. Às 9h03 (horário de Brasília), o contrato futuro do Ibovespa com vencimento em agosto tinha leve alta de 0,02%, aos 178.680 pontos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que as negociações com o Irã acontecerão nesta segunda-feira. Mais cedo, ele havia cancelado um ataque contra o Irã para buscar um acordo que permita a reabertura do Estreito de Ormuz.

Entre as empresas nacionais, divulgam seus resultados após o fechamento do mercado BB Seguridade (BBSE3), Marcopolo (POMO4) e Isa Energia (ISAE4).

Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, tem reunião em São Paulo com presidentes de bancos e com o presidente da Febraban.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 1,01%, S&P Futuro avançava 0,51% e Nasdaq Futuro tinha valorização de 0,04%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com baixa de 0,30%, aos R$ 5,106.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em direções opostas. O principal destaque negativo foi a Coreia do Sul, onde o índice Kospi despencou mais de 5%, devolvendo parte da forte valorização registrada na sessão de sexta-feira.

Os preços do petróleo operam com forte desvalorização depois que o presidente Donald Trump afirmou que uma nova rodada de negociações entre EUA e Irã começará nesta segunda, aumentando o otimismo de que os dois países possam chegar a um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz.

A OPEP+ aprovou no domingo um aumento na quota de produção de petróleo de cerca de 188 mil barris por dia a partir de setembro.

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As cotações do minério de ferro na China caíram pela sétima sessão consecutiva, pressionados pela demanda persistentemente fraca das siderúrgicas chinesas e pelo aumento dos estoques portuários.

(Com Reuters)