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A CSN (CSNA3) voltou a se destacar no pregão mais recente, encerrando a última sessão (11/12) em alta de 1,45%, cotada a R$ 9,77, em meio a um movimento de recuperação que vem ganhando consistência ao longo das últimas semanas.
No curto prazo, observo uma configuração construtiva, sustentada pelo reposicionamento acima das médias móveis e pela melhora progressiva do fluxo comprador. Já no médio prazo, a ação reforça uma virada estrutural iniciada após marcar a mínima do ano, com desempenho expressivo em dezembro e com espaço técnico para a continuidade da alta.
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Para entender até onde o preço das ações da CSN (CSNA3) pode ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.
Análise técnica CSN (CSNA3)
No curto prazo, vejo CSNA3 preservando uma tendência de alta, sustentada pelo preço acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, todas inclinadas para cima — um alinhamento que reforça o controle comprador. O fechamento da última sessão em R$ 9,77 (+1,45%) confirma esse cenário e posiciona o ativo próximo a uma região de teste importante.
A primeira barreira relevante está em R$ 9,87, resistência que precisa ser rompida para que o papel avance rumo aos próximos níveis de pressão vendedora. Caso esse rompimento se confirme, as resistências seguintes entram no radar em R$ 10,33, R$ 10,88, R$ 11,55, R$ 11,93 e R$ 12,49 — todas funcionando como etapas naturais dentro da tendência altista.
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O IFR (14) em 67,80, próximo à zona de sobrecompra, indica força do movimento, mas também sugere que o ativo pode passar por acomodações ou lateralizações de curto prazo antes de novas expansões.
Para que a estrutura perca força, seria necessária a quebra das médias móveis, que hoje funcionam como suportes dinâmicos. Abaixo delas, destaco os suportes horizontais em R$ 9,45, R$ 9,13, R$ 8,72, R$ 8,34, R$ 7,97 e R$ 7,75, regiões capazes de absorver eventuais correções sem comprometer a tendência principal.

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Análise de médio prazo
No médio prazo, CSNA3 apresenta uma evolução significativa. A ação acumula alta de 10,27% em 2025 e avança 15,76% em dezembro, consolidando-se entre os destaques positivos do Ibovespa. Com a cotação atual em R$ 9,77, o papel sustenta uma retomada robusta desde que marcou a mínima anual em R$ 6,72, gatilho que desencadeou um ciclo mais amplo de recuperação.
Pelo gráfico semanal, observo que o ativo rompeu uma resistência importante, configurando um pivô de alta e reforçando a mudança estrutural do movimento. Os candles mais recentes mostram força compradora, sustentação acima das médias e melhora evidente no comportamento do preço. O IFR (14) em 61,04, em região neutra, indica que há espaço para continuidade da alta sem pressão imediata de sobrecompra.
Os suportes principais no semanal estão em R$ 9,45, agora atuando como zona de possível pullback, seguidos por R$ 8,57 e R$ 7,97. Em cenários de correções mais profundas, surgem os suportes estruturais em R$ 6,72 (mínima do ano) e R$ 6,00, que formam a base de sustentação do médio prazo.
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Do lado das resistências, CSNA3 encontra seu primeiro desafio imediato em R$ 9,87. Acima disso, surgem R$ 10,33, a média de 200 períodos em R$ 11,39, R$ 11,55, e, em movimentos mais amplos, os alvos superiores em R$ 13,18 e R$ 14,52.

Suportes e resistências
CSN (CSNA3)
Com base na região atual de negociação, a CSN conta com:
- Suportes de curto prazo em R$ 9,45 (1), R$ 9,13 (2) e R$ 8,72 (3);
- Resistências de curto prazo em R$ 9,87 (1), R$ 10,33 (2) e R$ 10,88 (3);
- Suportes de médio prazo em R$ 9,45 (1), R$ 8,57 (2) e R$ 7,97 (3);
- Resistências de médio prazo em R$ 9,87 (1), R$ 11,39 (2) e R$ 11,55 (3).
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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