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O Ibovespa encerrou a sessão desta terça-feira (25) com alta de 1,55%, aos 174.576 pontos, e completou a quinta alta consecutiva, reforçando a recuperação após as perdas recentes. Essa sequência positiva representa uma melhora importante do cenário técnico e levou o índice novamente para cima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos.
A reação também aparece no gráfico semanal: o Ibovespa acumula avanço de 2,42% na semana e valorização de 8,35% em 2026, depois de ter chegado a subir mais de 23% no ano. Apesar da melhora, o índice ainda precisa superar a resistência de 180.680 pontos para transformar a atual recuperação em uma retomada mais consistente da tendência de alta.
Análise técnica da Ibovespa
Pelo gráfico diário, observo que o Ibovespa ganhou força ao avançar 1,55% e encerrar aos 174.576 pontos. A quinta alta consecutiva amplia a presença do fluxo comprador e dá maior consistência à reação iniciada nas últimas sessões.
O índice voltou a negociar acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, embora ainda permaneça próximo da média de 200 períodos. A sustentação acima dessas referências será importante para preservar a recuperação e manter aberto o caminho para níveis mais elevados.
O IFR de 14 períodos está em 58,10 pontos, aponta para cima e permanece em região neutra, sem indicar sobrecompra. O indicador, portanto, ainda deixa espaço para novas altas caso o volume comprador continue avançando.
Para ganhar maior consistência, considero fundamental superar 180.680 pontos. Acima desse nível, o Ibovespa poderá buscar 187.780/192.890 pontos e, posteriormente, a máxima histórica de 199.354 pontos.
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No sentido contrário, a perda das médias e dos suportes em 170.575, 164.835 e 161.745 pontos enfraqueceria a reação e devolveria força aos vendedores. Abaixo dessa faixa, os próximos objetivos aparecem em 157.000/153.570 pontos, seguidos por 147.575 e 140.230 pontos.
Minha leitura de curto prazo melhorou com a quinta alta seguida, mas a confirmação de uma recuperação mais ampla ainda dependerá da sustentação das médias e do rompimento de 180.680 pontos.
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Análise de médio prazo
No gráfico semanal, observo que o Ibovespa acumula alta de 2,42%, aos 174.576 pontos, dando sequência à reação iniciada na semana anterior. O índice ainda sobe 8,35% em 2026, embora tenha reduzido o ganho depois de chegar a avançar mais de 23% em sua máxima no ano.
Atualmente, o Ibovespa negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. A superação dessa região fortaleceria a estrutura técnica, mas a confirmação de uma retomada mais consistente também dependerá do rompimento de 180.680 pontos. Acima desse nível, o índice poderá voltar a mirar a máxima histórica de 199.354 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 50,84 pontos, dentro da zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. O indicador mantém espaço para continuidade da recuperação caso a força compradora seja sustentada.
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Por outro lado, a perda das médias e do suporte em 164.835 pontos enfraqueceria a reação atual. Nesse cenário, os próximos objetivos apareceriam em 154.055/140.230 pontos, seguidos por 131.550/118.222 pontos e, em um movimento mais longo, 111.598 pontos.
Minha leitura de médio prazo é de melhora, mas ainda exige confirmação. O Ibovespa mostra condições de prolongar a recuperação, porém precisa superar as médias semanais e a resistência de 180.680 pontos para consolidar o fluxo comprador.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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