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A Nvidia (NVDC34) encerrou a última sessão em queda de 0,34%, cotada a US$ 216,95, e completou a quinta sessão consecutiva de baixa. Na minha leitura, o papel atravessa uma correção de curto prazo após encontrar resistência em US$ 227,90, mas ainda preserva uma estrutura positiva no horizonte mais amplo.
No gráfico diário, a negociação entre as médias móveis de 9 e 21 períodos exige atenção, especialmente para o suporte de US$ 212,60. No semanal, porém, a ação permanece acima dessas referências e acumula alta de 16,36% em 2026. Assim, o comportamento nas próximas sessões deverá mostrar se a sequência negativa representa apenas uma realização dentro da tendência de alta ou o início de uma correção mais ampla
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Análise técnica da Nvidia
Pelo gráfico diário, observo que a Nvidia encerrou a última sessão em baixa de 0,34%, aos US$ 216,95, completando a quinta queda consecutiva. A ação vinha sustentando um movimento de alta, mas perdeu força depois de encontrar resistência em US$ 227,90 e, desde então, passou a corrigir.
Atualmente, NVDA negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mostra uma perda de força no curtíssimo prazo, mas ainda não confirma uma reversão da estrutura principal. O comportamento do preço nessa região será importante para determinar se os compradores voltarão ao mercado ou se a correção ganhará intensidade.
O principal ponto de atenção está em US$ 212,60. Enquanto permanecer acima desse nível e preservar a região das médias, considero aberta a possibilidade de uma retomada do fluxo comprador. Nesse cenário, a primeira resistência relevante aparece em US$ 227,90, cuja superação poderá levar o papel novamente à máxima histórica de US$ 236,49.
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O rompimento da máxima reforçaria a continuidade da tendência de alta e abriria espaço para os alvos projetados em US$ 242,40 e US$ 251,35. Antes disso, porém, será necessário interromper a sequência de quedas e recuperar a força observada antes do início da correção.

No sentido contrário, a perda das médias móveis e, principalmente, de US$ 212,60 poderá reforçar o fluxo vendedor. Abaixo desse patamar, os próximos suportes aparecem em US$ 189,88, US$ 180,29, US$ 164,24 e US$ 152,40.
O IFR de 14 períodos está em 53,50 pontos, dentro da zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. O indicador não mostra um mercado excessivamente esticado em nenhuma direção, deixando espaço tanto para uma reação compradora quanto para o aprofundamento da correção.
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Minha leitura de curto prazo, portanto, é de cautela. A tendência mais ampla ainda favorece os compradores, mas a sequência de cinco baixas e a proximidade das médias exigem atenção. A manutenção acima de US$ 212,60 preservará a possibilidade de recuperação, enquanto a perda desse suporte aumentará o risco de uma correção mais intensa.
Suportes: US$ 212,60; US$ 189,88; US$ 180,29; US$ 164,24; US$ 152,40.
Resistências: US$ 227,90; máxima histórica em US$ 236,49; US$ 242,40; US$ 251,35.
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Análise de médio prazo
No acumulado de 2026, as ações da Nvidia registram valorização de 16,36% e são negociadas atualmente a US$ 216,95. Pelo gráfico semanal, observo que o papel mantém uma tendência de alta, apesar da correção iniciada após a formação da máxima histórica em US$ 236,49.
A partir desse topo, o movimento de realização levou a ação até US$ 189,88, região em que voltou a surgir força compradora. Desde então, a Nvidia iniciou uma recuperação e passou novamente a mirar a máxima histórica, preservando a estrutura positiva no médio prazo.
O cenário técnico permanece favorável porque o ativo negocia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Enquanto essa configuração for mantida, considero que o fluxo principal continuará comprador, mesmo diante das oscilações e correções observadas no curto prazo.
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O IFR de 14 períodos está em 56,88 pontos, dentro da zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda. Dessa forma, o indicador ainda deixa espaço técnico para a continuidade da alta caso a pressão compradora volte a ganhar intensidade.
Para confirmar uma nova etapa do movimento positivo, considero fundamental o rompimento da máxima histórica de US$ 236,49. A superação desse nível poderá abrir caminho para os alvos projetados em US$ 263,00, US$ 290,00, US$ 305,00 e US$ 338,00.

Por outro lado, a perda das médias móveis enfraqueceria a estrutura atual e elevaria o risco de uma nova correção. Nesse cenário, o primeiro suporte relevante aparece em US$ 189,88. Abaixo dele, os próximos pontos de sustentação estão em US$ 164,24, US$ 120,24, US$ 100,00 e US$ 86,59.
Minha leitura de médio prazo continua positiva. A Nvidia permanece acima das médias e ainda reúne condições técnicas para voltar a testar sua máxima histórica. A confirmação da continuidade da alta, entretanto, dependerá do rompimento de US$ 236,49, enquanto a perda das médias e de US$ 189,88 sinalizaria uma deterioração mais relevante da estrutura.
Suportes: US$ 189,88; US$ 164,24; US$ 120,24; US$ 100,00; US$ 86,59.
Resistências: máxima histórica em US$ 236,49; US$ 263,00; US$ 290,00; US$ 305,00; US$ 338,00.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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